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Não há aniversários hoje

Escrita - Lição 7, Benignidade, um escudo protetor contra as porfias, 5 partes, 1Tr17, Pr. Henrique, EBD NA TV

INTRODUÇÃO
Estudo de hoje - Benignidade, uma qualidade do fruto do ESPÍRITO X Porfias, mais uma das obras da carne.
O crente cheio do ESPÍRITO SANTO é naturalmente (melhor dizendo, espiritualmente) benigno, ou seja, sempre deseja o bem das pessoas, tem sempre uma intenção de agradar e de abençoar as pessoas com quem convive e às com quem deseja conviver, se não aqui na terra, mas no céu, na eternidade.
Sabemos que para convivermos com DEUS devemos ser humildes e Dele nada exigir e nem O confrontar, pois Ele é DEUS e pode fazer do vaso o que desejar.
Para nos relacionar bem com nossos semelhantes precisamos evitar discussões, disputas e polêmicas. Paulo nos ensina a não entrar em discussões tolas a evitar e fugir de toda aparência do mal (Tt 3.9,10; 1 Ts 5.22).
I - A BENIGNIDADE FUNDAMENTA-SE NO AMOR
1. O que é benignidade?
Chrestotes χρηστοτης - Lê-se Crístotês - Benignidade - qualidade do Fruto do ESPÍRITO
Em Gálatas,VB e P traduzem por “bondade” , ao passo que a TB, ARC, ARA, BJ e Mar. traduzem por “benignidade.” a BLH tem “ ternura,” e “gentileza” representa a tradução oferecida na RV, RSV, Kingsley Williams e Moffatt. Em 2 Co 6.6; Ef 2.7; Cl 3.12; Tt 3.4 a tradução em português É geralmente “benignidade” , com “bondade” como outra alternativa.
A Vulgata traduz por generosidade, ou por benignitas, de onde provém o adjetivo benigno. A Bíblia Católica Romana de Rheims chega bem perto do significado quando traduz chrèstotès por benignidade e em 2 Co 6.6 por doçura. Plummer, comentando 2 Co 6.6, diz que chrèstotès nos homens é “a gentileza simpática ou doçura de gênio que deixa os outros a vontade e recua diante da ideia de provocar dor” .
Cl 3.12 Portanto, como eleitos de DEUS, santos e queridos, revesti-vos de entranhada misericórdia, de bondade, humildade, doçura, paciência. (Bíblia Ave-Maria -católica romana)
Nós não somos benignos por nossa própria capacidade, embora algumas pessoas possam parecer benignas mesmo não sendo crentes. A benignidade, qualidade do fruto do ESPÍRITO, é produzida pelo ESPÍRITO SANTO em nós, à medida que nos entregamos a ELE, mediante a comunhão com JESUS CRISTO. Não conseguimos ser bondosos pelo nosso próprio esforço. A benignidade se manifesta em nós por uma ação sobrenatural do ESPÍRITO SANTO. É olhar para uma pessoa como DEUS olha. É tratar uma pessoa como se fosse JESUS ali conversando e abençoando aquela pessoa que está diante de nós.
2. JESUS, exemplo de benignidade.
JESUS, como homem perfeito, é o nosso maior exemplo de benignidade e amor (Jo 3.16). Estamos falando de JESUS como homem, portanto digno de imitação. Ele não fazia acepção de pessoas, não tratava um rico diferente de um pobre ou um homem diferente de uma mulher, ou um adulto diferente de uma criança. Todos que a Ele vinham, os amava a todos e os abençoava a todos.
A única espécie de homens que JESUS tratava diferente eram os religiosos, pois estes, ao contrário dos outros, não vinham a Ele para ouví-lo ou receber alguma bênção, mas vinham para contendas e acusações, devido à inveja que os cegava. JESUS mesmo disse: "Todo o que o Pai me dá virá a mim; e o que vem a mim de maneira nenhuma o lançarei fora". João 6:37.
3. A benignidade na prática.
Sermos o que somos é fácil. Nossa tendência é sermos benignos com nossos amados próximos. Quando contratamos com outras pessoas desconfiamos imediatamente delas, às vezes as tememos, às vezes pensamos o que podemos tirar dessa pessoa, porém, poucas vezes olhamos para alguém com o desejo de dar a ela algo de melhor, de eterno, nosso amor, compreensão, carinho, e principalmente, compartilharmos com ela nossa salvação.
Muitas pessoas rejeitam o cristianismo porque alguns cristãos não amam como o seu Mestre. Tomemos cuidado com a inveja - Não sejamos cobiçosos de vanglórias, irritando-nos uns aos outros, invejando-nos uns aos outros. Gálatas 5:26. Devemos evitar ao máximo as discussões e disputas - Se vós, porém, vos mordeis e devorais uns aos outros, vede não vos consumais também uns aos outros. Gálatas 5:15. Para ganharmos almas devemos ser conhecidos como discípulos de JESUS - Nisto todos conhecerão que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros. João 13:35.
JESUS foi gentil para com os todos os que a Ele se achegaram buscando DEUS. Publicanos e pecadores (Mt 9.11,12; Lc 19.1-10), salteadores (Lc 23.42,43); adúlteras (Jo 8.4), Cananeia (Mt 15.22) , centurião romano (Lc 7.2), etc...,
II - A PORFIA FUNDAMENTA-SE NA INVEJA E NO ORGULHO
1. Inimizade e porfia.
A inimizade contra Deus é também um atributo do egoísmo. - Teologia Sistemática de Charles Finney
Inimizade é ódio. O ódio pode existir ou como um fenômeno da sensibilidade, ou como um estado ou atitude da vontade. E egoísmo visto em suas relações com Deus. Que o egoísmo é inimizade contra Deus é manifesto:
(1) Na Bíblia. O apóstolo Paulo diz expressamente que "a inclinação da carne (a mente carnal) é inimizade contra Deus" (Rm 8.7).
(2) O egoísmo opõe-se diretamente à vontade de Deus conforme expressa em sua lei. Esta exige benevolência. O egoísmo é seu oposto e, portanto, inimizade contra o legislador.
(3) O egoísmo é tão hostil quanto possível ao governo de Deus. Ele é diretamente oposto a toda lei, princípio e medida de seu governo.
(4) O egoísmo é uma oposição à existência de Deus. Deus é o inimigo intransigente do egoísmo. O egoísmo é inimizade moral contra Deus. Deus assumiu a natureza humana e levou a benevolência divina a um conflito com o egoísmo humano. Os homens não conseguiam tolerar sua presença sobre a Terra e não descansaram até matá-lo.
Todas as inimizades terrenas podem ser superadas pela bondade e pela mudança de circunstâncias; mas que bondade, que mudança de circunstâncias pode mudar o coração humano, pode superar o egoísmo ou a inimizade contra o Deus que ali reina?
echthra εχθρα - Inimizade
B, ARC, ARA, Mar.: Inimizades; BJ, P, BV: ódio; BLH; as pessoas ficam inimigas; M: brigas. Outras traduções de outras ocorrências da palavra: RSV: hostil ou hostilidade (Rm 8.7; Ef 2.14, 16). M: inimizade tradicional entre famílias (Ef 2.16); W: inimizade mutua (Ef 2.16); P. elementos conflitantes (Ef 2.14). Não e necessário gastar muito tempo discutindo o significado de echthra; echthros é a palavra grega normal para um inimigo, e echthra, para a inimizade. No próprio NT, ocorre somente em duas outras passagens. Em Rm 8.7 Paulo escreve que a mente que se fixa na carne é hostil a Deus, ou, conforme diz NEB: “O ponto de vista da natureza inferior é inimizade contra Deus.” Em Ef 2.14, 16 é usada para a parede divisória de hostilidade que faz separação entre o judeu e o gentio ate que ambos se tornem um só em Jesus Cristo. No mundo antigo havia três tipos de inimizade, e estas continuam sendo reproduzidas na vida humana.
i. Havia inimizade entre uma classe e outra dentro da mesma cidade do mesmo pais.
ii. Havia a inimizade entre os gregos e os bárbaros.
iii. Ha a inimizade entre um homem e outro. Neste caso, e mais simples definir echthra em termos do seu antônimo.
Echthra é o antônimo exato de ágape. Ágape, amor, a suprema virtude crista, e a atitude mental que nunca permitira sentir amargura para com homem algum, e que nunca buscara outra coisa senão o sumo bem dos outros, independentemente de qual seja a atitude dos outros para com ela.
Echthra é a atitude da mente e do coração que coloca as barreiras e que tira a espada; ágape é a atitude do coração e da mente que alarga o circulo, que estende laços da amizade e que abre os braços do amor. A primeira é uma obra da carne; a outra e fruto do Espirito.
Porfia – eritheia (Êritêia)- εριθεια - Lê-se Periciá - Discórdia - Obra da Carne
B: facões; ARC: pelejas; ARA: discórdias; BJ: discussões; Mar: rixas; P: rivalidade; BLH: separam-se em partidos; BV: esforço constante para conseguir o melhor para si próprio. Outras traduções de outras ocorrências da palavra — ARC: contenção; ARA: discórdia; P: espírito de partidarismo; BV: fazer inveja (Fp 1.17). BV: desavenças (2 Co 12.20); ser egoísta (Fp 2.3).
Descreve uma atitude errada na realização de um serviço e na detenção de um cargo. No grego secular a palavra, com seu verbo correspondente, tinha dois sentidos.
Erithos é trabalhador diarista, eritheuesthai, o verbo, é trabalhar por contrato, e eritheia é o trabalho contratado. A palavra, portanto, pode descrever a atitude do homem que não tem consideração pela prestação do serviço, nenhum orgulho, nenhuma alegria no trabalho, e que se ocupa em qualquer trabalho visando somente o que pode ganhar com ele.
Segundo o Dicionário Houaiss, inimizade é ódio, indisposição e malquerença; porfia significa contendas de palavras, discussão, disputa e polêmica.
A inimizade pode surgir de uma porfia, inclusive entre irmãos. Já vi irmãs chegarem ao ponto de expulsarem demônios uma da outra. Isso é resultado de pequenas discussões que acabam por dividir igrejas e prejudicar muito o trabalho do Senhor. Em cidades pequenas a política partidária tem dividido igrejas a ponto de serem abertas outras congregações com facções políticas. também líderes de igrejas grandes assistiram a perda de seus membros para outras denominações ou se dividirem em outras convenções devido a essas porfias. Quantas denominações têm, por exemplo, da Assembleia de Deus, em nosso país. Tudo resultado de porfias entre líderes.
2. Evódia e Síntique.
A harmonia no relacionamento, uma súplica intensa (Fp 4.2,3) - Coleção Comentários Expositivos Hagnos - Hernandes Dias Lopes
Paulo não somente advertiu os crentes de Filipos acerca de erros doutrinários (3.1-19), mas também acerca dos problemas de relacionamento (4.2,3). A desarmonia entre dois membros da igreja não era um problema de pequena monta para o apóstolo.
Evódia e Síntique eram duas irmãs que ocupavam posição de liderança na igreja, que haviam se esforçado com Paulo no evangelho e cujos nomes estavam escritos no livro da vida, mas, agora, estavam em desacordo na igreja. Elas tinham nomes bonitos (Evódia significa “doce fragrância”, e Síntique, “boa sorte”), nas estavam vivendo de maneira repreensível.
Em vez de buscar os interesses de Cristo e da igreja, lutavam por causas pessoais. Punham o eu acima do outro. Em vez de seguir o exemplo de Cristo e de Seus consagrados servos (2.5,17,20,30), imitavam aqueles que trabalhavam por vanglória e partidarismo (2.3,4). F. F. Bruce diz que o desacordo entre essas duas irmãs, não importando a sua natureza, representava uma ameaça à unidade da igreja, como um todo
Paulo solicita ajuda de um líder da igreja, que ele não nomeia, para auxiliá-las a fim de construírem pontes, em vez de cavar abismos. Precisamos exercer na igreja o ministério da reconciliação, em vez de jogar uma pessoa contra a outra. Precisamos aproximar as pessoas, em vez de afastá-las. A igreja é um corpo, e cada membro desse corpo deve trabalhar em harmonia com os demais para a edificação de todos.
Paulo exorta essas duas irmãs a pensarem concordemente no Senhor. Não podemos estar unidos a Cristo e desunidos com os irmãos. Não há comunhão vertical sem comunhão horizontal. A lealdade mútua é fruto da lealdade a Cristo. A irmandade humana é impossível sem o senhorio de Cristo. Ninguém pode estar em paz com Deus e em desavença com os seus irmãos. Por isso, a desunião dos crentes num mundo fragmentado é um escândalo.
É contrária à natureza da igreja confessar a unidade no céu e praticar a desunião na terra. Todos os crentes, lavados no sangue do Cordeiro, têm seus nomes escritos no livro da vida e serão introduzidos na cidade santa (Lc 10.17-20; Hb 12.22,23; Ap 3.5; 20.11-15). O fato de irmos morar juntos no céu deveria nos ensinar a viver em harmonia na terra.
Evódia e Síntique - Quando o evangelho chegou à Europa por instrução do Senhor e realizou sua obra em Filipos, essas duas mulheres estiveram juntas na luta. Será que já tinham participado daquela primeira pequena reunião de mulheres com Lídia na beira do rio ?
É o que Paulo lembra agora quando precisa advertir as duas em público; afinal, a carta era lida em voz alta na assembléia da igreja, todos ouviam juntos a exortação. Como é delicado o jeito de Paulo! Dirige-se individualmente a cada uma delas: evita qualquer juízo acerca das diferenças. Não critica sua atuação em si. Exorta somente essas duas da mesma forma como havia feito com a igreja toda em Fp 2.2: “que penseis a mesma coisa, tenhais o mesmo amor, concordes e buscando uma só coisa.” A unidade é uma questão muito séria para Paulo! Com que clareza ele via os grandes perigos a que também essa igreja amada está exposta por causa das circunstâncias! A história da igreja confirmou sobejamente a preocupação dele.
Ainda que não exista nenhuma biografia sobre elas, ainda que a própria igreja desconsidere ou em breve esqueça novamente sua ação – ela consta para sempre, inesquecível, no livro de Deus, o livro da vida.
As duas mulheres serão alvo de gratidão pelo fato de que um homem – visivelmente importante na igreja – cuida das dificuldades delas. Porque a melhor forma de entender a marcante expressão “genuíno Sýzygos” é que de fato se trata de um nome próprio, ainda que não o encontremos documentado como tal em nenhum outro lugar. Esse nome Sýzygos significa “companheiro de jugo”. Sê, pois, um verdadeiro companheiro de jugo, diz Paulo, aludindo ao nome dele, atrelando-te também ao jugo nesta dificuldade, e atrele as duas mulheres novamente unidas sob o jugo do serviço para o Senhor! Não te irrites com sua discórdia, mas pensa no seu corajoso engajamento para a igreja nos primórdios, e ajuda-as para que também agora tornem a prestar um serviço concorde e abençoado na igreja. Como podemos aprender de Paulo a “exortar”!
3. Miriã e Arão.
Números 12. 1 E falaram Miriã e Arão contra Moisés, por causa da mulher cusita, com quem casara; porquanto tinha casado com uma mulher cusita. 2 E disseram: Porventura falou o Senhor somente por Moisés? Não falou também por nós? E o Senhor o ouviu. 3 E era o homem Moisés mui manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra. 4 E logo o Senhor disse a Moisés, a Arão e a Miriã: Vós três saí à tenda da congregação. E saíram eles três. 5 Então o Senhor desceu na coluna de nuvem, e se pôs à porta da tenda; depois chamou a Arão e a Miriã e ambos saíram. 6 E disse: Ouvi agora as minhas palavras; se entre vós houver profeta, eu, o Senhor, em visão a ele me farei conhecer, ou em sonhos falarei com ele. 7 Não é assim com o meu servo Moisés que é fiel em toda a minha casa. 8 Boca a boca falo com ele, claramente e não por enigmas; pois ele vê a semelhança do Senhor; por que, pois, não tivestes temor de falar contra o meu servo, contra Moisés? 9 Assim a ira do Senhor contra eles se acendeu; e retirou-se. 10 E a nuvem se retirou de sobre a tenda; e eis que Miriã ficou leprosa como a neve; e olhou Arão para Miriã, e eis que estava leprosa. 11 Por isso Arão disse a Moisés: Ai, senhor meu, não ponhas sobre nós este pecado, pois agimos loucamente, e temos pecado. 12 Ora, não seja ela como um morto, que saindo do ventre de sua mãe, a metade da sua carne já esteja consumida. 13 Clamou, pois, Moisés ao Senhor, dizendo: Ó Deus, rogo-te que a cures. 14 E disse o Senhor a Moisés: Se seu pai cuspira em seu rosto, não seria envergonhada sete dias? Esteja fechada sete dias fora do arraial, e depois a recolham. 15 Assim Miriã esteve fechada fora do arraial sete dias, e o povo não partiu, até que recolheram a Miriã.
כושי Kuwshiyth - (Strong Português)
zípora - uma mulher cuxita, a esposa de Moisés, assim denominada por Miriã e Arão
מרים - Miryam - Miriã = “rebelião”
1) irmã mais velha de Moisés e Arão
אהרן - Ααρων Aaron - (Strong Português)
Arão = “que traz luz”
1) o irmão de Moisés, o primeiro sumo sacerdote de Israel e o líder de toda ordem sacerdotal.
Arão - No segundo ano de peregrinação no deserto, Arão ajudou Moisés a realizar um censo para contar o povo (Números 1:1-3,17-18). Mais tarde Arão teve inveja de Moisés por sua posição de liderança. Ele e Miriam, sua irmã, começaram a conspirar contra ele, embora Moisés fosse o homem mais humilde na face da terra (Números 12:1-4). A ira de Deus sobre eles foi aplacada pela oração de Moisés. Miriam sofreu pelo seu pecado (Números 12:5-15). Arão novamente escapou da condenação.
משה - Μωσευς - Moseus ou Μωσης - Moses - (Strong Português)
Moisés = “o que foi tirado”
1) legislador do povo judaico e num certo sentido o fundador da religião judaica. Ele escreveu os primeiros cinco livros da Bíblia, comumente mencionados como os livros de Moisés. Chamado o homem mais manso da terra.
(Hebreus - SÉRIE Comentário Bíblico)
sendo fiel ao que o constituiu, como também o foi Moisés em toda a sua casa.
O próprio Deus falou isso a respeito de Moisés quando argumentava com Arão e Miriã, dizendo: “Não é assim com o meu servo Moisés, que é fiel em toda a minha casa” (Nm 12.7 ).
Nm 12:3 (Manual de Dúvidas, Enigmas e Contradições da Bíblia)
NÚMEROS 12:3 - Como pôde Moisés fazer essa declaração a respeito de si mesmo?
PROBLEMA: Números 12:3 diz: "Era o varão Moisés mui manso, mais do que todos os homens que havia sobre a terra". A posição tradicional quanto ao Pentateuco é a de que foi Moisés o autor dos cinco livros. Mas como pôde ele fazer essa declaração sobre si mesmo? Ele não estaria cheio de orgulho?
SOLUÇÃO: Certamente ninguém afirmaria que Jesus estava sendo jactancioso ou orgulhoso quando disse: "sou manso e humilde de coração" (Mt 11:29). Jesus estava apenas declarando fatos. De igual modo, Moisés não estava se vangloriando ou se enchendo de orgulho pela sua mansidão. Não, ele estava simplesmente declarando um fato, porque isso era crucial para se Entender o significado dos evento que ele estava narrando.
O capítulo 11 de números relata que depois que o Espírito do Senhor veio sobre Eldade e Medade, fazendo-os profetizar, Josué aproximou-se de Moisés e disse: "Moisés, meu senhor, proíbe-lho" (Nm 11:28). A resposta de Moisés é uma perfeita ilustração de sua mansidão: "Tens tu ciúmes por mim? Quem dera todo o povo do Senhor fosse profeta, que o Senhor lhes desse o seu Espírito!" (Nm 11:29). Moisés demonstrou ter o caráter de um homem manso, que não se irou porque Deus estava usando outros para profetizar; demonstrou ser humilde, não interessado em sua própria glória, mas somente na glória do Senhor.
Moisés havia sido escolhido pelo Senhor para conduzir o seu povo até Canaã, e uma das suas características mais marcantes era a mansidão e a humildade (Nm 12.3). Todo líder precisa dessas duas características para que tenha uma liderança bem-sucedida. Certo dia, Miriã e Arão, irmãos de Moisés, ficaram indignados pelo fato de ele ter se casado com uma mulher cuxita (Nm 12.1). Eles não estavam preocupados com Moisés, mas, por trás da porfia, também havia outro sentimento, a inveja. Eles certamente desejavam a liderança do irmão. Um sentimento carnal traz consigo outros sentimentos, despertando o que há de pior em cada pessoa. As consequências da inveja e da porfia foram terríveis para Miriã e para todo o povo, pois tiveram que ficar retidos, em um lugar, até que Miriã pudesse se ajuntar novamente à congregação (Nm 12.15). Tenha cuidado com a porfia, pois ela trará prejuízos a você e ao povo de DEUS.
“Inveja” (phthonoí) serve de passagem para este grupo. E o desejo de se apropriar do que outras pessoas possuem. Refere-se ao desejo de privar o outro do que ele tem. E aquela pessoa que fica amargurada diante da visão de outra possuindo o que ela não tem, e que faria tudo quanto fosse possível não para possuir a coisa, mas para evitar que a outra pessoa a possua.41
Quando Moisés foi confrontado por Miriã e Arão (12:1), ele não respondeu em defesa própria. Esta é uma característica da mansidão. Por que Moisés não falou com eles? Por que não lhes falou com franqueza? Por que Deus teve de falar com Miriã e Arão, em favor de Moisés? A explicação encontra-se em Nm 12:3. Moisés não estava lá para glorificar-se a si mesmo. Se ele tivesse respondido em sua própria defesa, estaria justificando as queixas que eles tinham feito contra a sua pessoa. Mas Moisés não era o líder do povo por ter tido qualquer espécie de ambição, nem por ter confiado em si mesmo, nem por exercer uma obstinada busca de subir ao poder. Ele foi escolhido por Deus. Moisés era benevolente.
Curiosidade -
LEPRA (Tesouro de Conhecimentos Bíblicos)
Do hebraico “sãrá at” e do grego “lepra”. A lepra é uma enfermidade infecciosa e contagiosa, crônica, provocada pelo “bacillus lepra de Hansen” ou o “Mycobacterium le-prae”; ela se apresenta com lesões na pele, nos nervos e nas vísceras, com anestesia local e ulceração.
O leproso deveria andar com a cabeça descoberta, para ser reconhecido a distância; era obrigado a cobrir o lábio superior, a fim de evitar o contágio da enfermidade
A raiz hebraica “sã-rá” quer dizer ferido de Deus.
Além disso, há dois tipos de lepra: a alba, pela falta de pigmento da pele, e a maculosa, pelas manchas roxas e brancas no rosto e no corpo.
Quem diagnosticava a lepra não era o médico mas o sacerdote, porque a preocupação em relação à higiene do povo também era religiosa, ritual.
Aquele que era declarado leproso caía num estado de impureza ritual e deveria habitar somente fora do acampamento ou cidade. Também era o sacerdote quem declarava cura do leproso, por isso ele deveria apresentar-se diante do sacerdote.
O Antigo Testamento menciona algumas personagens célebres, afetadas pela lepra: Moisés, no milagre da sarça (Êx 4.6); sua irmã Miriã (Nm 12.10); Naamã (2 Rs 5); o rei Azarias (2 Rs 15.5); provavelmente Jó.
Jesus curou muitos leprosos e afirmou que a pureza ritual era um acessório. O importante é a pureza moral, a pureza do coração, que nada tem a ver com possíveis manchas na pele (Mt 15.10-20). Os textos que falam da cura dos leprosos são: Mateus 8.1-4; 10.8; 11.5; 26.6; Lucas 17.12.
λεπρα - lepra - (Strong Português)
moléstia cutânea muito desagradável, irritante e perigosa. Seu vírus, que geralmente impregna o corpo inteiro, é comum no Egito e no Oriente
III - REVISTAMO-NOS DE BENIGNIDADE
1. Retirando as vestes velhas.
Evidenciamos a verdadeira conversão quando mortificamos nossa natureza terrena (Cl 3.5-9)
Agora, o apóstolo volta a defender o que, para ele, era uma linha positiva de controle próprio, que é tanto oposta à permissividade (3.5-8) quanto afirmadora de um estilo de vida apropriado para o caráter cristão (3.10,11). O apóstolo Paulo aborda três sublimes verdades aqui.
Em primeiro lugar, devemos andar com a certidão de óbito no bolso (3.5-7). O apóstolo Paulo dá uma ordem: “Fazei, pois, morrer a vossa natureza terrena...” (3.5). A palavra “pois” indica que a mortificação, na prática, é motivada pelas qualidades do fruto do ESPÍRITO em nós. A palavra grega nekrosate, “fazer morrer”, é a mesma da qual vem nossa palavra “necrotério”. Precisamos andar com a nossa certidão de óbito no bolso. Porque morremos com Cristo (3.3), temos poder para fazer morrer a nossa natureza terrena (isso não é ascetismo - flagelação do corpo). Devemos considerar-nos mortos para o pecado (Rm 6.11). Jesus disse: “Se o teu olho direito te faz tropeçar, arranca-o e lança-o de ti” (Mt 5.29).
É óbvio que nem Paulo nem Cristo estão falando de uma cirurgia literal. O mal não vem do olho, da mão, do pé, mas sim do coração, que abriga desejos perversos. Li algures sobre duas jovens que se converteram depois de vários anos vivendo na boêmia. Suas parceiras de aventuras mundanas, um dia, as convidaram para irem juntas à boate, ao que elas prontamente responderam: “Nós não podemos ir, porque estamos mortas”.
Em segundo lugar, devemos saber para quais coisas estamos mortos (3.5). Paulo enumera vários pecados. Esses pecados faziam parte da velha vida dos colossenses (3.7) e eles atraem a ira de Deus (3.6). Esses pecados não são mais compatíveis com a nova vida que temos em Cristo.
Que pecados são esses?
a. Pecados morais. Prostituição, impureza e lascívia estão diretamente ligados a pecados sexuais. Toda sorte de relação sexual antes e fora do casamento está aqui incluída.
Paulo condena não apenas o ato pecaminoso, mas também a intenção e o desejo impuro. Fica claro que os desejos e apetites conduzem às ações. A fim de purificar os atos, é preciso antes purificar a mente e o coração.
b. Pecados sociais. Desejo maligno e avareza falam de desejar o mal para os outros e de desejar o que é dos outros.
A avareza, pleonexia, é o pecado de desejar sempre mais, sem nunca se satisfazer: sejam coisas ou prazeres.
A idéia básica de pleonexia é a de um desejo que o homem não tem o direito de alimentar. O desejo de dinheiro, por exemplo, conduz ao roubo; o desejo de poder conduz à tirania, e o desejo sexual conduz à impureza. E o desejo de obter sempre o que não se tem direito de possuir. Isso é idolatria, porque coloca as coisas no lugar de Deus e substitui Deus por coisas ou prazeres. A essência da idolatria é o desejo de obter. O homem que está dominado pelo desejo de possuir coisas coloca-as no lugar de Deus e as adora e lhes presta culto às coisas em vez de adorar a Deus. Nessa mesma linha de pensamento, Ralph Martin diz que a avareza leva uma pessoa para longe de Deus e a encoraja a confiar nas suas possessões materiais. Por isso, a avareza não é melhor do que a idolatria, a devoção a um deus falso.
Em terceiro lugar, devemos despojar-nos das mortalhas da velha vida e deixá-las na sepultura (3.8,9). O apóstolo Paulo prossegue na lista de pecados que devem ser removidos da nossa vida, uma vez que morremos e ressuscitamos com Cristo. Agora, Paulo fala de mais duas categorias de pecado.
a- Pecados ligados ao temperamento (3.8). Paulo menciona três pecados: ira (thumos), indignação {orge) e maldade (kakian). Esses três pecados falam de um temperamento não controlado pelo Espírito de Deus. A ira (thumos) descreve um temperamento explosivo como fogo de palha. Ela se relaciona com a palavra “ferver”. Por outro lado, a indignação {orge) é uma ira inveterada, que arde continuamente, que se recusa a ser pacificada e jamais cessa. Ralph Martin diz que essas duas explosões de mau gênio humano destroem a harmonia dos relacionamentos humanos. A maldade (kakia) fala de uma depravação mental da qual surgem todos os vícios particulares. Trata-se de um desejo maligno contra uma pessoa a ponto de entristecer-se quando ela é bem-sucedida e de alegrar-se quando ela passa por problemas. 
b- Pecados ligados à língua (3.8,9). Aquela lista agora é substituída por um novo catálogo, que consiste nos pecados da língua. Novamente Paulo menciona três pecados: maledicência, linguagem obscena e mentira. Todos esses sao termos que descrevem o uso indevido e impróprio da língua.
Aqui blasfêmia é falar mal dos outros.
Linguagem obscena significa ter a boca suja e refere-se a todo tipo de palavra torpe, de comunicação vulgar e de humor de baixo calão.
Mentira é o falseamento a verdade. Quando um cristão mente, ele está cooperando e aliando-se com Satanás, que é o pai da mentira. Espalhar contenda entre os irmãos é o pecado que a alma de Deus mais abomina (Pv 6.16-19).
Russell Shedd alerta: As críticas aos nossos irmãos devem ser de tal modo dominadas pelo amor que sempre expressem o desejo de encorajar, e nunca a intenção de destruir maliciosamente. Cuidado com as fofocas e os comentários desnecessários que, ao invés de encorajar e abençoar, amaldiçoam e desestimulam.
2. Sede benignos.
A palavra “bondade” (chrestótes) tem seu uso comum tanto no grego bíblico, quanto no eclesiástico. Na LXX é o bem no sentido de bens terrenos (Ec 4.8; 5.10; 6.3) ou de felicidade (Ec 5.14), o bem que acontece a alguém (Ec 15.17; 6.6; 9.18). A bondade de Deus é provada através dos bens que Ele concede na terra (2 Esd 19.25,35) ou guarda para o céu (2 Esd 23.31). E também o bem moral que se pratica (Jz 8.35; 9.16; 2 Cr 24.16; SI 51.5). Em Paulo, significa benignidade, gentileza. Refere-se a uma disposição gentil e bondosa para com os outros, é a característica de “ser bom”.
O perigo da vida é que as mas companhias corrompem os bons costumes que o cristão sempre deve ter (1 Co 15.33). Esta benignidade é uma das coisas que o cristão deve vestir como parte da vestimenta da vida cristã (Cl 3.12).
É com esta benignidade que os cristãos devem perdoar uns aos outros, e este perdão segue o modelo que nos mesmos recebemos de DEUS. “Antes sede uns para com os outros benignos, perdoando-vos uns aos outros, como também DEUS em CRISTO vos perdoou” (Ef 4.32). Ate mesmo as virtudes mais rigorosas perdem seu valor se esta benignidade não estiver presente na vida (2 Co 6.6).
Ainda restam mais duas ocorrências da palavra no NT, que faltam ser estudadas, e que tem mais para acrescentar ao quadro desta palavra. Em Lc 5.29 chrèstos é usado para o vinho que se envelheceu e amadureceu. A dureza, aspereza e amargura foram banidas pela benignidade cristã, é a graciosidade madura do amor cristão permanece. Em Mt 11.30 JESUS diz: “Meu jugo é suave.” Ali, chrèstos pode significar bem-adaptado. O serviço de CRISTO não é autoritariamente imposto sobre um homem; não age como um capataz de escravos; é algo benigno, e a tarefa que CRISTO dá a um homem lhe é feita sob medida.
A benignidade cristã é bela e amável, e o seu encanto provem do fato de que ela significa tratar os outros do modo que DEUS nos tratou.
“Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber” (At 20.35). Não há equívoco algum no versículo que transcrevemos. É melhor, muito melhor, dar do que receber, afirma a Palavra de DEUS, em contraste com o espírito cobiçoso e interesseiro que sempre está alerta quando ouve pronunciar a palavra receber. Paulo recordou essas palavras de JESUS porque sabia quão grande era o prazer de dar, dar bens materiais, dar atenção, dar amor, dar a própria vida em favor do progresso do Evangelho de JESUS CRISTO e para o bem do próximo!
3. Imitando a conduta de Paulo.
Paulo sempre via as pessoas com benignidade - sofreu muito, inclusive com agressões físicas, mas nunca deixou de anunciar as virtudes daquele que o chamou das trevas para a sua maravilhosa luz (1 Pedro 2:9) Quem poderia, hoje em dia, chamar os crentes e dizer: "sede meus imitadores (1 Co 11.1)?
O ministro é um pai amoroso (4.14-21) - Coleção Comentários Expositivos Hagnos - Hernandes Dias Lopes
A última figura que Paulo usa é a figura de um pai que precisa exercer doçura e temor. A severidade de Paulo dá lugar à ternura. Ele agora se dirige à igreja como um pai aos seus filhos.
Normalmente quando temos de usar a vara para disci­plinar nossos filhos, choramos mais do que eles. Sofremos e sentimos mais do que eles. Agora, ele se volta cheio de ternura, doçura, mansidão e carinho dirigindo-se à igreja como filhos amados. Vejamos como ele escreve: “Não vos escrevo estas cousas para vos envergonhar; pelo contrário, para vos admoestar como a filhos meus amados” (4.14). O que é um pai espiritual?
Em primeiro lugar, o pai é aquele que gera os filhos pelo evangelho (4.14,13). Paulo fala do pai espiritual: “Porque, ainda que tivésseis milhares de preceptores em Cristo, não teríeis, contudo, muitos pais; pois eu pelo evangelho vos gerei em Cristo” (4.15). A palavra “preceptor” aqui épaida- gogos. É o escravo que tinha a responsabilidade de cuidar de uma criança e conduzi-la à escola. Ele não era o professor, mas aquele que levava o filho à escola e o deixava aos pés do mestre. E Paulo diz: Vocês podem ter muitos que levam instrução até vocês ou, levam vocês à instrução. Porém, vo­cês só têm um pai. A minha relação com vocês é estreita, sentimental, familiar, e íntima. E uma relação de coração e de alma. Eu sou o pai de vocês! Eu gerei vocês!
Em segundo lugar, o pai é aquele que é um exemplo para os filhos (4.16,17). Paulo diz: “Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores” (4.16). A palavra “imitadores”, no grego, é mimetai, de onde vem a palavra mimetismo, mímica. Ou seja, você ensina o filho não apenas por aquilo que você diz, mas, sobretudo, por aquilo que você faz. Os filhos aprendem primeiro pelo exemplo, depois pela doutri­na. Albert Schweitzer, um grande pensador alemão, declara que o exemplo não é apenas uma forma de ensinar, mas a única forma eficaz. Paulo podia ser exemplo para os seus filhos e os seus filhos podiam imitá-lo porque ele imitava a Cristo. Ele diz: “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (11.1).
Em terceiro lugar, o pai é aquele que é fiel em disciplinar os filhos (4.18-21). O pai é aquele que gera, que ensina pelo exemplo e também, o que disciplina com amor. Veja o que diz o apóstolo Paulo: “Alguns se ensoberbeceram, como se eu não tivesse de ir ter convosco; mas, em breve, irei visitar- vos, se o Senhor quiser, e, então, conhecerei não a palavra, mas o poder dos ensoberbecidos. Porque o reino de Deus consiste não em palavra, mas em poder. Que preferis? Irei a vós outros com vara ou com amor e espírito de mansidão?” (4.18-21).
Há um momento em que a intolerância precisa ter um fim. Há um momento em que a única forma de alcançar o coração do filho é o expediente da disciplina. Reter a vara do filho é pecar contra ele. Aborrece a alma do filho o pai que retém a disciplina. Chega um momento em que um pai responsável precisa disciplinar os seus filhos. Um pai que ama não pode ser indulgente com os filhos. O pai não apenas dá exemplo e ensina, mas também disciplina os filhos quando eles se tornam rebeldes.
Paulo diz que existia dentro da igreja uma dicotomia, um hiato, um abismo entre o que os cristãos falavam e o que eles viviam. Paulo contrasta discurso e poder, palavras e obras (4.19,20). Falavam, mas não viviam. Havia um abismo entre o que falavam e o que praticavam. Eles eram uma igreja falante e eloqüente, mas não praticante. Então Paulo lhes diz que o problema não é falar, mas viver, pois o Reino de Deus não consiste em palavra, mas em poder! Não adianta você falar bonito, ter um discurso bonito, não adianta ser eloqüente, fanfarrão, tocar trombeta! O Reino de Deus é poder, é vida, é transformação.
Em quarto lugar, o pai é aquele que dá afeto e carinho aos filhos (4.14,21). O pai gera, dá exemplo, disciplina, e também dá carinho. O filho que só apanha fica revoltado e recalcado. O filho que só recebe carinho fica mimado e imaturo. Precisamos dosar disciplina com ternura. Tem o tempo certo de usar a vara e o tempo certo de pegar o filho no colo. Precisamos equilibrar correção com encorajamento. Paulo pergunta: “Que preferis? Irei a vós outros com vara, ou com amor, e espírito de mansidão?” Paulo era aquele homem de coração doce e cheio de ternura, um pai que tinha vontade de colocar os filhos no colo. Precisamos desenvolver esse sentimento de proximidade, de intimidade e de amabilidade na igreja.
Veja a intensidade dos sentimentos desse apóstolo vetera­no. Quando ele escreve aos gálatas, afirma: “[...] meus filhos, por quem, de novo, sofro as dores de parto, até ser Cristo formado em vós” (G1 4.19). A figura que ele usa é a de uma mãe dando a luz. Depois ele diz aos presbíteros de Éfeso, que ele era aquele pai que exortava dia e noite com lágrimas a cada um (At 20.31). Ele ainda disse aos tessalonicenses que ele era como uma ama, que acaricia os filhos (1 Ts 2.7).
CONCLUSÃO
A benignidade fundamenta-se no amor, o que é benignidade? É ter Jesus como, exemplo de benignidade, ser benigno é viver a benignidade na prática.
A porfia fundamenta-se na inveja e no orgulho e isso gera inimizade. Exemplo disso são Evódia e Síntique que apesar de irmãs viviam separadas por inimizade. Miriã e Arão porfiaram contra Moisés por inveja.
Revistamo-nos de benignidade retirando as vestes velhas do pecado.Sejamos benignos imitando a conduta do apóstolo Paulo que imitava o senhor da benignidade - Jesus.

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