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Lição 1, Inspiração Divina e Autoridade da Bíblia, 3Tr17, Pr. Henrique, EBD NA TV

Lição 1, Inspiração Divina e Autoridade da Bíblia
3º Trimestre de 2017 - Título: A Razão da Nossa Fé: Assim Cremos, assim Vivemos
Comentarista: Pr. Pres. Esequias Soares, Assembleia de DEUS, Jundiai, SP
Complementos, ilustrações e vídeos: Pr. Luiz Henrique de Almeida Silva - 99-99152-0454
http://ebdnatv.blogspot.com.br/2017/06/escrita-licao-1-inspiracao-d... ESCRITA
http://ebdnatv.blogspot.com.br/2017/06/figuras-licao-1-inspiracao-d... FIGURAS
https://www.youtube.com/playlist?list=PL9TsOz8buX1_EfyyMDMGVK4bjA3v... VÍDEOS

Ajuda
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TEXTO ÁUREO
"Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de DEUS falaram inspirados pelo ESPÍRITO SANTO." (2 Pe 1.21)

VERDADE PRÁTICA
Cremos na inspiração divina, verbal e plenária da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé e prática para a vida e o caráter cristão.

LEITURA DIÁRIA
Segunda - Jr 36.1,2 DEUS mandou que suas palavras fossem escritas em um rolo
Terça - 2 Pe 3.2 As Escrituras inspiradas por DEUS dizem respeito ao Antigo e ao Novo Testamento
Quarta - Mc 7.13 O Senhor JESUS disse que a Bíblia é a Palavra de DEUS
Quinta - Jo 10.35 As Escrituras Sagradas jamais falharão
Sexta - Hb 4.12 A Palavra de DEUS é viva, poderosa e capaz de transformar vidas
Sábado - Js 1.8 A Bíblia é o manual de DEUS para o nosso bem.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - 2 Timóteo 3.14-17
14 - Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido. 15 - E que, desde a tua meninice, sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em CRISTO JESUS. 16 - Toda Escritura divinamente inspirada é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça, 17 - para que o homem de DEUS seja perfeito e perfeitamente instruído para toda boa obra.

OBJETIVO GERAL - Conscientizar a respeito da inspiração divina, verbal e plenária da Bíblia Sagrada.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Reconhecer a revelação e inspiração da Bíblia Sagrada;
Mostrar a inspiração divina na Bíblia Sagrada;
Explicar a inspiração plena e verbal da Bíblia Sagrada;
Saber que a Bíblia Sagrada é a nossa única regra de fé e prática.

INTERAGINDO COM O PROFESSOR
Prezado professor, neste terceiro trimestre do ano estudaremos as principais doutrinas da fé cristã. O comentarista do trimestre é o pastor Esequias Soares, autor de diversos livros, graduado em Letras, Mestre em Ciência da Religião, presidente da Comissão de Apologética Cristã da CGADB (Convenção Geral das Assembleias de DEUS no Brasil) e líder da Assembleia de DEUS em Jundiaí, SP.

PONTO CENTRAL - Cremos na inspiração divina e autoridade da Bíblia Sagrada.

Resumo da Lição 1, Inspiração Divina e Autoridade da Bíblia
I - REVELAÇÃO E INSPIRAÇÃO
1. Revelação.
2. Inspiração.
3. A forma de comunicação.
II - A INSPIRAÇÃO DIVINA
1. A inspiração divina.
2. Uma avaliação exegética.
3. Autoridade.
III - INSPIRAÇÃO PLENA E VERBAL
1. Inspiração plenária.
2. Inspiração verbal.
IV - ÚNICA REGRA INFALÍVEL DE FÉ E PRÁTICA
1. "Proveitosa para ensinar".
2. A conduta humana.
3. As traduções da Bíblia.

SÍNTESE DO TÓPICO I - A Bíblia é a revelada e inspirada Palavra de DEUS.
SÍNTESE DO TÓPICO II- Toda a Bíblia é inspirada por DEUS
SÍNTESE DO TÓPICO III - A inspiração da Bíblia Sagrada é plena e verbal.
SÍNTESE DO TÓPICO IV - A Bíblia Sagrada é a nossa única regra de fé e prática.

SUBSÍDIO TEOLÓGICO - Top 1
"[...] Um resumo a respeito do que a Bíblia alega sobre si mesma pode ser encontrado em duas passagens principais. Pedro disse que os autores foram impelidos pelo ESPÍRITO SANTO, e Paulo declarou que seus escritos foram soprados pelo próprio DEUS. Portanto, a Bíblia alega que autores movidos pelo ESPÍRITO SANTO expressaram as palavras inspiradas por DEUS (2 Pe 1.20,21). Em suma, os escritos proféticos (do Antigo Testamento) não tiveram sua origem nos homens, mas em DEUS, que agiu por meio de alguns homens chamados de profetas de DEUS" (GEISLER, Norman. Teologia Sistemática: Introdução à Teologia Sistemática, a Bíblia, DEUS, a Criação. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2011, pp. 213,214).

CONHEÇA MAIS - *A Septuaginta (LXX)
"A versão padrão em grego [do Antigo Testamento], produzida em Alexandria, é conhecida como Septuaginta (LXX), que é a palavra latina para 'setenta'. Essa tradução foi, sem dúvida, realizada durante os séculos III e II a.C.," e "não foi projetada para ter as mesmas finalidades funcionais do AT hebraico, pois seu propósito era para ser lida publicamente nas Sinagogas, ao contrário dos propósitos educativos daqueles que precisavam do texto hebraico". Para conhecer mais, leia Dicionário Bíblico Wycliffe, CPAD, pp.1994-95

SUBSÍDIO TEOLÓGICO - Top 2
"Existem muitas palavras ou frases que a Bíblia utiliza para se auto-descrever e que sugerem uma reivindicação de autoridade divina. JESUS disse que a Bíblia é indestrutível e que ela jamais passará (Mt 5.17,18); ela é infalível, ou 'não pode ser anulada' (Jo 10.35); ela tem a autoridade final (Mt 4.4,7,10); e ela é suficiente para a nossa fé e prática (Lc 16.31)" (HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática: Uma perspectiva Pentecostal. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, p. 218).

SUBSÍDIO TEOLÓGICO - Top 3
"Apesar do mistério que ronda o modo como DEUS fez com que sua palavra fosse fiel sem destruir a liberdade e a personalidade dos autores humanos, existem algumas coisas que ficam muito claras. Os autores humanos não eram simplesmente secretários que anotavam algo que estava sendo ditado a eles; a sua liberdade não foi suspensa nem negada. Eles não foram autômatos. As suas palavras correspondiam ao seu desejo, no estilo em que estavam acostumados a escrever. Na sua providência, DEUS promoveu uma concordância divina entre as palavras deles e as suas" (HORTON, Stanley M. Teologia Sistemática: Uma perspectiva Pentecostal. 1.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 1996, p. 222).

SUBSÍDIO TEOLÓGICO - Top 4
"Através do mundo inteiro, qualquer crente, ao ler a Bíblia, recebe sua mensagem como se esta fora escrita diretamente para ele. Nenhum crente tem a Bíblia como livro alheio, estrangeiro, como acontece aos demais livros traduzidos. Todas as raças consideram a Bíblia como possessão sua. Por exemplo, ao lermos 'O Peregrino' sabemos que ele é inglês; ao lermos 'Em seus passos que faria JESUS?' sabemos que é norte-americano, porque seus autores são oriundos desses países. É assim com a Bíblia? Não! Nós a recebemos como 'nossa'. Isso acontece em qualquer país onde ela chega. Ninguém tem a Bíblia como livro 'dos outros'. Isto prova que ela procede de DEUS - o Pai de todos" (GILBERTO, Antonio. A Bíblia através dos Séculos: A história e formação do Livro dos livros. 14.ed. Rio de Janeiro: CPAD, 2003, p. 46).

PARA REFLETIR - A respeito da inspiração divina e a autoridade da Bíblia, responda:
Qual o significado da palavra teopneustia? A palavra teopneustia significa "inspiração divina da Bíblia".
De onde deriva a autoridade das Escrituras? A autoridade da Bíblia deriva de sua origem divina.
O que significa a expressão "inspiração plenária"? Tal expressão significa que todos os livros das Escrituras são inspirados por DEUS.
O que significam as palavras "inspiração verbal"? Significa que cada palavra foi inspirada pelo ESPÍRITO SANTO (1 Co 2.13).
Segundo a lição, qual é o propósito das Escrituras? O propósito das Escrituras é o ensino para a salvação em JESUS.

CONSULTE - Revista Ensinador Cristão - CPAD, nº 71, p. 36

Resumo Rápido da Lição 1, Inspiração Divina e Autoridade da Bíblia

INTRODUÇÃO
QUE É A DOUTRINA BÍBLICA?
Doutrina: Conjunto de ensinos e crenças que constituem o cânon de fé e prática do cristão. "Doutrina é coisa prática, visto que desperta o coração".
1. Definição. A doutrina é um conjunto de princípios que, tendo como base as Sagradas Escrituras, orienta o nosso relacionamento com DEUS, com a Igreja e com os nossos semelhantes.
2. Objetivos. Aprofundar o nosso conhecimento de DEUS (Os 6.3). Visa a doutrina bíblica à perfeição moral e espiritual do ser humano.
3. Doutrina e costumes. Doutrina não são costumes.
Não podemos dissociar os bons costumes da doutrina. Como aqueles dependem desta, logo: a boa doutrina gera, necessariamente, os bons costumes.
NECESSIDADE DA DOUTRINA
1. A doutrina bíblica nos mantém na salvação em CRISTO.
2. A doutrina bíblica santifica-nos.
3. A doutrina bíblica torna-nos sábios.
A DOUTRINA BÍBLICA E O SERVIÇO CRISTÃO
1. Está presente na evangelização.
2. Está presente na instrução dos santos.
3. Está presente na defesa da santíssima fé.

COMO NÃO HÁ UMA LIÇÃO COM A INTRODUÇÃO DO TRIMESTRE, DEVEMOS PELO MENOS MENCIONAR AOS ALUNOS QUE A IGREJA EVANGÉLICA ASSEMBLEIA DE DEUS
CONFECCIONOU UMA DECLARAÇÃO DE FÉ - O CHAMADO CREMOS - OFICIAL, PARA QUE TODOS POSSAM SABER E FAZER SABER QUE ESSA É NOSSA DOUTRINA
BÍBLICA ACEITA E ENSINADA POR NOSSA DENOIMNAÇÃO. -- LEIA PARA SEUS ALUNOS POR FAVOR - LEIA PARA A IGREJA POR FAVOR.

Cremos
1. Na inspiração divina verbal e plenária da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé e prática para a vida e o caráter cristão (2 Tm 3.14-17);
2. Em um só DEUS, eternamente subsistente em três pessoas distintas que, embora distintas, são iguais em poder, glória e majestade: o Pai, o Filho e o ESPÍRITO SANTO; Criador do Universo, de todas as coisas que há nos céus e na terra, visíveis e invisíveis, e, de maneira especial, os seres humanos, por um ato sobrenatural e imediato, e não por um processo evolutivo (Dt 6.4; Mt 28.19; Mc 12.29; Gn 1.1; 2.7; Hb 11.3 e Ap 4.11);
3. No Senhor JESUS CRISTO, o Filho Unigênito de DEUS, plenamente DEUS, plenamente Homem, na concepção e no seu nascimento virginal, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e em sua ascensão vitoriosa aos céus como Salvador do mundo (Jo 3.16- 18; Rm 1.3,4; Is 7.14; Mt 1.23; Hb 10.12; Rm 8.34 e At 1.9);
4. No ESPÍRITO SANTO, a terceira pessoa da Santíssima Trindade, consubstancial com o Pai e o Filho, Senhor e Vivificador; que convence o mundo do pecado, da justiça e do juízo; que regenera o pecador; que falou por meio dos profetas e continua guiando o seu povo (2 Co 13.13; 2 Co 3.6,17; Rm 8.2; Jo 16.11; Tt 3.5; 2 Pe 1.21 e Jo 16.13); 5. Na pecaminosidade do homem, que o destituiu da glória de DEUS e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de JESUS CRISTO podem restaurá-lo a DEUS (Rm 3.23; At 3.19);
6. Na necessidade absoluta do novo nascimento pela graça de DEUS mediante a fé em JESUS CRISTO e pelo poder atuante do ESPÍRITO SANTO e da Palavra de DEUS para tornar o homem aceito no Reino dos Céus (Jo 3.3-8, Ef 2.8,9);
7. No perdão dos pecados, na salvação plena e na justificação pela fé no sacrifício efetuado por JESUS CRISTO em nosso favor (At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26; Hb 7.25; 5.9);
8. Na Igreja, que é o corpo de CRISTO, coluna e firmeza da verdade, una, santa e universal assembleia dos fiéis remidos de todas as eras e todos os lugares, chamados do mundo pelo ESPÍRITO SANTO para seguir a CRISTO e adorar a DEUS (1 Co 12.27; Jo 4.23; 1 Tm 3.15; Hb 12.23; Ap 22.17);
9. No batismo bíblico efetuado por imersão em águas, uma só vez, em nome do Pai, e do Filho, e do ESPÍRITO SANTO, conforme determinou o Senhor JESUS CRISTO (Mt 28.19; Rm 6.1-6; Cl 2.12);
10. Na necessidade e na possibilidade de termos vida santa e irrepreensível por obra do ESPÍRITO SANTO, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas de JESUS CRISTO (Hb 9.14; 1 Pe 1.15);
11. No batismo no ESPÍRITO SANTO, conforme as Escrituras, que nos é dado por JESUS CRISTO, demonstrado pela evidência física do falar em outras línguas, conforme a sua vontade (At 1.5; 2.4; 10.44-46; 19.1-7);
12. Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo ESPÍRITO SANTO à Igreja para sua edificação, conforme sua soberana vontade para o que for útil (1 Co 12.1-12);
13. Na segunda vinda de CRISTO, em duas fases distintas: a primeira — invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja antes da Grande Tribulação; a segunda — visível e corporal, com a sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (1 Ts 4.16, 17; 1 Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc 14.5; Jd 1.14); 14
14. No comparecimento ante o Tribunal de CRISTO de todos os cristãos arrebatados, para receberem a recompensa pelos seus feitos em favor da causa de CRISTO na Terra (2 Co 5.10);
15. No Juízo Final, onde comparecerão todos os ímpios: desde a Criação até o fim do Milênio; os que morrerem durante o período milenial e os que, ao final desta época, estiverem vivos. E na eternidade de tristeza e tormento para os infiéis e vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis de todos os tempos (Mt 25.46; Is 65.20; Ap 20.11-15; 21.1-4).
16. Cremos, também, que o casamento foi instituído por DEUS e ratificado por nosso Senhor JESUS CRISTO como união entre um homem e uma mulher, nascidos macho e fêmea, respectivamente, em conformidade com o definido pelo sexo de criação geneticamente determinado (Gn 2.18; Jo 2.1,2; Gn 2.24; 1.27).

CAPÍTULO I.
SOBRE AS SAGRADAS ESCRITURAS
Nossa declaração de fé é esta: cremos, professamos e ensinamos que a Bíblia Sagrada é a Palavra de DEUS, única revelação escrita de DEUS dada pelo ESPÍRITO SANTO, escrita para a humanidade e que o Senhor JESUS CRISTO chamou as Escrituras Sagradas de a “Palavra de DEUS”; que os livros da Bíblia foram produzidos sob inspiração divina: “Toda a Escritura é inspirada por DEUS e útil” (2 Tm 3.16 – ARA). Isso significa que toda a Escritura foi respirada ou soprada por DEUS, o que a distingue de qualquer outra literatura, manifestando, assim, o seu caráter sui generis. As Escrituras Sagradas são de origem divina; seus autores humanos falaram e escreveram por inspiração verbal e plenária do ESPÍRITO SANTO: “Porque a profecia nunca foi produzida por vontade de homem algum, mas os homens santos de DEUS falaram inspirados pelo ESPÍRITO SANTO” (2 Pe 1.21). DEUS soprou nos escritores sagrados, os quais viveram numa região e numa época da história e cuja cultura influenciou na composição do texto. Esses homens não foram usados automaticamente; eles foram instrumentos usados por DEUS, cada um com sua própria personalidade e talento. A inspiração da Bíblia é especial e única, não existindo um livro mais inspirado e outro menos inspirado, tendo todos o mesmo grau de inspiração e autoridade. A Bíblia é nossa única regra de fé e prática, a inerrante, completa e infalível Palavra de DEUS: “A lei do SENHOR é perfeita” (Sl 19.7). É a Palavra de DEUS, que não pode ser anulada: “e a Escritura não pode falhar” (Jo 10.35 – ARA).

1. Estrutura.
Adotamos o Cânon Protestante e ensinamos, pois, que a Bíblia contém somente 66 livros inspirados por DEUS, estando dividida em duas partes principais, Antigo e Novo Testamento, ambos escritos por ordem de DEUS num período de 1.600 anos aproximadamente e por cerca de 40 homens de estratigrafias distintas, os quais escreveram em lugares e em épocas diferentes, como Moisés: “Disse mais o SENHOR a Moisés: Escreve estas palavras; porque, conforme o teor destas palavras, tenho feito concerto contigo e com Israel” (Êx 34.27); Jeremias (cerca de 800 anos depois): “[...] veio esta palavra do SENHOR a Jeremias, dizendo: Toma o rolo de um livro e escreve nele todas as palavras que te tenho falado sobre Israel, e sobre Judá, e sobre todas as nações, desde o dia em que eu te falei a ti, desde os dias de Josias até hoje” (Jr 36.1,2); e o apóstolo João (no final do primeiro século da era cristã): “[...] E disse-me: Escreve, porque estas palavras são verdadeiras e fiéis” (Ap 21.5). Entretanto, a pluralidade de escritores e os diferentes lugares e épocas em que foi escrita não comprometeram a sua singular homogeneidade, pois se trata do pensamento de um único autor: DEUS.
2. Classificação.
O Antigo Testamento contém 39 livros produzidos antes de CRISTO e está dividido em quatro partes, pela seguinte ordem: Lei – Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio; Históricos – Josué, Juízes, Rute, 1 e 2 Samuel, 1 e 2 Reis, 1 e 2 Crônicas, Esdras, Neemias e Ester; Poéticos – Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes e Cantares de Salomão; Proféticos – Isaías, Jeremias, Lamentações, Ezequiel, Daniel, Oseias, Joel, Amós, Obadias, Jonas, Miqueias, Naum, Habacuque, Sofonias, Ageu, Zacarias e Malaquias. O Novo Testamento contém 27 livros que foram produzidos depois da morte e ressurreição do Senhor JESUS CRISTO e está dividido em quatro partes: Evangelhos – Mateus, Marcos, Lucas e João; Histórico – Atos dos Apóstolos; Epístolas – Romanos, 1 e 2 Coríntios, Gálatas, Efésios, Filipenses, Colossenses, 1 e 2 Tessalonicenses, 1 e 2 Timóteo, Tito, Filemom, Hebreus, Tiago, 1 e 2 Pedro, 1, 2 e 3 João, Judas; e Revelação – Apocalipse. Esses livros autorizados são chamados de canônicos.
3. Propósito.
São dois os propósitos das Escrituras Sagradas: revelar o próprio DEUS e expressar a sua vontade à humanidade. Pelo primeiro, dentre outras formas de revelação, DEUS graciosamente revelou a si mesmo pela Palavra: “Havendo DEUS, antigamente, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, a nós falou-nos, nestes últimos dias, pelo Filho” (Hb 1.1). Pelo segundo propósito, DEUS expressa claramente a sua vontade redentora a todos e a cada um dos seres humanos sem nenhuma acepção de pessoas, por meio da fé em JESUS CRISTO: “Porque nele se descobre a justiça de DEUS de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá da fé” (Rm 1.17). Assim sendo, o Senhor JESUS CRISTO é o centro das Escrituras. Ele mesmo disse: “São estas as palavras que vos disse estando ainda convosco: convinha que se cumprisse tudo o que de mim estava escrito na Lei de 16 Moisés, e nos Profetas, e nos Salmos” (Lc 24.44). Tudo o que precisamos saber sobre DEUS e a nossa redenção está suficientemente revelado em sua Palavra. Ela é o manual de DEUS para toda a humanidade, e suas instruções visam, também, à felicidade humana e o bem-estar espiritual e social de todos os seres humanos.
4. O poder da Palavra de DEUS.
A Bíblia revela o seu poder de forma clara e inconfundível. Ela emprega uma metáfora para mostrar esse poder quando chama a si mesma de “a espada do ESPÍRITO, que é a palavra de DEUS” (Ef 6.17). O seu poder é capaz de destruir as fortalezas de Satanás6 , como também pode penetrar no mais íntimo do ser humano.7 O próprio Senhor JESUS CRISTO derrotou Satanás usando o poder das Escrituras Sagradas quando foi tentado por este no deserto. JESUS evitou qualquer outro argumento, abriu mão do uso de seus poderes sobrenaturais, característicos do seu ministério terreno, e disse apenas “está escrito”, e isso por três vezes. Citou a Lei de Moisés, o livro de Deuteronômio: “[...] Está escrito: Nem só de pão viverá o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de DEUS” (Mt 4.4);8 “[...] Também está escrito: Não tentarás o Senhor, teu DEUS” (v. 7);9 “[...] Porque está escrito: Ao Senhor, teu DEUS, adorarás e só a ele servirás” (v. 10).
5. Os livros apócrifos e pseudoepígrafos.
Não reconhecemos a autoridade espiritual dos livros apócrifos, nem dos pseudoepígrafos, chamados pelos católicos romanos, respectivamente, de deuterocanônicos e apócrifos. O Senhor JESUS fez menção das Escrituras Sagradas dos seus dias, a Bíblia tripartida dos judeus, “Lei, Profetas e Escritos”, e nelas não constam esses livros, pois nunca fizeram parte do Antigo Testamento dos judeus. Os livros apócrifos (palavra que significa “escondido”) apresentam erros históricos e geográficos, bem como anacronismos, além de ensinarem doutrinas falsas e práticas divergentes das Escrituras inspiradas, a exemplo da oração pelos mortos. Os pseudoepígrafos (palavra que significa “falso escrito”) foram produzidos por autores anônimos e espúrios, que atribuíram indevidamente sua autoria a profetas e apóstolos.
6. Mensagem.
A Bíblia é, portanto, a mensagem clara, objetiva, entendível, completa e amorosa de DEUS, cujo alvo principal é, pela persuasão do ESPÍRITO SANTO, levar-nos à redenção em JESUS CRISTO. Nós a interpretamos sob a orientação do ESPÍRITO SANTO, observando as regras gramaticais e o contexto histórico e literário.
A Bíblia fornece-nos, ainda, o conhecimento essencial e indispensável à nossa comunhão com o Pai Celeste e com o nosso próximo. Assim sendo, não necessitamos de uma nova revelação extraordinária ou pretensamente canônica para a nossa salvação e o nosso crescimento espiritual. O próprio DEUS ordena que conservemos íntegra a sua Palavra: “Nada acrescentareis à palavra que vos mando, nem diminuireis dela, para que guardeis os mandamentos do SENHOR, vosso DEUS, que eu vos mando” (Dt 4.2. O livro de Provérbios reafirma a inteireza e a pureza da Bíblia Sagrada: “Toda palavra de DEUS é pura; escudo é para os que confiam nele. Nada acrescentes às suas palavras, para que não te repreenda, e sejas achado mentiroso” (Pv 30.5,6). No encerramento do cânone divino, o Senhor JESUS chancela a integridade e a completude da Bíblia Sagrada: “Porque eu testifico a todo aquele que ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém lhes acrescentar alguma coisa, DEUS fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro; e, se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, DEUS tirará a sua parte da árvore da vida, e da Cidade Santa, que estão escritas neste livro” (Ap 22.18,19).

E JESUS, respondendo, disse-lhes: Porventura não errais (não sois enganados) vós em razão de não saberdes as Escrituras nem o poder de DEUS? Marcos 12:24

O ideal é conhecer muito das escrituras (Bíblia) e conhecer muito do poder de DEUS - Equilíbrio espiritual. Ser intimo do ESPÍRITO SANTO. ELE nos ajuda a compreender as escrituras da maneira correta. ELE nos ajuda a conhecer JESUS e o PAI. Ele nos faz lembrar do que JESUS nos ensinou. ELE mora dentro de nós. ELE tem o poder para realizar tudo o que é necessário na obra de DEUS. ELE nos ajuda na oração. ELE é o AJUDADOR. . παρακλητος parakletos - Chamado, convocado a estar do lado de alguém, esp. convocado a ajudar alguém. Seria como a pessoa que pega do outro lado na hora de levantar uma mesa do chão. peça ajuda para o ESPÍRITO SANTO quando for ler a Bíblia - JESUS o chamou de professor (vos ensinará).

I - REVELAÇÃO E INSPIRAÇÃO
1. Revelação.
Inspiração é o que DEUS quer dizer. Ai aquele que a recebeu vai escrever isso de sua maneira, com seu vocabulário, com sua cultura, e sua língua.
Revelação é o que está escondido e aparece. Mensagens da criação e futuristas de DEUS sempre são chamadas revelações.

Ele "não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas" (Am 3.7). "revelação", apocalipsis, em grego, significa o ato e o efeito de tirar o véu que encobre o desconhecido.
DEUS revela a si mesmo, a sua vontade e natureza e os demais mistérios pela Bíblia.
Todas as partes da Bíblia são igualmente inspiradas e os escritores não foram usados inconscientes, mas cooperava com eles o ESPÍRITO SANTO, que os capacitava. Homens santos escreveram a Bíblia com as palavras de seu vocabulário, mas numa influenciante presença do ESPÍRITO SANTO, escrevendo a PALAVRA DE DEUS.
REVELAÇÃO X INSPIRAÇÃO:
Revelação é a ação de DEUS que se dá a conhecer ao Escritor e que o homem sozinho, nada pode saber (Dn.12.8; 1 Pe. 1:10,11). Inspiração não implica em revelação. Toda a Bíblia foi inspirada, mas nem toda ela foi revelada: Ex. de Revelação: Gênesis, sonhos de José, escritos de Paulo (Gl. 1:11; Ef.3:3).
Apocalipse: (Ap.) Revelação dos Últimos Tempos. Autor João,90 A.D.Revelação de JESUS para as 7 igrejas da Ásia.

2. Inspiração.
"homens santos falaram da parte de DEUS, movidos pelo ESPÍRITO SANTO" (2 Pe 1.21, ARA).
Inspiração é o que DEUS quer dizer. Ai aquele que a recebeu vai escrever isso de sua maneira, com seu vocabulário, com sua cultura, e sua língua.
Revelação é o que está escondido e aparece. Mensagens da criação e futuristas de DEUS sempre são chamadas revelações.

INSPIRAÇÃO - Dicionário da Bíblia de John D. Davi
INSPIRAÇÃO
Os termos inspiração e inspirado empregam-se em sentido muito lato nas Escrituras. Encontram-se apenas duas vezes em nossa Bíblia, em sentido religioso: em Jó 32: 8 e 2 Tm 3:16. Na primeira passagem, para dar expressão ao fato que os homens não são independentes de DEUS como entes intelectuais, mas que, grandes e pequenos, velhos e moços, a todos igualmente, "a inspiração do Todo-Poderoso dá a inteligência. "Na segunda passagem o termo inspirado, tem um sentido mais próprio e específico, como predicado direto das Escrituras, afirmando que elas são divinas e que contem a virtude de ser proveitosas para os grandes fins a que se destinam. O Apóstolo refere-se às Escrituras do Antigo Testamento em particular, que eram os livros sagrados dos judeus. Não quer isto dizer, porém, que os outros escritos que hoje formam o todo das Escrituras não merecem o mesmo valor. Esta qualidade constitui o característico fundamental das Escrituras e é expressa no original grego por uma palavra composta: inspirado-por-DEUS, theopneusta, para determinar a origem da inspiração. Acrescenta o apóstolo, como base do valor das Escrituras, que todas elas são dadas por inspiração divina, e, portanto úteis para a salvação. A inspiração, segundo ele diz, é, pois a qualidade fundamental das Escrituras, em virtude da qual, são a palavra de DEUS, e se revestem de todos os predicados que lhe são devidos. De acordo com o ensino desta passagem clássica, todas as Escrituras são uniformemente reconhecidas como a própria palavra de DEUS, contendo todas as qualidades inerentes à sua origem divina. Por isso, elas possuem os títulos exclusivos de Escrituras, as Escrituras, os Oráculos de DEUS, Rm 3: 2, palavras de vida, At 7: 38. Oráculos de vida endossadas pela fórmula Esta escritura, freqüentemente empregada para indicar a fonte autorizada donde procedem. Comprova-se ainda pelas constantes referências a DEUS como seu autor, At 13: 34; 1Co 6: 16; Mt 1: 22; 2: 15; Rm 1: 2, e mais especialmente ao ESPÍRITO SANTO, Hb 3: 7; 9: 8; 10: 15; At 1: 16; 4: 25; 28: 25. Mesmo quando, nas passagens originais, estas palavras não sejam atribuídas a DEUS, devem ser a ele atribuídas por fazerem parte das Escrituras, At 4: 24, 25; 13: 34, 35; Mt 19: 5; Hb 1: 6, 7, 8, 10; 4: 4, 7; 7: 21; 10: 30. Por outro lado os escritores da Bíblia, falando por boca do ESPÍRITO SANTO, Mc 12: 36; Mt 22: 43, são considerados como canais de DEUS pelos quais DEUS falava aos homens, Mt 1: 22; 2: 15; At 1: 16; 4: 25; 28: 25; Rm 1: 2. Conseqüentemente, todas as palavras das Escrituras são autorizadas, nenhum de seus mandamentos deve ser violado, Mt 22: 43; Jo 10: 34, 35; Gl 3: 16, todas as suas profecias terão de ser cumpridas, 2 Pe 1: 20; Jo 19: 36, 37; 20: 9; At 1: 16; comp. Ed 1: 1; Dn 9: 2, e todo o seu conteúdo, quer seja história, quer doutrinário, quer ético, não somente merece fé, como também deve ser considerado como elemento valioso ao proveito espiritual das criaturas em todos os tempos, 2 Tm 3: 16; Rm 15: 4; 1 Co 10: 11; Rm 4: 23; 9: 17; 1 Co 9: 10; Gl 3: 8, 22; 4: 30; 1 Pe 2: 6; comp. 2 Cr 17: 9; Ne 8: 1. Os livros do Novo Testamento tem o mesmo direito à inspiração como os do Antigo e participam com eles de todos os predicados que lhe são inerentes como se prova pelas referências a eles feitas, 1Co 7: 40; 14: 37; 2 Ts 3: 4, 14; Gl 1: 8, pela igual classificação de seus autores como órgãos do ESPÍRITO SANTO, 1 Ts 2: 13; 4: 2; 1 Co 2: 13, 16; 7: 40, e pela inclusão dos livros do Novo Testamento sob o mesmo título sagrado de Escrituras, 2 Pe 3: 16; 1 Tm 5: 18. B. W.

3. A forma de comunicação.
O processo de comunicação divina sempre foi o mesmo - palavra dita diretamente aos ouvidos do ouvinte ou em seu interior, sonhos, visões, imagens (Jr 1.11-13), tambéem através de mensagens entregues por anjos. DEUS PAi se manifestou mais no Antigo Testamento enquanto JESUS se manifestou mais no Novo Testamento (apareceu algumas vezes em Teofanias no AT, como anjo do SENHOR).
A revelação aos apóstolos no Novo Testamento veio diretamente do Senhor JESUS CRISTO (Gl 1.11,12; 2 Pe 1.16-18; 1 Jo 1.3) e do ESPÍRITO SANTO (Ef 3.4,5). Por sermos templo do ESPÍRITO SANTO DEUS nos fala mais agora através deste, em nosso interior.
DEUS continua nos falando de várias maneiras e usa mais sua Palavra escrita para nos dizer o que deseja que façamos, seja usando alguém ou ao lermos sua bendita Palavra.

II - A INSPIRAÇÃO DIVINA
1. A inspiração divina.
A POSIÇÃO CONSERVADORA
Os ortodoxos afirmamos que a Bíblia é a Palavra de DEUS. Dessa forma, colocamo-la no lugar em que ela tem de estar: como a nossa suprema e inquestionável arbitra em matéria de fé e prática. Se a Escritura diz, é a nossa obrigação ser-lhe obediente sem quaisquer questionamentos. Ela é soberana! Os cristãos jamais deixaram de ser dogmáticos quanto à origem divina da Bíblia.
A Igreja Primitiva. Firmados, principalmente, em 2 Timóteo 3.16 e 2 Pedro 1.20,21, os cristãos primitivos tinham os profetas hebreus como oráculos de DEUS. Igual deferência concediam eles aos escritos dos apóstolos de nosso Senhor e daqueles que lhes foram íntimos seguidores — Marcos e Lucas, por exemplo.
No século II, quando o herege Marcião se insurgiu contra as Sagradas Escrituras, tentando extirpar do cânon os livros apostólicos, por considerá-los escandalosamente judaicos, os líderes da igreja condenaram-no em uníssono e energicamente. Atuando como porta-voz dos pastores e bispos, Tertuliano escreveu Contra Marcião, numa apaixonada apologia do cânon atual da Bíblia Sagrada.
Orígenes de Alexandria, nascido no Egito por volta de 185, também saiu com presteza, a fim de defender o cânon das Sagradas Escrituras. Ele asseverou que tanto as Escrituras do Antigo quanto as do Novo Testamentos foram inspiradas pelo mesmo ESPÍRITO SANTO. Logo, acrescenta o doutor alexandrino, “as Escrituras Sagradas foram redigidas pelo ESPÍRITO de DEUS”.
Nascido em 296, Atanásio tornou-se conhecido como o pai da ortodoxia em virtude de seu apaixonado zelo pela pureza doutrinária da fé cristã. A semelhança de seus predecessores, fez ele uma brilhante apologia da inspiração divina das Escrituras Sagradas como a Palavra de DEUS.
Os reformadores. Ao deflagrar a Reforma Protestante, Martinho Lutero fez questão de ressaltar a importância da Bíblia Sagrada como a Palavra de DEUS. Se até àquele dia a igreja de Roma tinha as suas tradições como mais importantes que as Sagradas Escrituras, veio Lutero e afirmou que estas são a nossa única norma em matéria de fé e prática. Foi a partir desse ponto doutrinai que Lutero revolucionou espiritualmente a igreja de CRISTO, levando os fiéis a depositarem toda a sua confiança no Antigo e no Novo Testamento.
Cognominando a Bíblia como o berço que traz o CRISTO, Lutero — natural de Eisleben, na Alemanha— defendeu ardorosamente a inspiração divina das Sagradas Escrituras. Exortava ele os cristãos a lerem a Palavra de DEUS sob a luz de CRISTO.
João Calvino, de igual modo, sustentava a origem divina da Bíblia:

Visto que DEUS se comunicou por sua Palavra de Vida a todos os que Ele recebeu por sua graça, disso devemos inferir que os fez participantes da vida eterna. Eu digo que na Palavra de DEUS há tal eficácia de vida que a sua comunicação é uma segura e certa vivifcação da alma. Entendo por comunicação não a geral e comum, que se propaga por céus e terra t sobre todas as criaturas do mundo. Porque, conquanto esta vivif que todas as coisas conforme a sua respectiva natureza diversa, todavia não livra nada nem ninguém da corrupção. Mas a comunicação a que me refiro ê especial, e por esta a alma dos crentes é iluminada no conhecimento de DEUS e de algum modo é ligada a Ele.

Os pen tecos tais. A comunidade de fé pentecostal, formada principalmente pelas Assembléias de DEUS, sempre acreditou ser a Bíblia a inspirada, inerrante, infalível e completa Palavra de DEUS. Vejamos como se posicionaram alguns de nossos maiores e mais respeitados teólogos.
O missionário finlandês Lars Eric Bergstén, que, durante cinco décadas peregrinou pelo Brasil, ensinando a lídima doutrina bíblica, assim se posicionou acerca das Sagradas Escrituras:
DEUS, que antigamente falou “muitas vezes e de muitas maneiras aos país”, queria que a sua Palavra não jicasse guardada pelos homens apenas através da experiência com Ele ou pela tradição falada, isto é, os país contando para os seus filhos, etc. DEUS queria que as verdades reveladas fossem conservadas em um autêntico documento. Por isso, Ele mesmo tomou as providências para que suas palavras, revelações e acontecimentos — maravilhas operadas em meio ao seu povo —fossem escritos.

Antonio Gilberto, um dos maiores teólogos do Brasil, afirmou acerca da origem divina da Bíblia:
E a revelação de DEUS à humanidade. Seu autor ê DEUS mesmo. Seu real intérprete é o ESPÍRITO SANTO. Seu assunto central é o Senhor JESUS CRISTO.

A INSPIRAÇÃO DIVINA DA BÍBLIA SAGRADA
Matthew Henry — um dos maiores expositores das Sagradas Escrituras é categórico ao se referir à inspiração da Bíblia: “As palavras das Escrituras devem ser consideradas palavras do ESPÍRITO SANTO”. Como não concordar com Henry? Basta ler a Bíblia para sentir, logo em suas palavras iniciais, a presença do ESPÍRITO SANTO.

Que outro livro trouxe tanta mudança à humanidade como a Bíblia Sagrada? Homero, Aristóteles, Camões, Karl Marx? O Capital de Marx, por exemplo, embora considerado a “bíblia” do comunismo, é tão seco e árido que dificilmente alguém consegue lê-lo do início ao fim. A Escritura, porém, vem sendo lida de geração em geração com o mais vivo interesse. O imperador brasileiro Dom Pedro II revelou que a lia cotidianamente.
Qual a diferença entre ela e os demais livros? Sem dúvida, a sua inspiração.
Definição etimológica. A palavra “inspiração” vem de dois vocábulos gregos: theo, “DEUS”; e pneustos, “sopro”. Literalmente, significa: “aquilo que é dado pelo sopro de DEUS”.
Definição teológica. “Ação sobrenatural do ESPÍRITO SANTO sobre os escritores sagrados, que os levou a produzir, de maneira inerrante, infalível, única e sobrenatural, a Palavra de DEUS — a Bíblia Sagrada” (Dicionário Teológico, de Claudionor de Andrade, CPAD).
Em português, a palavra “inspirar” é originária do verbo latino inspirare, que significa: “introduzir ar nos pulmões”. È um processo fisiológico tão necessário à vida, que a mantém em pleno funcionamento. È algo automático; independe de nossa vontade. Basta estarmos vivos para que o ar nos entre pela boca e pelas narinas e nos chegue até os pulmões.
Assim também ocorreu com os santos profetas e apóstolos usados para escrever a Bíblia Sagrada. O ESPÍRITO SANTO insuflou-lhes a Palavra de DEUS de tal forma, que foram eles impulsionados a registrar os arcanos e desígnios divinos de maneira sobrenatural, inerrante, infalível e singular. Nenhum outro livro foi inspirado dessa forma; foi um milagre que se deu na área do conhecimento humano e nunca mais se repetiu.
Inspiração verbal e plenária da Bíblia. È a doutrina que assegura ser a Bíblia, em sua totalidade, produto da inspiração divina. Plenária: todos os livros da Bíblia, sem qualquer exceção, foram igualmente inspirados por DEUS. Verbal: o ESPÍRITO SANTO guiou os autores não somente quanto às idéias, mas também quanto às palavras dos mistérios e concertos do Altíssimo (2Tm 3.16).
A inspiração plenária e verbal, todavia, não eliminou a participação dos autores humanos na produção da Bíblia. Pelo contrário: foram eles usados de acordo com seus traços personais, experiências e estilos literários (2 Pe 1.21).
Se no profeta Isaías deparamo-nos com um estilo sublime e clássico, em Amós encontramos um prosa simples e humilde, como os campos palmilhados pelo
mensageiro campesino. E, se em Paulo encontramos um grego que se amolda à dicção do heleno ático, em Marcos encontramos um grego humilde como humilde era o seu autor. Contudo, tanto nos primeiros como nos segundos, não podemos negar a exatidão e a ortodoxia da inspirada Palavra de DEUS.
A inspiração da Bíblia ê única. Conforme já dissemos, além da Bíblia, nenhum outro livro foi produzido de maneira sobrenatural e inconfundivelmente divina. Eis porque a Palavra de DEUS é a obra-prima por excelência da raça humana. Até mesmo os seus mais arrebatados inimigos são obrigados a se curvar ante a sua beleza suprema e célica. Haja vista em todas as universidades realmente importantes haver uma cadeira dedicada ao idioma hebraico por causa da crescente importância da Bíblia.
Aliás, não fora a Palavra de DEUS, a civilização ocidental, como a conhecemos, seria impossível. O que os gregos não lograram com a sua filosofia e lógica, a Bíblia alcançou através de sua mensagem, que, embora singela, derrubou grandes reinos e impérios.
Declaração doutrinária das Assembléias de DEUS no Brasil. “Cremos na inspiração verbal da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão”. A maioria das denominações evangélicas, realmente conservadoras, tem a Bíblia como a inspirada Palavra de DEUS. Sem esse artigo de fé, o evangelismo perde todo o seu conteúdo.
Evidências da inspiração divina da Bíblia. Há evidências que nos indicam ser a Bíblia a Palavra inspirada de DEUS? Basta uma leitura das Sagradas Escrituras para se concluir, de imediato, terem sido elas produto da ação direta do ESPÍRITO SANTO sobre os hagiógrafos, levando-os a escrever os livros que fazem parte do cânon bíblico.
Entre as evidências, que nos indicam a procedência divina das Escrituras Sagradas, podemos citar:
A influência na vida do ser humano. Que outro livro, a não ser a Bíblia, é capaz de transformar radicalmente o homem? Temos testemunhos emocionantes de homens, mulheres, jovens e crianças que, no contato com a Palavra de DEUS, se tornaram novas criaturas.
A influência na história da humanidade. Ultrapassando as fronteiras de Israel, de onde provieram quase todos os seus escritores, a Bíblia foi a responsável direta pela criação da cultura ocidental. A influência do SANTO Livro, aliás, ultrapassou o Ocidente e, hoje, faz com que a Palavra de DEUS seja admirada em países que sempre se opuseram ao cristianismo. Haja vista a China e o Japão. Até mesmo nos países árabes, que se deixam conduzir pelo Alcorão, a influência das Escrituras é mais que notória.
A influência na vida moral da humanidade. Sem a Bíblia Sagrada, estaria a humanidade mergulhada em densas trevas espirituais e morais. O homem em nada haveria de diferir das bestas feras. Todavia, a moralidade que a Bíblia vem exigindo do ser humano, desde os Dez Mandamentos, vem elevando os filhos de Adão aos mais altos ideais, impedindo que se degenerem.
2. Uma avaliação exegética.
O que é Exegese Bíblica?
A exegese consiste em compreender um ou mais textos bíblicos em sua forma e em sua essência, através de um trabalho minucioso de explicação e interpretação, usando vários recursos e instrumentos científicos para entender os contextos histórico e literário do texto sagrado. A exegese distingue-se de outras interpretações bíblicas pelo seu caráter mais científico, detalhado e aprofundado.

Qual a necessidade da Exegese Bíblica?
Exegese torna-se necessário pelo fato de que nós, como leitores, estamos entre 2000 e 4000 anos separados da realidade do texto. • A cultura, os costumes, a história, a cosmovisão, e especialmente a língua do contexto original criam uma distância muito grande entre nós e o texto.
Aquilo que os leitores originais entendiam naturalmente exige de nós horas e horas de análise cuidadosa.
Exegese existe para construir uma ponte entre nosso século e a "realidade" da audiência original.
Todos os passos da Exegese constituem uma tentativa de aproximação do significado do texto bíblico.

Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça; 2 Timóteo 3:16 . Essa deve ser a tradução certa e adotada por nós. A bíblia toda é inspirada por DEUS. O que está escrito na Bíblia toda tem proveito para ensinar, repreender, corrigir, instruir em justiiça a quem quer que seja.

2 Tm 3.
16 A Bíblia inteira nos foi dada por inspiração de Deus, e é útil para nos ensinar o que é verdadeiro, e para nos fazer compreender o que está errado em nossas vidas; ela nos endireita e nos ajuda a fazer o que é correto.
BOA TRADUÇÃO DA BIBLIA VIVA.
16 Pois toda a Escritura Sagrada é inspirada por Deus e é útil para ensinar a verdade, condenar o erro, corrigir as faltas e ensinar a maneira certa de viver. NTLH BOA TRADUÇÃOTAMBÉM
16 Toda- e- cada Escritura é dada- por- assopro- de- Deus e proveitosa para doutrinação, para reprovação, para correição, para paternal- instrução- até- por- castigos (aquela que é em justiça), LTT BOA TRADUÇÃO TAMBÉM
16 Toda a Escritura é inspirada por Deus e serve Notas para ensinar, convencer, corrigir e educar, segundo a vontade de Deus, BPT BOA TRADUÇÃO TAMBÉM
16 Toda a Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para o ensino, para a exposição de erros, para a correção, e para a instrução na justiça. BIBLIA LIVRE BOA TRADUÇÃO TAMBÉM.

Muito boas as traduções diversas.

Podemos dizer, que há pelo menos 6 “abismos” entre nós e o texto sagrado:
a. Abismo Cronológico - Quem foi usado para escrever o texto viveu num outro tempo e nós não estávamos lá. Não podemos então conversar com os autores, nem com os primeiros ouvintes e leitores para entender naturalmente o significado do que escreveram. Estamos separados pelo tempo.
b. Abismo Geográfico - Especialmente nós, daqui do Ocidente, estamos a quilômetros de distância da região e dos países onde se deram os fatos narrados na Bíblia. O texto faz parte de um espaço geográfico diferente do nosso.
c. Abismo Cultural - O texto, alvo de nossa Exegese, tem como pano de fundo uma cultura, que nada mais é do que o aspecto da vida social que se relaciona com a produção do saber, arte, folclore, mitologia, costumes, etc. Assim, o jeito de olhar pra vida na cultura onde o texto estava inserido originalmente, tende a ser bastante diferente da percepção moderna e ocidental.
d. Abismo Lingüístico - Há um “sofrimento”, um dano ao texto no ato da tradução e isso é inevitável. A estrutura gramatical, o jeito de escrever (falta de pontuação, acentos e separação entre palavras), as peculiaridades da língua grega, algumas expressões incomuns ou de sentido obscuro, a qualidade dos fragmentos de texto aos quais temos acesso, a possibilidade de erros na transmissão do texto, constituem um abismo entre o exegeta moderno e o texto.
e. Abismo Literário - O estilo e a forma de escrita do texto do Novo testamento difere do nosso estilo atual de escrever. Não é tão comum assim em nossa escrita o uso de imagens, parábolas e provérbios como era nos tempos do NT.

Exegese nas Epístolas de Paulo e nas Cartas Gerais:
As cartas de Paulo são várias vezes maiores do que as cartas médias da antiguidade, pelo que Paulo, em certo sentido, foi o inventor de uma nova forma literária – a epístola. No mundo greco-romano, as cartas particulares eram escritas usando, em média, 90 palavras. Missivas literárias, como as de Cícero, o estadista romano ou de Sêneca, o filósofo, chegavam a contar com 200 palavras, o que ocupava geralmente apenas uma folha de papiro. A menor carta de Paulo, Filemom, possui 335 palavras e a maior, Romanos, 7.101.28
O principal material de escrita na antiguidade era o papiro. O pergaminho para o preparo de livros do NT foi usado somente a partir do séc. III d.C.29
O papiro era feito com tiras estreitas da medula do caule de uma planta conhecida por esse nome (pavpuro") que parecia ser uma espécie de junco que crescia junto às margens de rios e lagos. Tais tiras eram coladas com uma substância glutinosa que era extraída delas mesmas quando prensadas. Diz-se que a medida de uma folha de papiro usada para o registro das cartas de Paulo girava em torno de 34 cm por 28 cm. O texto era disposto numa folha em colunas de cerca de 7 cm de largura cada com um intervalo no meio de uns 2 cm. Também várias folhas poderiam ser coladas pela extremidade umas as outras formando assim um rolo que não passava de 10 mts. Dentre as cópias de manuscritos do NT, há uma espécie de caderno formado por folhas (que poderia ser de papiro ou pergaminho) pregadas por uma das bordas. A palavra latina Códex é usada para designar este tipo de escrito. O alemão Adolf Deissmann, teólogo luterano (1866-1937) e professor de teologia da Universidade de Berlin, após estudar vários papiros, em cuja descoberta ele mesmo estava envolvido, fez uma diferenciação entre cartas e epístolas, considerando como “cartas verídicas” aquelas que foram endereçadas a uma pessoa ou mais pessoas, e epístolas aquelas destinadas ao público. Para Deissmann, as cartas eram “não-literárias”, enquanto que as epístolas eram uma forma literária artística ou uma espécie de literatura que visava à exposição ao público. Wegner distingue entre cartas, quando se trata de “mensagem entre um remetente e um destinatário conhecido” e epístolas como “tratados a respeito de certos assuntos que, mesmo servindo-se da moldura de cartas, não se dirigem a remetentes específicos, e, sim, visam atingir com sua mensagem, um círculo maior de leitores e leitoras”. Embora tal distinção deva ser vista com cautela, não deixa de ser interessante e válida. A maioria das cartas antigas encontradas tem uma forma bem semelhante às que temos nas páginas do Novo Testamento. Tais cartas se dividem basicamente em seis partes:
1. A apresentação do autor;
2. O nome do destinatário ou endereçado;
3. A saudação inicial;
4. Um desejo ou ações de graças (oração);
5. O conteúdo da carta (corpo);
6. Uma saudação final e despedida.
Atos 15:30 Os que foram enviados desceram logo para Antioquia e, tendo reunido a comunidade, entregaram a epístola. (referindo-se a Carta do Concílio – 15.23-29)
Romanos 16:22 Eu, Tércio, que escrevi esta epístola, vos saúdo no Senhor.
Colossenses 4:16 E, uma vez lida esta epístola perante vós, providenciai por que seja também lida na igreja dos laodicenses; e a dos de Laodicéia, lede-a igualmente perante vós.
1 Tessalonicenses 5:27 Conjuro-vos, pelo Senhor, que esta epístola seja lida a todos os irmãos.
2 Tessalonicenses 3:14 Caso alguém não preste obediência à nossa palavra dada por esta epístola, notai-o; nem vos associeis com ele, para que fique envergonhado.
2 Pedro 3:1 - Amados, esta é, agora, a segunda epístola que vos escrevo; em ambas, procuro despertar com lembranças a vossa mente esclarecida,...
É imprescindível notar que as cartas do NT, independentemente da distinção que Deissmann faz, são “documentos ocasionais”, isto é, elas foram ocasionadas por uma situação especial, numa circunstância específica que envolvia, ou o leitor, ou o próprio autor. A determinação deste contexto específico que “provoca” o escrito constitui a maior parte dos problemas para a Exegese nas epístolas.

3. Autoridade.
1- EXPLICAÇÃO E BASE BÍBLICA PARA A AUTORIDADE BÍBLICA:
“A autoridade das Escrituras significa que todas as palavras nas Escrituras são palavras de DEUS de modo que não crer em alguma Palavra a Bíblia ou desobedecer a ela é não crer em DEUS ou desobedecer a ele” Wayne Gruden
Ou seja, a Bíblia é a Palavra de DEUS, escrita por homens, mas inspirada por DEUS que foram ordenados para que escrevessem de forma fiel aquilo que lhes foi dito.(Nm 22:38, Dt 18:18-20, Jr 1:9;14:14; 23:16-22; 29:31-32; Ez 2:7; 13:1-16). Vemos alguns fatores que garantem a autoridade
bíblica: Todas as palavras nas escrituras são Palavra de DEUS
A Bíblia diz isso a seu próprio respeito: O Apóstolo Paulo afirma que toda a Escritura é inspirada por DEUS e ainda diz a sua completa utilidade, em várias áreas da vida e da necessidade interior e exterior do homem, caracterizando a autoridade, a inspiração, a inerrância e a suficiência bíblica para o homem em qualquer situação ou dificuldade de sua vida. (2 Tm 3:16).
Em 1 Pe 1:21, o apóstolo Pedro nos afirma que nenhuma escritura veio de propósitos humanos e que nenhuma interpretação é particular ou pertence a uma pessoa ou a um grupo restrito, mas sim que foram homens que escreveram e falaram da parte de DEUS, movidos pelo ESPÍRITO SANTO.
Somos convencidos a aceitar as reivindicações da Bíblia de que ela é a Palavra de DEUS, vemos que a partir do momento em que lemos a Bíblia e se inicia a ação do ESPÍRITO SANTO nos mostrando que as palavras da Bíblia são divinas, pois o próprio ESPÍRITO SANTO passa a falar aos nossos corações na palavra da Bíblia e por intermédio delas. Vemos isto com o Apóstolo Paulo nos falando em 1 Co 2:13,14.
As palavras das Escrituras são autocorroborantes. Elas se confirmam e se comprovam entre si mesmas, e não podem ser comprovadas por nada externo, como exemplo, razão humana, exatidão histórica, ou outros argumentos, caso isso aconteça estamos sugerindo que haja algo maior que a própria Escritura. Cremos que as Escrituras são a Palavra de DEUS por que elas reivindicam essa condição e cremos em sua reivindicação porque as
Escrituras são a Palavra de DEUS.
Não é o único meio de comunicação de DEUS, vemos no livro de Hb 1:1, que DEUS falou a nós pelos profetas de muitas maneiras.
Outros indícios, a Bíblia é historicamente precisa, tem coerência interna, contém profecias que se cumpriram centenas de anos mais tarde e estão a se cumprir hoje, influenciou e influencia os rumos da História humana, muda a vida de milhões de pessoas, que encontram a salvação por seu intermédio, tem em seus ensinos uma beleza singular e majestosa e de uma profundidade que nenhum outro livro pode superar e afirma centenas de vezes que é a Palavra de DEUS. Então em virtude do exposto:
2- NÃO CRER EM QUALQUER PALAVRA DA ESCRITURA OU DESOBEDECER A ELAS É NÃO CRER EM DEUS OU DESOBEDECER A ELE.
Vemos que JESUS repreende os discípulos por não crerem nas Escrituras (Lc 24:25). Nós crentes devemos guardar e obedecer às palavras dos discípulos (Jo 15:20). Os cristãos são incentivados a se lembrar “do mandamento do Senhor e Salvador, ensinado pelos apóstolos” (2Pe 3.2). Desobedecer aos escritos tornava as pessoas passivas de afastamento do corpo de CRISTO (2Ts 3:14, 2Co 13:2-3). E, finalmente DEUS se alegra em todo aquele que “treme” diante de sua Palavra (Is 66:2).
3- VERACIDADE DAS ESCRITURAS
Todas as palavras nas Escrituras são inteiramente verdadeiras e não contém erros em nenhum lugar.
A Palavra de DEUS é o padrão definitivo da Verdade.
Nenhum fato novo poderá contradizer a Bíblia
4- AS ESCRITURAS SÃO A AUTORIDADE FINAL
Vemos que DEUS quando deu os mandamentos a Moisés, Ele mandou que Moisés preparasse as tábuas em que Ele escreveu como seu próprio dedo (Ex 31:18), ou seja, escritas pelo próprio DEUS, o Próprio Senhor fez questão de escrever, registrar, para ser lembrado, para não ser alterado, para que fosse de fácil acesso e de mais fácil obediência e que como conhece o homem saberia de sua facilidade de alterá-la se fosse apenas através da tradição oral, tanto é que as tábuas ainda estão guardadas dentro da arca do concerto, que vai ser achada por nós quando da nossa reunião com o Senhor (Ex 25:16; Ap 11:19).
5- AS QUATRO CARACTERÍSTICAS DAS ESCRITURAS
INERRÂNCIA BÍBLICA (1)
Antes de mostrarmos as características dessa inerrância, vimos no item anterior que todas as Palavras escritas na Palavra de DEUS são proveniente s de DEUS e não obedecer a elas significa não obedecer a DEUS e que por Ser Palavra de DEUS e ser impossível que DEUS minta ou fale com
falsidade, então podemos dizer que a Palavra de DEUS é verdadeira e sem qualquer erro, ou destituída de qualquer imperfeição (Sl 12:6, Pv 30:5, Jo 17:17).
Então podemos entender que os manuscritos bíblicos nos seus originais são desprovidos de quaisquer erros e não afirmam nada contrário aos fatos e sempre diz a verdade a respeito de todas as coisas que trata.

Vejamos algumas características da inerrância bíblica:
A Bíblia pode ser inerrante e ainda assim usar a linguagem cotidiana, como já vimos a Bíblia foi escrita por vários autores dos mais variados níveis culturais, portanto foi escrito de acordo com a estrutura de linguagem de cada um, sendo geralmente a linguagem usual do povo, no caso de um homem do povo, ou de um sacerdote, no caso de ser escrita por um sacerdote, ou rica em detalhes quando escrita por um médico, ou numa linguagem mais coloquial quando escrita por pescador ou por vaqueiro;
A Bíblia pode ser inerrante e conter citações livres, no grego original, Koine em que foi escrito o NT não existia sinais de aspas ou pontuações que indicassem a autoria de determinado discurso por parte de uma pessoa, por isso no Original as citações não são diretas e sim livres abertas, porém o que deve ser observado é se elas estão de acordo como conteúdo verdadeiro já existente na própria Palavra;
A inerrância é compatível com construções gramaticais pouco usuais que estão presentes na Bíblia, por conter muitas vezes a linguagem natural do povo comum, ocorrem erros gramaticais, porém foi feita na linguagem natural do povo, mas que não afetam nem destroem a fidedignidade das declarações e do conteúdo sagrado e verdadeiro das Escrituras.

1- ALGUNS DESAFIOS PARA A INERRÂNCIA NOS DIAS DE HOJE
A Bíblia é a única autoridade em questões de “fé e prática”, algumas pessoas nos dizem que a Bíblia só serve para questões relacionada a fé e a questões éticas de comportamento e conduta, o que abre margem para que outras áreas da Bíblia estejam com erros, porém temos que ver que a Palavra de DEUS é a verdade e por ser a verdade e infalível e inerrante em qualquer área, veja o que diz At 24:14.
Em Rm 15:4 diz que tudo o que antes foi escrito foi escrito para o nosso ensino. Podemos dizer que a Bíblia é completamente pura, perfeita e verdadeira. (Sl 12:6, Sl 119:96, Pv 30:5). Vemos que o propósito geral das Escrituras é dizer exatamente tudo o que diz da maneira que diz. Tudo o que está declarado é por que DEUS quis que estivesse declarado, tudo tem o seu propósito, apenas dizer que a Palavra só serve para regra de fé e prática é impor limites a DEUS que não tem limites e é perfeito e poderoso para fazer abundantemente além de tudo o que pedimos ou pensamos.
O termo inerrância é um exagero, a questão da inerrância não está no aspecto gráfico da escrita, mas sim no aspecto de que os propósitos divinos foram atingidos, na perfeição do que foi relatado e escrito, na perfeição do anelo de amor e da grandeza de DEUS que estão relatados na Palavra. Então de maneira nenhuma é exagero dizer que a Palavra é inerrante.
Não possuímos manuscritos inerrantes, portanto não podemos falar de uma Bíblia inerrante. Os erros que se podem encontrar hoje em dia em relação aos manuscritos originais são ínfimos se comparados, chegam a ser menos de 1%, o que podemos falar que mesmo com a tradução permanecerão fiéis em sua integralidade, portanto a inerrância é mantida mesmo nos escritos de hoje mesmo com a diferença que existe em traduções.
Os escritores bíblicos “adaptaram” suas mensagens a idéias falsas correntes na época deles, afirmando tais idéias de modo incidental.
Diz que os escritores incluíram erros ou idéias erradas em seus escritos, só que essa afirmação nega a Soberania de DEUS, nem permite mentira ou erro algum, até por que DEUS não agiria contra o seu próprio caráter.
A inerrância superestima o aspecto divino das Escrituras e
negligencia o aspecto humano. Sabemos que a Bíblia é composta de dois aspectos, o divino e o humano e que se necessita dar a devida atenção a ambos.
Há erros evidentes na Bíblia. O grande problema é que muitas pessoas afirmam que a Bíblia contém vários erros, o maior problema é que esses erros não conseguiram ser comprovados até hoje e cremos que não vão ser. O detalhe é que a idéia de erros na Bíblia parte da visão de cada uma das pessoas, por olharem a Palavra a partir dos seus conceitos e valores. Porém a verdade é que já vão muitos e muitos anos e os erros nunca conseguiram ser comprovados e de lá até hoje a Palavra é viva e eficaz e mais cortante que espada de dois gu7mes e penetra até o mais íntimo do ser (Hb 4:11).
1- PROBLEMAS COM A REJEIÇÃO DA INERRÂNCIA:
Sem a inerrância ao imitar DEUS vamos mentir intencionalmente em questões secundárias.
Sem a inerrância será que podemos confiar em tudo o que DEUS nos diz?
Sem a inerrância, faremos de nossa mente humana um padrão de verdade maior que a Palavra de DEUS.
Sem a inerrância e com alguns pequenos itens errados vamos partir para afirmar que determinadas doutrinas fundamentais também estão erradas.

III - INSPIRAÇÃO PLENA E VERBAL
Inspiração verbal e plenária àa Bíblia. È a doutrina que assegura ser a Bíblia, em sua totalidade, produto da inspiração divina. Plenária: todos os livros da Bíblia, sem qualquer exceção, foram igualmente inspirados por DEUS. Verbal: o ESPÍRITO SANTO guiou os autores não somente quanto às idéias, mas também quanto às palavras dos mistérios e concertos do Altíssimo (2Tm 3.16).
A inspiração plenária e verbal, todavia, não eliminou a participação dos autores humanos na produção da Bíblia. Pelo contrário: foram eles usados de acordo com seus traços personais, experiências e estilos literários (2 Pe 1.21).
Se no profeta Isaías deparamo-nos com um estilo sublime e clássico, em Amós encontramos um prosa simples e humilde, como os campos palmilhados pelo
mensageiro campesino. E, se em Paulo encontramos um grego que se amolda à dicção do heleno ático, em Marcos encontramos um grego humilde como humilde era o seu autor. Contudo, tanto nos primeiros como nos segundos, não podemos negar a exatidão e a ortodoxia da inspirada Palavra de DEUS.
A inspiração da Bíblia ê única. Conforme já dissemos, além da Bíblia, nenhum outro livro foi produzido de maneira sobrenatural e inconfundivelmente divina. Eis porque a Palavra de DEUS é a obra-prima por excelência da raça humana. Até mesmo os seus mais arrebatados inimigos são obrigados a se curvar ante a sua beleza suprema e célica. Haja vista em todas as universidades realmente importantes haver uma cadeira dedicada ao idioma hebraico por causa da crescente importância da Bíblia.
Aliás, não fora a Palavra de DEUS, a civilização ocidental, como a conhecemos, seria impossível. O que os gregos não lograram com a sua filosofia e lógica, a Bíblia alcançou através de sua mensagem, que, embora singela, derrubou grandes reinos e impérios.
1. Inspiração plenária.
TEORIA DA INSPIRAÇÃO PLENÁRIA OU VERBAL
Todas as partes da Bíblia são igualmente inspiradas e os escritores não foram usados inconscientes, mas cooperava com eles o ESPÍRITO SANTO, que os capacitava. Homens santos escreveram a Bíblia com as palavras de seu vocabulário, mas numa influenciante presença do ESPÍRITO SANTO, escrevendo a PALAVRA DE DEUS.
2. Inspiração verbal.
Declaração doutrinária das Assembléias de DEUS no Brasil. “Cremos na inspiração verbal da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão”. A maioria das denominações evangélicas, realmente conservadoras, tem a Bíblia como a inspirada Palavra de DEUS. Sem esse artigo de fé, o evangelismo perde todo o seu conteúdo.
Evidências da inspiração divina da Bíblia. Há evidências que nos indicam ser a Bíblia a Palavra inspirada de DEUS? Basta uma leitura das Sagradas Escrituras para se concluir, de imediato, terem sido elas produto da ação direta do ESPÍRITO SANTO sobre os hagiógrafos, levando-os a escrever os livros que fazem parte do cânon bíblico.
Entre as evidências, que nos indicam a procedência divina das Escrituras Sagradas, podemos citar:
1- A influência na vida do ser humano. Que outro livro, a não ser a Bíblia, é capaz de transformar radicalmente o homem? Temos testemunhos emocionantes de homens, mulheres, jovens e crianças que, no contato com a Palavra de DEUS, se tornaram novas criaturas.
2- A influência na história da humanidade. Ultrapassando as fronteiras de Israel, de onde provieram quase todos os seus escritores, a Bíblia foi a responsável direta pela criação da cultura ocidental. A influência do SANTO Livro, aliás, ultrapassou o Ocidente e, hoje, faz com que a Palavra de DEUS seja admirada em países que sempre se opuseram ao cristianismo. Haja vista a China e o Japão. Até mesmo nos países árabes, que se deixam conduzir pelo Alcorão, a influência das Escrituras é mais que notória.
3- A influência na vida moral da humanidade. Sem a Bíblia Sagrada, estaria a humanidade mergulhada em densas trevas espirituais e morais. O homem em nada haveria de diferir das bestas feras. Todavia, a moralidade que a Bíblia vem exigindo do ser humano, desde os Dez Mandamentos, vem elevando os filhos de Adão aos mais altos ideais, impedindo que se degenerem.

IV - ÚNICA REGRA INFALÍVEL DE FÉ E PRÁTICA
1. "Proveitosa para ensinar".
O testemunho da Bíblia quanto à sua suficiência. Dessa forma, exorta Paulo ao jovem m Timóteo: “E que, desde a tua meninice, sabes as sagradas letras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em CRISTO JESUS” (2 Tm 3.15).
A seguir, o mesmo apóstolo mostra a inspiração como prova da completude da Bíblia: “Toda Escritura é divinamente inspirada e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça” (2Tm 3.16).
Bem antes de Paulo o legislador dos hebreus, Moisés, exorta Israel a que preserve a doutrina da completude da Palavra de DEUS: “Nada acrescentareis à palavra que vos mando, nem dimmuireis dela, para que guardeis os mandamentos do Senhor, vosso DEUS, que eu vos mando” (Dt 4.2).
Finalmente, no último livro do cânon sagrado, deixa-nos João esta seriíssima advertência:

Porque eu testifico a todo aquele que: ouvir as palavras da profecia deste livro que, se alguém íbes acrescentar alguma coisa, DEUS fará vir sobre ele as pragas que estão escritas neste livro; e; se alguém tirar quaisquer palavras do livro desta profecia, DEUS tirará a sua parte da árvore da vida e da Cidade Santa, que estão escritas neste livro. Aquele que testifica estas coisas diz: Certamente, cedo venho. Amém! Ora, vem, SenhorJesus! A graça de nosso Senhor JESUS CRISTO seja com todos vós. Amém! (Ap 22.18-2 Vj.
2. A conduta humana.
DEUS não escreveu nenhuma parte da Bíblia
Uma só vez Ele escreveu com o seu dedo os dez mandamentos em tábuas de pedra (cf. Êx 32.15,16). Porém, Moisés, quando viu o bezerro de ouro que os que os israelitas haviam feito, arremessou as tábuas, quebrando-as ao pé do monte (cf. Êx 32.19). JESUS es­creveu uma só vez na terra, mas os pés que andaram por cima daquele lugar apagaram aquela escrita (cf. Jo 8.8).

A escolha divina
Quando DEUS quis dar aos homens o Livro Divino, escolheu e preparou para isto servos seus, aos quais deu uma plena inspiração pelo ESPÍRITO SANTO (1 Pe 1.10-12; 2 Pe 1.21; 1 Tm 3.16; Jó 32.18-20 etc). Cada autor escreveu conscientemente conforme o seu próprlo estilo e vocabulário e a sua maneira individual de se expressar, mas todos sob ainfluência e inspiração do ESPÍRITO SANTO. Assim, as palavras com que registraram o que receberam de DEUS, foram-lhes ensinadas pelo ESPÍRITO SANTO (cf. 1 Co 2.13). Davi, que era rei e profeta, disse: "O ESPÍRITO do Senhor falou por mim, e a sua palavra esteve em minha boca" (2 Sm 23.2). Dessa maneira ficou toda a Bíblia inspirada pelo ESPÍRITO SANTO. É realmente um milagre! O mesmo ESPÍRITO que inspirou Moisés a escrever os primeiros cinco livros da Bíblia (Êx 24.1-4; Nm 33.2), cerca de 1.550 anos antes de CRISTO, inspirou o apóstolo João a "escrever o seu evangelho, as suas três epístolas e o Apocalipse, no ano 90.

3. As traduções da Bíblia.
Falta traduzir a Bíblia para mais de 50% das línguas mundiais diz estudo.
Um estudo recente feito pela Sociedade Bíblica Americana (SBA) mostra que a maioria (72%) dos evangélicos acredita que a Bíblia está disponível em todas as línguas do mundo. Contudo, cerca de 57% das línguas ainda precisam de traduções bíblicas completas.
Realizado pelo Instituto Barna, a pedido da SBA, os dados indicam que apenas 43% dos grupos étnicos realmente podem ter contato com as Escrituras na sua língua materna. O português faz parte do seleto grupo de 636 idiomas cujos falantes podem ter acesso à Bíblia. Entre traduções, versões e paráfrases do texto bíblico, são mais de 20 somente no Brasil.
Das 6.901 línguas conhecidas, 1.859 (31%) ainda não têm ninguém envolvido no processo de tradução da Bíblia. Ao mesmo tempo, outras 2.195 (26%) linguagens já possuem pessoas envolvidas para a disponibilização do texto bíblico.
Bob Creson, presidente da Wycliffe Bible Translators, uma das maiores missões a realizar esse tipo de trabalho, está otimista. Ele afirmou ao The Christian Post que, apesar do grande desafio, o processo de tradução bíblica está mais rápido do que nunca e alcançando um número recorde de línguas.
O experiente missionário afirma: “São 2.195 novos projetos. É o número mais elevado da história. Há mais trabalho acontecendo do que nunca. Recentemente, a tradução completa das Escrituras foi disponibilizada em 27 novas línguas, que totalizam mais de 3 milhões de pessoas.”
“Nós não somos a única organização a fazer traduções da Bíblia, há várias outras. O que tentamos fazer por aqui é comemorar todos os Novos Testamentos e Bíblias que foram traduzidos e impressos em novas línguas”, explica Creson. “A cada seis meses, está ficando cada vez maior o número de conclusões”.
A Wycliffe é a maior incentivadora do projeto que visa ter um trabalho de tradução da Bíblia iniciado em cada uma das línguas do mundo até o ano 2025. A missão está otimista que as 1.859 línguas sem nenhum trabalho de tradução iniciado serão alcançadas nos próximos anos.
“A cada ano iniciamos entre 130 e 160 projetos de tradução”, acrescenta Creson. “É por isso que eu digo que nos próximos 10 anos algo vai mudar estatisticamente em todas essas comunidades.”
1.5 bilhão de pessoas não têm a Bíblia completa disponível
Segundo as estatísticas publicadas no site da Missão Wycliffe, pelo menos 1.5 bilhão de pessoas não têm a Bíblia completa disponível em sua primeira língua, ou língua materna. Mais de 684 milhões possuem o Novo Testamento; outras têm porções ou pelo menos algum nível de tradução ou trabalho preparatório já iniciado.
Existem traduções e/ou desenvolvimento linguísticos ativos em 2.400 línguas em mais de 165 países. A partir de 1º de outubro de 2016, passou a ser usado um novo método para identificar necessidade de tradução entre 160 milhões de pessoas, falando em cerca de 1.800 línguas, onde alguma forma de tradução da Bíblia precisa ser iniciado. http://www.radarmissionario.org/falta-trazudir-biblia-para-mais-de-...

CONCLUSÃO
Deus se revela a nós pela sua palavra e inspirou todos os escritores da Bíblia para que nos comunicasse
a autoridade das escrituras por sua inspiração plena e verbal. A bíblia é nossa única regra infalível de fé e prática e é proveitosa para ensinar a conduta humana. Ainda faltam ser traduzidas as escrituras de DEUS, a Bíblia para a metade das línguas existentes. Prossigamos buscando ajudar esta tão importante tarefa. Siga um plano de Leitura Bíblica – Leia pelo menos um capítulo da Bíblia antes de cada refeição.

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