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LIÇÃO 1, O SURGIMENTO DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE1

LIÇÃO 1, O SURGIMENTO DA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE
Lições Bíblicas do 1º Trimestre de 2012 - CPAD - Jovens e Adultos
A Verdadeira prosperidade - A vida cristã abundante
Comentários da revista da CPAD: Pr. José Gonçalves
Consultor Doutrinário e Teológico da CPAD: Pr. Antonio Gilberto
Complementos, ilustrações, questionários e videos: Ev. Luiz Henrique de Almeida Silva
QUESTIONÁRIO

TEXTO ÁUREO
"Mas, ó homem, quem és tu, que a DEUS replicas? Porventura, a coisa formada dirá ao que a formou: Por que me fizeste assim?" (Rm 9.20).

VERDADE PRÁTICA
O pecado da teologia da prosperidade consiste em sua anulação da soberania de DEUS.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE Lucas 12.13-21
13 - E disse-lhe um da multidão: Mestre, dize a meu irmão que reparta comigo a herança. 14 - Mas ele lhe disse: Homem, quem me pôs a mim por juiz ou repartidor entre vós? 15 - E disse-Ihes: Acautelai-vos e guardai-vos da avareza, porque a vida de qualquer não consiste na abundância do que possui. 16 - E propôs-Ihes uma parábola, dizendo: a herdade de um homem rico tinha produzido com abundância. 17 - E arrazoava ele entre si, dizendo: Que farei? Não tenho onde recolher os meus frutos. 18 - E disse: Farei isto: derribarei os meus celeiros, e edificarei outros maiores, e ali recolherei todas as minhas novidades e os meus bens; 19 - e direi à minha alma: alma, tens em depósito muitos bens, para muitos anos; descansa, come, bebe e folga. 20 - Mas DEUS lhe disse: Louco, esta noite te pedirão a tua alma, e o que tens preparado para quem será? 21 - Assim é aquele que para si ajunta tesouros e não é rico para com DEUS.

VEJAMOS A LIÇÃO DO SEGUNDO TRIMESTRE DE 2006
TEMA – Heresias e modismos – Combatendo os erros doutrinários
COMENTARISTA : Esequias Soares

LIÇÃO 10 – A TEOLOGIA DA PROSPERIDADE

“Muitos me dirão naquele Dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E, em teu nome, não expulsamos demônios? E, em teu nome, não fizemos muitas maravilhas?” (Mt 7.22).

Centrando sua mensagem na saúde física e no acúmulo de bens terrenos, os teólogos da prosperidade menosprezam a salvação em Cristo e os bens celestes.

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE: Mateus 7.15-23

OBJETIVOS: Após esta lição, seu aluno deverá estar apto a:
Interceder pelos que estão presos às distorções doutrinárias.
Aceitar a autoridade das Escrituras acima de qualquer revelação humana.
Explicar a correspondência entre rhema e logos.

PONTO DE CONTATO
Professor, esta lição afeta um modismo presente na atual conjuntura pentecostal brasileira – a Teologia da Prosperidade oriunda da América do Norte. Muitas denominações de tradição pentecostal desenvolvem suas atividades evangelísticas fundamentadas na Teologia da Prosperidade, na Confissão Positiva ou na Palavra da Fé. A Teologia da Prosperidade, portanto, é um movimento que se alastra principalmente nas igrejas pentecostais. Oremos a Deus a fim de que o Corpo de Cristo vença essa avalanche de modismos doutrinários.

SÍNTESE TEXTUAL
O Movimento da Fé ou Movimento da Confissão Positiva, como atualmente conhecemos, surgiu na década de 40 nos Estados Unidos. A origem moderna do movimento remonta a Essek William Kenyon (1867-1948). Kenyon foi pastor de diversas igrejas na Nova Inglaterra e fundador do Instituto Bíblico de Dudley, Massachusetts. Em 1923, fundou a Figueroa Independent Baptist Church (Igreja Batista Independente de Figueroa) em Los Angeles. Além de escritor, Kenyon atuou como evangelista, sendo um dos pioneiros do evangelismo radiofônico. A teologia de Kenyon tem sua origem nas seitas metafísicas do Novo Pensamento (New Thought) e da Ciência Cristã. Os adeptos do Novo Pensamento, crêem que o pensamento cria e modifica a nossa experiência no mundo – razão pela qual enfatizam o pensamento positivo, a auto-afirmação, a oração e a meditação.
O principal divulgador da teologia e pensamento de Kenyon é o pastor Kenneth Hagin, fundador do centro Rhema de Adestramento Bíblico, em Oklahoma.

NA PASSAGEM BÍBLICA SOBRE JÓ PODEMOS APRENDER ALGUMA COISA PARA NOSSA LIÇÃO:
Os amigos de Jó, após verem a sua situação deplorável, passado aquele momento de comoção e pesar e vendo o estado de Jó piorar, começaram a procurar uma justificativa para o que estava acontecendo. Estavam agora, agindo pela razão. Não está errado o cristão procurar saber de Deus o porquê das coisas, desde que não esqueça de reconhecer sua soberania , onisciência, justiça, amor, etc, pois somos muito limitados para entender as coisas de Deus. O Apóstolo Paulo em Ef 3:10 fala da multiforme sabedoria de Deus, o qual tem muitas maneiras de realizar os seus planos em nossas vidas. Formas que geralmente não entendemos , assim como Jó e seus amigos não entenderam.
Todavia, Elifaz, procura como um filósofo a causa de Jó estar passando por tantos infortúnios, tendo por base suas próprias experiências (Jó 4:7,8). Em suma ele conclui que Jó precisava submeter-se a Deus para que fosse abençoado, caso se arrependesse (Jó 5:17,27).
De forma maravilhosa Deus fala, através do profeta Jeremias (9:24) “ Mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em me CONHECER e SABER que eu sou o SENHOR...” Conhecer a Deus é muito mais profundo do que imaginamos. Ele não está limitado em sua maneira de agir com os seus servos. Ele prova a quem quer e como quer. Às vezes agimos como Elifaz baseados em experiências anteriores, somente, e não percebemos o que Deus está fazendo. Temos a tendência de julgarmos as pessoas e dizermos que elas estão em tal situação por que fizeram isto ou aquilo ou deixaram de fazer isto ou aquilo. Não nos restam dúvidas que há exemplos no contexto bíblico que são incontestáveis. Que o homem colherá aquilo que ele semear, que há enfermidades provenientes de pecado, que alguns crentes estão em situações difíceis por negligência espiritual, etc. Porém o livro de Jó nos traz exceções. Pois Deus permitiu que Satanás tocasse na família e vida daquele que era íntegro, reto e temente a Deus (Jó 1:8).

A doutrina de Bildade.
Bildade justificava as tragédias ocorridas com seu amigo Jó, acusando-o de haver falhado em sua obediência a DEUS e queria provar que DEUS só abençoa aqueles que lhe são fiéis e amaldiçoa aqueles que falham.
A fim de fundamentar a sua doutrina, evoca Bildade o testemunho dos antigos: “Porque, eu te peço, pergunta agora às gerações passadas e prepara-te para a inquirição de seus pais. Porque nós somos de ontem e nada sabemos; porquanto nossos dias sobre a terra são como a sombra” (Jó 8.8,9).
A falácia de Bildade.
A doutrina de Bildade é recheada de verdades e mentiras misturadas de modo a enganar aos incautos e faltos de sabedoria. Assim são as modernas músicas "evangélicas" com letras bíblicas e mundanas e sons santos e profanos; e Pregações shows, que trazem ocultamente a maligna Teologia da Prosperidade que tem feito ricos pobres da presença de DEUS e dos pobres, ricos sem DEUS.

1 Tm 6.10 Porque o amor ao dinheiro é raiz de todos os males; e nessa cobiça alguns se desviaram da fé, e se traspassaram a si mesmos com muitas dores.
1) “A Teologia da Prosperidade declara que Deus não diz ‘não’ às orações de seus filhos.” (Ler Dt 3.23-29; 2 Sm 12.15-23; 2 Co 12.7-9.)
2) “A Teologia da Prosperidade diz que devemos orar apenas uma vez por alguma coisa. A oração repetida significa falta de fé.” (Ler Mt 26.44; 2 Co 12.8; Gn 25,21; Lc 1.13.)
3) “A Teologia da Prosperidade ensina que sofrimento significa falta de fé.” (Ler 2 Co 4.8,9; 11.23-29.)
4) “A Teologia da Prosperidade afirma que pobreza não combina com nossa posição de filhos do Rei.” (2 Co 8.9; Tg 5.1,6; 2 Tm 6.9,10,17-19.)

1. A prosperidade material. Sl 73.1-10 = Os Ricos são ímpios em sua grande maioria, porque para ficar rico o homem quase sempre tem que roubar, matar, destruir e mentir, o que é larga e fartamente ensinado por satanás; portanto não é verdade que só os fiéis a DEUS é que são "Prósperos" financeiramente.

2. As provações dos justos. Sabemos que muitos servos de DEUS passaram por pobreza e até pobreza extrema como é o caso de José, Elias, Amós e Lázaro e até os apóstolos; então, como não podemos colocar à prova a fé dos mesmos, concluímos que também os crentes fiéis passam por situações difíceis.

3. A evidência de uma vida piedosa. Creio que DEUS tem um plano para cada um de nós desde que nos submetamos a ELE. Assim DEUS chama uns para serem pobres e na sua pobreza fazer uma grande obra pra ELE; enquanto também chama pessoas de classe média e alta para O servir. Também vemos que ELE chama ricos e os faz pobres, como chama pobres e os faz ricos, tudo está em Seus planos e o que temos que fazer é nos submeter a eles sem murmuração.
Paulo talvez fosse rico antes, mas depois que teve contato com CRISTO viveu sem riquezas materiais. Fp 4:11-12 "... aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas tenho experiência, tanto a ter fartura, como a ter fome, tanto a ter abundância como a padecer necessidade". I Co 4:11-14 "até a presente hora sofremos forme, e sede, e estamos nus, e recebemos bofetadas, e não temos pousada certa. E nos afadigamos, trabalhando com nossas próprias mãos ... mas admoesto-vos como filhos amados". Paulo era um homem sem fé? fraco? débil?
A Teologia da Prosperidade é diabolicamente perversa e mentirosa, porque induz os filhos de Deus a buscar a riqueza, por concluírem ser esta tão importante quanto a salvação.

1. A teologia da miséria.
Existe a "teologia da miséria" pregada por algumas religiões, que visa a salvação através do sofrimento, o que não está correto, pois sendo assim, todos os pobres miseráveis e sofredores seriam salvos sem o sacrifício vicário de CRISTO.
Jó não era justificado nem pela sua riqueza de antes e nem pela sua pobreza de agora e sim pela sua fé num redentor que esperava ele, vir em sua ajuda.
Ef 2.8 Porque pela graça sois salvos, por meio da fé, e isto não vem de vós, é dom de Deus; 9 não vem das obras, para que ninguém se glorie.

2. A porção de Agur.
“Duas coisas te pedi; não mas negues, antes que morra: afasta de mim a vaidade e a palavra mentirosa; não me dês nem a pobreza nem a riqueza; mantém-me do pão da minha porção acostumada; para que, porventura, de farto te não negue e diga: Quem é o SENHOR? Ou que, empobrecendo, venha a furtar e lance mão do nome de Deus” (Pv 30.7-9).
Veja o que o ESPÍRITO SANTO nos ensina sobre o desejo de se tornar rico, usando o apóstolo Paulo:
1 Tm 6.9 Mas os que querem tornar-se ricos caem em tentação e em laço, e em muitas concupiscências loucas e nocivas, as quais submergem os homens na ruína e na perdição.
http://www.apazdosenhor.org.br/profhenrique/jolicao9bildadeteologia...

COMENTÁRIO: INTRODUÇÃO
A Confissão Positiva é conhecida também como “Teologia da Prosperidade”, “Palavra da Fé” ou “Movimento da Fé”.

I. HISTÓRICO
1. Sua origem. Adaptação, com roupagem cristã, das idéias do hipnotizador e curandeiro Finéias Parkhurst Quimby (1802-1866).
2. Principal fundador: Essek W. Kenyon. (1867-1948).
3. Principal divulgador: Kenneth Hagin. Nasceu em 1917.

II. FONTES DE AUTORIDADE
1. Revelação ou inspiração de seus líderes.
Logos é a palavra de Deus escrita, a Bíblia;
Rhema, a palavra falada por Deus em revelação ou inspiração a uma pessoa em qualquer época.
2. Confissão positiva do crente. Os adeptos da Confissão Positiva crêem ser a Bíblia a inerrante e inspirada Palavra de Deus, mas Admitem que a palavra do crente tem a mesma autoridade que a Bíblia, as revelações de seus líderes e a palavra da fé.
Confissão.
A fórmula da Confissão positiva é: Diga, Faça; Receba; Conte.
3. A autoridade para a vida do cristão. Atribuir tanta autoridade assim às palavras de uma pessoa extrapola os limites bíblicos.
A Bíblia é a única autoridade para a vida do cristão.

III. RHEMA E LOGOS
1. Termos sinônimos.
O termo rhema significa “palavra, coisa”; enquanto em logos, os léxicos apresentam uma extensa variedade de significados como: “palavra, discurso, pregação, relato, etc”. Mas ambos os termos coincidem-se (Lc 9.44, 45).
2. Termos usados para designar as Escrituras. Ambos os termos são igualmente usados para identificar as Escrituras Sagradas.
3. Falácias da Confissão Positiva. O conceito de confissão positiva e negativa é falso; não se confirma na Bíblia ou na prática da vida cristã. A Bíblia ensina, ainda, que devemos confessar nossas culpas para sermos sarados (Tg 5.16), e isso, não parece ser confissão positiva.

IV. CRENÇAS E PRÁTICAS
1. Teologia. Não se trata de uma seita, mas de um movimento que permeia as igrejas; daí a diversidade de ensinos entre seus adeptos. Os ensinos da Confissão Positiva, por conseguinte, são um desvio das doutrinas bíblicas apesar de sua aparência ortodoxa.
2. Sua marca. As marcas distintivas do movimento são: a prosperidade e a pregação restrita aos pobres e enfermos, oferecendo-lhes riquezas e saúde.
3. A salvação. Em vez de trazer riquezas materiais aos pobres e saúde aos enfermos, o propósito principal da vinda de Jesus ao mundo foi salvar os pecadores (1 Tm 1.15), muito embora o seu ministério tenha sido coroado de êxito no campo da cura divina e da libertação (At 10.38).

CONCLUSÃO
Devemos combater os abusos e aberrações doutrinárias desses pregadores. Tais pregadores, a começar pela origem de sua teologia, estão fora do padrão bíblico.

AUXÍLIOS SUPLEMENTARES - Subsídio Apologético
“A Fórmula da Fé
Na Teologia da Fé, a fé é uma força. Ela é a substância da qual o Universo foi feito e também a força que faz funcionar as leis do mundo espiritual. Mas como fazer que essas leis funcionem para você? Por meio de fórmulas que, segundo eles, não somente fazem funcionar as leis do mundo espiritual, mas também serve de causa à ação do Espírito Santo em favor do indivíduo. Isto significa que Deus é deslocado para uma posição de mero mensageiro que responde cegamente ao aceno e à chamada de fórmulas proferidas pelos fiéis.
a) As fórmulas de fé. As fórmulas de fé são o nome do jogo. Esse é o motivo pelo qual o Movimento da Fé também tem sido chamado de Movimento da Confissão Positiva. A doutrina da Fé ensina que as confissões servem para dar efeito à fórmula da fé, fazendo com que a lei espiritual funcione em favor de quem as pronuncia. As confissões positivas ativam o lado positivo da força; e as confissões negativas ativam o seu lado negativo. A partir de uma perspectiva prática, pode-se dizer que a lei espiritual (que rege todas as coisas na esfera da eternidade) é a força derradeira do Universo. No livro chamado Two Kinds of Faith (Dois Tipos de Fé), E. W. Kenyon insiste que ‘é a nossa confissão que nos governa’.
b) A fórmula. [...] A fórmula é simples:
1º) ‘Diga a coisa. Positiva ou negativamente, tudo depende do indivíduo. De acordo com o que o indivíduo disser é que ele receberá’.
2º)‘Faça a coisa. Seus atos derrotam-no ou lhe dão vitória’.
3º)‘Receba a coisa. Compete a nós a conexão com o ‘dínamo do céu’. A fé é o pino da tomada – basta conectá-lo’.
4º)‘Conte a coisa a fim de que outros também possam crer’.”
(HANEGRAAFF, Hank. Cristianismo em crise. 4.ed., Rio de Janeiro: CPAD, 2004, p.79, 81.)
Leia mais Revista Ensinador Cristão - CPAD, no 26, pág. 41

REFUTAÇÕES BÍBLICAS DO “EVANGELHO DA PROSPERIDADE”
Heresia segundo a qual o crente "deve ser rico", “sempre ter saúde”, senão não está abençoado.. Dizem que por ser filho de Deus,
temos o "direito" de termos o que quisermos! Vejamos as refutações bíblicas:

1. Salomão não pediu riquezas... 1 Rs 3.9
2. O mendigo Lázaro era salvo, porém... Lc 16.20-23
3. Jesus não tinha onde reclinar a cabeça: Mt 8.20
4. Paulo viveu em constante pobreza: Fp 4.11
5. Porque Jesus pediu ao rico para desfazer-se dos bens? Lc 18.22
6. Os que querem ficar ricos caem em tentações: 1 Tm 6.9
7. Não podemos servir a Deus e as riquezas: Lc 16.13
8. Igreja Apostólica não tinha membros que se diferenciassem entre si nas posses: At 2.44-45
9. A recomendação para os discípulos: não ter 2 túnicas...Mt 10.9-10
10. A pobreza como honra ("o irmão de condição humilde"... Tg 1.9)
11. A oração que não é atendida: para gastar no luxo: Tg 4.3
12. "Transformação dos elementos?". Onde? Na Bíblia? A alquimia é uma forma de feitiçaria! Ex 22.18, Ap 21.8
13. Na oração do Pai Nosso não há indicação de pedirmos além do necessário ("de cada dia..." Mt 6.11)
14. A colheita de cem por um é de natureza espiritual! Mt 13.23
15. A Bíblia exorta a procurar os melhores dons (1 Co 12.31), a buscar a Deus e Seu Reino (Is 55.6, Mt 6.33), etc. Não há passagem
recomendando o acúmulo de bens (veja Pv 30.8-9, Sl 62.10, 1ì Tm 6.8)
16. O servo de Eliseu pegou lepra pela cobiça... 2 Rs 5.20-27
17. Cobiça como pecado: Lc 12.15-21, 1 Jo 2.16
18. "Não amar as coisas do mundo", significa não desejá-las!1 Jo .15
19. "Não ajunteis tesouro na terra..." Mt 6.19
20. José e Maria eram humildes. Sua oferta de sacrifício no templo foi um par de rolas (Lc 2.22-24), a mais simples oferta (veja Lv 12.6-8)
21. A fascinação da riqueza sufoca o crescimento espiritual Mc 4.19
22. O amor ás riquezas, raiz dos males 1 Tm 6.10
23. Riqueza como serviço: 1 Tm 6.17-19
24. Pedro e João não tinham oferta para dar ao paralítico: At 3.6
25. Transitoriedade e vaidade (Pv 23.5, Ec 2.18, 5.10)
26. Pobres no mundo, mas ricos para Deus (Tg 2.5)
27. Moisés abandonou sua riqueza e "status", para servir a Deus e ao Seu povo Hb 11.24-26
28. Prosperidade como resultado da obediência, e não dos "direitos": Dt 7.12-13, 11.13-15, etc.
29. A cobiça levou o povo de Israel a desobedecer e ser derrotado: Js 7.1-26
30. Deus usou Gideão, da família mais pobre de Manassés, para libertar Israel: Jz 6.15
31. Jó, um justo, passou por um período de pobreza total: Jó 1.9-12
32. "Ganhar o mundo inteiro" ou "perder sua alma"? (Mc 8.36). Veja também Lc 12.34
33. Qual o objetivo do evangelho? Prosperidade ou salvação? Veja Jo 20.31
terragospel@ieg.com.br

A TEOLOGIA DA PROSPERIDADE À LUZ DA BÍBLIA
Pr. Elinaldo Renovato de Lima

INTRODUÇÃO
Nos últimos anos, tem sido apregoada aos quatro cantos do mundo um ensino exagerado sobre a prosperidade cristã. Segundo este ensinamento, todo crente tem que ser rico, não morar em casa alugada, ganhar bem, além de ter saúde plena, sem nunca adoecer. Caso não seja assim, é porque está em pecado ou não tem fé. Neste estudo, procuraremos examinar o assunto à luz da Bíblia, buscando entender a verdadeira doutrina da prosperidade.

I - O QUE É PROSPERIDADE.
No Dic. Aurélio, encontramos vários significados em torno da palavra prosperidade.:
1. PROSPERIDADE (do lat., prosperitate). Qualidade ou estado de próspero; situação próspera.
2. PROSPERAR. Tornar-se próspero ou afortunado; enriquecer; ser favorável; progredir; desenvolver.
3. PRÓSPERO. Propício, favorável, ditoso, feliz, venturoso.
4. BIBLICAMENTE, prosperidade é mais que isso. É o que diz o Salmo 1. 1-3.

II- A MODERNA TEOLOGIA DA PROSPERIDADE EM CONFRONTO COM A BÍBLIA.
1. NOMES INFLUENTES.
1.1. KENYON. Nasceu em 24.04.1867, Saratoga, Nova York, EUA, falecendo aos 19.03.48. Nos anos 30 a 40, desenvolveram-se os ensinos de Essek William Kenyon. Segundo Pieratt (p. 27), ele tinha pouco conhecimento teológico formal. "Kenyon nutria uma simpatia por Mary Baker Eddy" (Gondim, p. 44), fundadora do movimento herético "Ciência Cristã", que afirma que a matéria, a doença não existem. Tudo depende da mente. Pastoreou igrejas batistas, metodistas e pentecostais. Depois, ficou sem ligar-se a qualquer igreja. De acordo com Hanegraaff, Kenyon sofreu influência das seitas metafísicas como Ciência da Mente, Ciência Cristã e Novo Pensamento, que é o pai do chamado "Movimento da Fé". Esses ensinos afirmam que tudo o que você pensar e disser transformará em realidade. Enfatizam o "Poder da Mente".
1.2. KENNETH HAGIN.
Discípulo de Kenyon. Nasceu em 20.08.1918, em McKinney, Estado do Texas, EUA. sofreu várias enfermidades e pobreza; diz que se converteu após ter ido três vezes ao inferno (Romeiro, p. 10). Aos 16 anos diz ter recebido uma revelação de Mc 11.23,24, entendendo que tudo se pode obter de Deus, desde que confesse em voz alta, nunca duvidando da obtenção da resposta, mesmo que as evidências indiquem o contrário. Isso é a essência da "Confissão Positiva".
Foi pastor de uma igreja batista (1934-1937); depois ligou-se à Assembléia de Deus (1937-1949), em seguida passou por várias igrejas pentecostais, e, finalmente, fundou seu próprio ministério, aos 30 anos, fundando o Instituto Bíblico Rhema. Foi criticado por ter escrito livros com total semelhança aos de Kenyon, mas defendeu-se, dizendo que não era plágio, que os recebera diretamente de Deus.

III - OS ENSINOS DO EVANGELHO DA PROSPERIDADE EM CONFRONTO COM A BÍBLIA.
Os defensores da "teologia ou do evangelho da prosperidade" baseiam-se em três pontos a serem considerados:
1. AUTORIDADE ESPIRITUAL.
1.1. PROFETAS, HOJE.
Segundo K. Hagin, Deus tem dado autoridade (unção) a profetas nos dias atuais, como seus porta-vozes. Ele diz que "recebe revelações diretamente do Senhor"; "...Dou graças a Deus pela unção de profeta...Reconheço que se trata de uma unção diferente...é a mesma unção, multiplicada cerca de cem vezes" (Hagin, Compreendendo a Unção, p. 7). è
1.2. "AUTORIDADE DAS REVELAÇÕES".
Essa autoridade deriva das "visões, profecias, entrevistas com Jesus, curas, palavras de conhecimento, nuvens de glória, rostos que brilham, ser abatido (cair) no Espírito", rejeição às doenças, ordenando-lhes que saiam, etc. Ele diz que quem rejeitar seus ensinos "serão atingidos de morte, como Ananias e Safira" (Pieratt, p. 48). è

O QUE DIZ A BÍBLIA.
A Palavra de Deus garante autoridade aos servos do Senhor (cf. Lc 24.49; At 1.8; Mc 16.17,18). Mas essa autoridade ou poder deriva da fé no Nome de Jesus e da Sua Palavra, e não das experiências pessoais, de visões e revelações atuais. Não pode existir qualquer "nova revelação" da vontade de Deus. Tudo está na Bíblia (Ver At 20.20; Ap 22.18,19).
Devemos seguir o exemplo de Paulo, que recebeu revelação extraordinária, mas não a escreveu (cf. 2 Co 12.1-6).

1.3. HOMENS SÃO DEUSES!
Diz Hagin: "Você é tanto uma encarnação de Deus quanto Jesus Cristo o foi..." (Hagin, Word of Faith, 1980, p. 14). "Você não tem um deus dentro de você. Você é um Deus" (Kenneth Copeland, fita cassete The Force of Love, BBC-56). "Eis quem somos: somos Cristo!" (Hagin, Zoe: A Própria Vida de Deus, p.57). Baseiam-se, erroneamente, no Sl 82.6, citado por Jesus em Jo 10.31-39. "Eu sou um pequeno Messias" (Hagin, citado por Hanegraaff, p. 119).

O QUE A BÍBLIA DIZ. Satanás, no Éden, incluiu no seu engodo, que o homem seria "como Deus, sabendo o bem e o mal" (Gn 3.5). Isso é doutrina de demônio. Em Jo 10.34, Jesus citou o Sl 82.6, mostrando a fragilidade do homem e não sua deificação: "...Todavia, como homem morrereis e caireis, como qualquer dos príncipes" (v. 7). "Deus não é homem" (Nm 23.19; 1 Sm 15.29; Os 11.9 Ex 9.14). Fomos feitos semelhantes a Deus, mas não somos iguais a Ele, que é Onipotente (Jó 42.2;...); o homem é frágil (1 Co 1.25); Deus é Onisciente (Is 40.13, 14; Sl 147.5); o homem é limitado no conhecimento (Is 55.8,9). Deus é Onipresente (Jr 23.23,24). O homem só pode estar num lugar (Sl 139.1-12). Diante desse ensino, pode-se entender porque os adeptos da doutrina da prosperidade pregam que podem obter o que quiserem, nunca sendo pobres, nunca adoecendo. É que se consideram deuses!

2. SAÚDE E PROSPERIDADE.
Esse tema insere-se no âmbito das "promessas da doutrina da prosperidade". Segundo essa doutrina, o cristão tem direito a saúde e riqueza; diante disso, doença e pobreza são maldições da lei.
2.1. BÊNÇÃO E MALDIÇÃO DA LEI.
Com base em Gl 3.13,14, K.Hagin diz que fomos libertos da maldição da lei, que são: 1) Pobreza; 2) doença e 3) morte espiritual. Ele toma emprestadas as maldições de Dt 28 contra os israelitas que pecassem. Hagin diz que os cristão sofrem doenças por causa da lei de Moisés.
O QUE DIZ A BÍBLIA.
Paulo refere-se, no texto de Gl 3 à maldição da lei a todos os homens, que permanecem nos seus pecados. A igreja não se encontra debaixo da maldição da lei de Moisés. (cf. Rm 3.19; Ef 2.14). Hagin diz que ficamos debaixo da bênção de Abraão (Gl 3.7-9), que inclui não ter doenças e ser rico. Ora, Abraão foi abençoado por causa da fé e não das riquezas. Aliás, estas lhe causaram grandes problemas. Muitos cristãos fiéis ficaram doentes e foram martirizados, vivendo na pobreza, mas herdeiros das riquezas celestiais (1 Pe 3.7).
Os teólogos da prosperidade dizem que Cristo, na Cruz, "removeu não somente a culpa do pecado, mas os efeitos do pecado" (Pieratt, p. 132). Mas isso não é verdade, pois Paulo diz que "toda a criação geme", inclusive os crentes, aguardando a completa redenção.
2.2. O CRISTÃO NÃO DEVE ADOECER.
Eles ensinam que "todo cristão deve esperar viver uma vida plena, isenta de doenças" e viver de 70 a 80 anos, sem dor ou sofrimento. Quem ficar doente é porque não reivindica seus direitos ou não tem fé. E não há exceções (Pieratt, p. 135). Pregam que Is. 53.4,5 é algo absoluto. Fomos sarados e não existe mais doença para o crente.
O QUE DIZ A BÍBLIA:
"No mundo, tereis aflições" (Jo 16.33). São Paulo viveu doente (Ver 1 Co 4.11; Gl 4.13), passou fome, sede, nudez, agressões, etc. Seus companheiros adoeceram (Fp 2.30). Timóteo tinha uma doença crônica (1 Tm 5.23). Trófimo ficou doente (2 Tm 4.20). Essas pessoas não tinham fé? Jesus curou enfermos, e citou Is 53.4,5 (cf. Mt 8.16,17).
No tanque de Betesda, havia muitos doentes, mas Jesus só curou um (cf. Jo 5.3,8,9). Deus cura, sim. Mas não cura todos as pessoas. Se assim fosse, não haveria nenhum crente doente. Deve-se considerar os desígnios e a soberania divina. Conhecemos homens e mulheres de Deus, gigantes na fé, que têm adoecido e passado para o Senhor.
2.3. O CRISTÃO NÃO DEVE SER POBRE.
Os seguidores de Hagin enfatizam muito que o crente deve ter carro novo, casa nova (jamais morar em casa alugada!), as melhores roupas, uma vida de luxo. Dizem que Jesus andou no "cadillac" da época, o jumentinho. Isso é ingênuo, pois o "cadillac" da época de Cristo seria a carruagem de luxo, e não o simples jumentinho.
O QUE DIZ A BÍBLIA.
A Palavra de Deus não incentiva a riqueza (também não a proíbe, desde que adquirida com honestidade, nem santifica a pobreza); S. Paulo diz que aprendeu a contentar-se com o que tinha (cf. Fp 4.11,12; 1 Tm 6.8);
Jesus enfatizou que só uma coisa era necessária: ouvir sua palavra (Lc 10.42); Ele disse que é difícil um rico entrar no céu (Mt 19.23); disse, também, que a vida não se constitui de riquezas (Lc 12.15). Os apóstolos não foram ricaços, mas homens simples, sem a posse de riquezas materiais. S. Paulo advertiu para o perigo das riquezas (1 Tm 6.7-10)
3. CONFISSÃO POSITIVA.
É o terceiro ponto da teologia da prosperidade. Ela está incluída na "fórmula da fé", que Hagin diz ter recebido diretamente de Jesus, que lhe apareceu e mandou escrever de 1 a 4, a "fórmula".
Se alguém deseja receber algo de Jesus, basta segui-la:
1) "Diga a coisa" positiva ou negativamente, tudo depende do indivíduo. De acordo com o que o indivíduo quiser, ele receberá". Essa é a essência da confissão positiva.
2) " Faça a coisa". "Seus atos derrotam-no ou lhe dão vitória. De acordo com sua ação, você será impedido ou receberá".
3) "Receba a coisa". Compete a nós a conexão com o dínamo do céu". A fé é o pino da tomada. Basta conectá-lo.
4) "Conte a coisa" a fim de que outros também possam crer". Para fazer a "confissão positiva", o cristão dever usar as expressões: exijo, decreto, declaro, determino, reivindico, em lugar de dizer : peço, rogo, suplico; jamais dizer: "se for da tua vontade", segundo Benny Hinn, pois isto destrói a fé.
Mas Jesus orou ao Pai, dizendo: "Se é da tua vontade...faça-se a tua vontade..." (Mt 26.39,42). "Confissão positiva" se refere literalmente a trazer à existência o que declaramos com nossa boca, uma vez que a fé é uma confissão" (Romeiro, p. 6).

IV - A VERDADEIRA PROSPERIDADE.
A Palavra de Deus tem promessas de prosperidade para seus filhos. Ao refutar a "Teologia da Prosperidade", não devemos aceitar nem pregar a "Teologia da Miserabilidade".
1. A PROSPERIDADE ESPIRITUAL.
Esta deve vir em primeiro lugar. Sl 112.3; Sl 73.23-28. É ser salvo em Cristo Jesus; batizado com o Espírito Santo; é ter o nome escrito no Livro da Vida; é ser herdeiro com Cristo (Rm 8.17); Deus escolheu os pobres deste mundo para serem herdeiros do reino (Tg 2.5); somos co-herdeiros da graça (1 Pe 3.7); devemos ser ricos de boas obras (1 Tm 6.18,19); tudo isso nos é concedido pela graça de Deus.
2. PROSPERIDADE EM TUDO.
Deus promete bênçãos materiais a seus servos, condicionando-as à obediência à sua Palavra e não à "Confissão Positiva".
2.1. BÊNÇÃOS E OBEDIÊNCIA. Dt 28.1-14. São bênçãos prometidas a Israel, que podem ser aplicadas aos crentes, hoje.
2.2. PROSPERIDADE EM TUDO (Sl 1.1-3; Dt 29.29; ). As promessas de Deus para o justo são perfeitamente válidas para hoje. Mas isso não significa que o crente que não tiver todos os bens, casa própria, carro novo, etc, não seja fiel.
2.3. CRENDO NOS SEU PROFETAS (2 Cr 20.20;). Deus promete prosperidade para quem crê na Sua palavra, transmitida pelos seus profetas, ou seja, homens e mulheres de Deus, que falam verdadeiramente pela direção do Espírito Santo, em acordo com a Bíblia, e não por entendimento pessoal.
2.4. PROSPERIDADE E SAÚDE (3 Jo 2). A saúde é uma bênção de Deus para seu povo em todos os tempos. Mas não se deve exagerar, dizendo que quem ficar doente é porque está em pecado ou porque não tem fé.
2.5. BÊNÇÃOS DECORRENTES DA FIDELIDADE NO DÍZIMO (Ml 3.10,11). As janelas do céu são abertas para aqueles que entregam seus dízimos fielmente, pela fé e obediência à Palavra de Deus.
2.6. O JUSTO NÃO DEVE SER MISERÁVEL. (Sl 37.25). O servo de Deus não deve ser miserável, ainda que possa ser pobre, pois a pobreza nunca foi maldição, de acordo com a Bíblia.

CONCLUSÃO.
O crente em Jesus tem o direito de ser próspero espiritual e materialmente, segundo a bênção de Deus sobre sua vida, sua família, seu trabalho. Mas isso não significa que todos tenham de ser ricos materialmente, no luxo e na ostentação. Ser pobre não é pecado nem ser rico é sinônimo de santidade. Não devemos aceitar os exageros da "Teologia da Prosperidade", nem aceitar a "Teologia da Miserabilidade". Deus é fiel em suas promessa. Na vida material, a promessa de bênçãos decorrentes da fidelidade nos dízimos aplicam-se á igreja. A saúde é bênção de Deus. Contudo, servos de Deus, humildes e fiéis, adoecem e muitos são chamados á glória, não por pecado ou falta de fé, mas por desígnio de Deus. Que o Senhor nos ajude a entender melhor essas verdades.

BIBLIOGRAFIA.
- Bíblia Sagrada, ERC. Ed. Vida, S. Paulo, 1982.
- GONDIM, Ricardo. O Evangelho da Nova Era. Abba, S. Paulo, 1993.
- HANEGRAAFF, Hank. Cristianismo em Crise. CPAD, Rio, 1996.
- ROMEIRO, Paulo. Super Crentes. Mundo Cristão, S. Paulo, 1993.

A falácia da Teologia da Prosperidade
Paulo Cezar Soares
Uma das distorções do evangelho contemporâneo, a Teologia da Prosperidade continua a ser pregada com toda a ênfase, em diversas igrejas neopentecostais. Conhecida também como Confissão Positiva ou Movimento da Fé, surgiu nos Estados Unidos no começo dos anos 40, difundindo-se entre os grupos evangélicos carismáticos americanos e foi reconhecida como movimento doutrinário. Chegou ao Brasil no final dos anos 70 e, apesar da morte de Kenneth Hagin – o precursor desse movimento - em setembro do ano passado, aos 86 anos, a Teologia da Prosperidade não arrefeceu. Vários pastores e algumas lideranças evangélicas continuam enganando o povo sofrido, que acaba persuadido a fazer sacrifícios cada vez maiores, cujo objetivo é colaborar financeiramente com a sua respectiva denominação. Dizem que é preciso dar para receber, estabelecendo uma relação de troca com Deus. O cidadão que está desempregado, por exemplo, e por isso não pode dar sua oferta, dízimo ou contribuição, jamais receberá, na ótica desses pastores e líderes fundamentalistas, a bênção almejada. Há uma rejeição do sofrimento, da enfermidade e da pobreza.

Aqueles que colaboram financeiramente e mesmo assim não conseguem obter a bênção desejada e que foi prometida do púlpito, geralmente acabam introjetando um sentimento de culpa. Caso nada tenha mudado - quando o milagre não acontece - a culpa é do fiel, que não teve fé suficiente. Os líderes transferem a culpa para os outros, e não reconhecem que a “receita” nem sempre funciona. É o processo de projetar a culpa nos outros, denominado por alguns teólogos como a pedagogia culpabilizadora, que gera desequilíbrios de vários matizes, difíceis de serem superados.

Hagin, como pregador da Confissão Positiva, inspirou-se em Essek William Kenyon ( 1867-1948) e chegou a plagiá-lo. Kenyon fundamentou seus escritos em um movimento de idéias surgido nos Estados Unidos no século XIX, a partir de experiências terapêuticas de Phineas Quimby (1802-1866), que divulgou técnicas terapêuticas elaboradas na Europa pelo austríaco Franz A Mesmer (1735-1815). Estudou espiritismo, ocultismo, parapsicologia e hipnose para fundamentar sua filosofia. No final do século XIX – nos Estados Unidos -, seguindo a linha dessa perspectiva filosófica, houve o desenvolvimento do espiritismo divulgado por Allan Kardec, a Ciência Cristã, de Mary Baker Eddy (1821-1910), movimentos teosóficos e diversas seitas metafísicas. Kenyon bebeu nessas fontes para fundamentar seus escritos. Estudou em Boston, num colégio que era o centro da “nova filosofia”, foi metodista, batista, e depois se tornou pregador itinerante. Escreveu vários livros enaltecendo a força do espírito e da mente sobre a matéria, garantindo que as dores têm origem metafísica e que a cura é o resultado da mente sobre o corpo.
Após Hagin surgiram diversos seguidores da Teologia da Prosperidade (TP). Seu filho, Ken Hagin JR., Oral Roberts, T.L. Osborn, Benny Hinn, Kenneth Copeland, entre outros. Na visão desses pregadores o fiel deve confessar a posse da bênção: tudo o que for determinado verbalmente com fé será obtido. Entre 1950 e 1959 Hagin afirma ter conversado pessoalmente com Jesus em oito ocasiões, de quem recebeu a fundamentação da sua pregação. No entanto, seus livros seguem interpretações e argumentos propostos por Kenyon. De acordo com seus críticos brasileiros, Alan B. Pieratt e Paulo Romeiro, somente em um desses livros Hagin repete, palavra por palavra, 75% do conteúdo de um texto de Kenyon.

Na verdade Kenneth Hagin criou uma série de distorções bíblicas e fez adeptos. Infelizmente um número expressivo de cristãos continuam sendo doutrinados com base na Teologia da Prosperidade. Pessoas sem consciência crítica, lutando para sobreviver numa sociedade injusta e cada vez mais excludente, com problemas de toda ordem, não raro tocadas na sua auto-estima, são facilmente manipuladas e acabam acreditando numa teologia sem nenhuma base bíblica, que enfatiza que o crente deve “determinar” a sua bênção, palavras pronunciadas com fé. E caso a bênção não se concretize no mundo material, o cristão deve agradecer a Deus, pois no mundo espiritual ela já foi concedida, e agir como se a tivesse recebido, mesmo que todas as circunstâncias a sua volta indiquem exatamente o contrário.

Há também o “princípio da reciprocidade”, popularmente conhecido no Brasil como é dando que se recebe – o adágio franciscano –, a ênfase no dinheiro para a expansão do televangelismo norte-americano. O tempo na tevê tornou-se caro e os televangelistas precisavam de recursos, e os apelos nesse sentido foram cada vez mais fortes. E a teologia foi integrada nesse processo. Portanto, não foi por acaso que a Teologia da Prosperidade ingressou no Brasil e se espalhou rapidamente nos segmentos evangélicos neopentecostais, os precursores do televangelismo no solo brasileiro a partir da década de 80, e que não para de crescer.
Provérbios 18:21 – “A morte e a vida estão no poder da língua; o que bem a utiliza come do seu fruto”.

Implicações Práticas de Se Crer na Doutrina da Confissão Positiva
Citaremos algumas implicações preocupantes que comprovam a periculosidade desta doutrina para os cristãos menos desavisados:

1 – A Doutrina da confissão positiva aniquila a Soberania de Deus.
Deus não depende das palavras dos homens para agir. Deus é e sempre será Soberano. Soberania é o atributo pelo qual Deus possui completa autoridade sobre todas as coisas criadas, determinando-lhe o fim que desejar:
Ne 9:6 “Só tu és SENHOR, tu fizeste o céu, o céu dos céus e todo o seu exército, a terra e tudo quanto nela há, os mares e tudo quanto há neles; e tu os preservas a todos com vida, e o exército dos céus te adora”.
Ex 18:11 “Teu, SENHOR, é o poder, a grandeza, a honra, a vitória e a majestade; porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra; teu, SENHOR, é o reino, e tu te exaltaste por chefe sobre todos”.
Outros textos: Dt 10:14-17; I Cr 29:11; II Cr 20:6; Jr 27:5; At 17:24-26; Jd 4; Sl 22:28; 47:2,3,8; 50:10-12; 95:3-5; 135:5; 145:11-13; Ap.19:6.
Já imaginou um Deus que depende do homem para agir? Com certeza Ele entraria em enrascada se estivesse sujeito às oscilações da vontade humana. Eu mesmo não queria um Deus desse tipo. Prefiro o Deus da Bíblia que “tudo faz como lhe apraz” (Sl 115:3).

2 – A Doutrina da confissão positiva enaltece o homem.
Quando entendemos biblicamente quem na realidade é o homem, ficamos sobremaneira conscientes de nossas falhas e limitações. Quanto mais a Confissão Positiva enaltece o homem, mais vemos seu erro. A Bíblia nos mostra claramente que o homem nada é comparado ao Senhor nosso Deus.
A Bíblia retrata como na verdade é o homem:
Rm 3:10-18: “Como está escrito: Não há justo, nem um sequer, não há quem entenda, não há quem busque a Deus; todos se extraviaram, à uma se fizeram inúteis; não há quem faça o bem, não há nem um sequer. A garganta deles é sepulcro aberto; com a língua, urdem engano, veneno de víbora está nos seus lábios, a boca, eles a têm cheia de maldição e de amargura; são os seus pés velozes para derramar sangue, nos seus caminhos, há destruição e miséria; desconheceram o caminho da paz. Não há temor de Deus diante de seus olhos”.
Outros textos: Sl 51:5; 58:3; Is 48:8; João 5:40; Rm 1:28; 3:11, 18; II Pedro 3:5; Rm 8:8; Jr 13:23; João 6:44-45; Rm 8:6-8; Ef 4:18; Rm 1:21; Jr 17:9.

3 – A Doutrina da confissão positiva dá mais valor a palavra falada do que às Escrituras.
Onde fica a luta de reformadores como Lutero? Muitos foram aqueles que lutaram para que hoje tivéssemos a Palavra de Deus em nossas mãos. Muito sangue foi derramado para que pudéssemos ler às Escrituras sem a interferência da vontade humana. Onde fica o princípio da “Sola Scriptura”? A Bíblia deixou de ser relevante para as nossas vidas? Cremos firmemente que não e os textos bíblicos confirmam isso - Sl 19:7-11; Sl 119; Jo 5:39; Rm 15:4; II Tm 3:16-17.
Amado irmão, se precisássemos apenas falar e declarar para que as circunstâncias adversas fossem resolvidas e vivêssemos rica e abundantemente sem problemas, então porquê a Bíblia dá tanta ênfase a suportar o sofrimento? Se Paulo tivesse o poder de parar de sofrer decretando, então como foi que ele teve que ficar com o espinho na carne?
“Por isso sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco então sou forte” (II Co 12:10).

4 – A Doutrina da confissão positiva dá um conceito simplista da fé cristã.
O Evangelho de Cristo é o evangelho da cruz, da renúncia, do arrependimento, do nascer de novo. O cristianismo de hoje é um cristianismo sem cruz, sem sacrifícios. Gosto de dizer que é o “evangelho boa vida”, evangelho “não-faça-nada-e-ganhe-tudo”. Esse não é o Evangelho de Cristo. Basta vermos alguns textos para comprovar o que estou dizendo – Jo 3; Mt 16:24; Mc 8:34; Lc 9:23; Gl 6:12; Mt 3:8; Lc 5:32; II Pd 3:9, etc.

5 – A Doutrina da confissão positiva não tem o respaldo na História da Igreja.
Ficamos imaginando Lutero, Calvino Ou mesmo Paulo e Pedro orando da seguinte maneira: “Eu decreto que a partir de hoje o papado vai morrer, reivindico que todos os inimigos do evangelho sejam transportados para o inferno. Declaro explicitamente que não mais haverá mais heresias e que os inimigos da cruz de Cristo vão desaparecer da face da terra. Está decretado em nome de Jesus!”.
Essa oração nunca aconteceu. Dentro da História da Igreja não se tem notícia de coisas absurdas como essa. Será que todos os grandes homens de Deus estavam enganados a respeito de sua fé? Quando examinamos biografias diversas dos homens de Deus, seja de quem for, notamos uma única nota coerente em todos: Verdadeira humildade. Todos foram humildes em afirmar a soberania de Deus e a fraqueza do homem. Agora, o homem quer mandar em Deus? Meus amados, somos servos e não senhores. E basta para nós sermos apenas servos.
E tudo o que vocês pedirem em meu nome eu farei, a fim de que o Filho revele a natureza gloriosa do Pai.[NTLH]
A palavra grega usada aí para pedir é aitew (aiteo), que segundo o Léxico de Strong significa : pedir, rogar, suplicar, desejar, requerer e não determinar. O termo grego para determinar é: paragellw (paraggello).
O apóstolo João 5.14 diz: “E esta é a confiança que temos para com ele: que, se pedirmos alguma coisa segundo a sua vontade, ele nos ouve”. Aqui mais uma vez é usado o termo aiteo, assim como em Jo 14.13, mostrando que em nenhum momento Jesus ou os apóstolos ensinaram a determinação.
Deus disse: “O filho honra o pai, e o servo, ao seu senhor. Se eu sou pai, onde está a minha honra? E, se eu sou senhor, onde está o respeito para comigo?” (Ml:1.6).
Ora, se a afirmação que temos que determinar é verdadeira, o que temos é uma completa releitura de tudo que tem se ensinado sobre oração e relação nossa para com DEUS! Será que temos direito de exigir algo de DEUS? Primeiro é necessário que compreendamos de forma bem clara o significado dos termos como sendo a tradução correta do termo "pedir" encontrado no texto de João 14.

O QUE É PEDIR?
Se analisarmos o termo "pedir" (usado em português) no texto de João 14.13 encontramos as seguintes definições:
Pedir (do latim "petere")
Solicitar. Pedir informações, pedir conselhos Implorar, suplicar. Pedir esmola, pedir perdão
Orar, rogar a Deus Requerer
Estabelecer, estipular, exigir como preço Solicitar autorização, licença ou permissão
Ter por conveniente Implorar assistência, favor, perdão, etc. Em benefício de alguém
Apetecer, querer Ter necessidade de; demandar

Das dez (10) definições listadas apenas uma usa o sinônimo "exigir", será uma evidência que a doutrina de "exigir em oração" é válida? Não, se entendemos a aplicação em questão (transação comercial) percebemos que nada tem a ver com oração. Ao contrário do que vimos no caso de exigir e seus sinônimos podem perceber que aqui quem usa o verbo se encontra, na maioria dos casos, em posição inferior diante daquele para com quem é usado o verbo, ou seja, o que pede está em posição inferior.

Nessa situação é que se encontra o servo que busca seu senhor para buscar algo, mas não são essas duas figuras de linguagem usadas na Bíblia? Não somos nós citados como servos perante o nosso SENHOR? Alguém que se diga cristão é capaz de afirmar que DEUS não é Senhor de sua vida? E, posto que Ele é Senhor, não somos nós servos?
Ora a conclusão lógica é que nós peçamos a Ele e Ele exija de nós e nunca o contrário.
Vinte e seis (26) traduções estudadas da Bíblia em português e outras línguas usam o termo pedir - as traduções em inglês usam o termo "ask" ou "request" e ambos são traduzidos como "pedir" e nunca exigir, determinar ou mandar.
Estarão todas elas erradas? Será que todos os especialistas em idiomas bíblicos que participaram dessas traduções erraram? É difícil crer. Pelo que vemos a evidência aponta para que a conclusão que a tradução esteja correta como a temos aprendido e ensinado nas igrejas evangélicas há anos e não há nenhuma evidência que indique qualquer possibilidade de que aceitemos como válida a "tradução" exigir como biblicamente aceita.

E os outros textos?
Uma última forma de analisarmos se realmente devemos substituir o termo “pedir” por “exigir” é analisando outros textos onde o verbo aiteö aparece e verificar se é válida a tradução usando “exigir”. Mas, por que fazer isso?
Vamos supor que todos os lingüistas e eruditos erraram. Também suponhamos que todos os tradutores das vinte e seis (26) traduções consultadas também erraram. Se isso ocorreu (o que devemos admitir nos parece impossível) pode ser que a tradução que nos é apresentada pelo defensor da determinação é válida e, se ela é válida deve se encaixar perfeitamente em outros textos neotestamentários sem mudar a sua mensagem. Assim sendo, vamos a eles.
Mt 5:42 – “Dá a quem te pedir, e não te desvies daquele que quiser que lhe emprestes”.
Apesar de não haver uma forte mudança na compreensão do texto se substituirmos pedir (aiteö) por exigir, ainda assim ela existe, pois no caso original é uma concessão em paz a um pedido manso e no segundo caso vemos que se aplica mais a submissão a uma imposição externa.
Mt 6:8 – “Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes”.
Aqui vemos a claramente que se substituirmos o verbo pedir por exigirdes o foco de nossa exigência é a pessoa do próprio DEUS. É isso cabível?
Mt 7:7-11 – “Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á. Porque, aquele que pede, recebe; e, o que busca, encontra; e, ao que bate, abrir-se-lhe-á. E qual de entre vós é o homem que, pedindo-lhe pão o seu filho, lhe dará uma pedra? E, pedindo-lhe peixe, lhe dará uma serpente? Se vós, pois, sendo maus, sabeis dar boas coisas aos vossos filhos, quanto mais vosso Pai, que está nos céus, dará bens aos que lhe pedirem?”.
Tanto no enunciado moral (vv 7 e 8), como na explicação (vv 9 e 10) e na conclusão (v 11) se substituirmos o verbo pedir e suas flexões por exigir e seus correlatos teremos um quadro grotesco onde, ao invés de humildes somos prepotentes, filhos que querem se impor sobre seus pais e por último novamente estaremos ensinando que devemos exigir algo de DEUS.
Mt 18:19 – “Também vos digo que, se dois de vós concordarem na terra acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que está nos céus”.
O receptor do pedido e executor do mesmo é o próprio Deus Pai, se aceitarmos que se substitua o termo “pedirem” por “exigirem” o que estaremos ensinando é que podemos dar ordens a DEUS. É isso possível?
Mc 10:35e 38 – “E aproximaram-se dele Tiago e João, filhos de Zebedeu, dizendo: Mestre, queremos que nos faças o que te pedirmos. Mas Jesus lhes disse: Não sabeis o que pedis; podeis vós beber o cálice que eu bebo, e ser batizados com o batismo com que eu sou batizado?”.
Alguém que adora reconhece que o objeto de sua adoração é superior a si mesmo e se coloca em posição de inferioridade perante tal objeto. Será possível que esta senhora após reconhecer a JESUS com digno de adoração apresente exigências? Não é mais lógico crermos que são solicitações ou pedidos?
Mt 21:22 – “E, tudo o que pedirdes na oração, crendo, o recebereis”.
A própria definição de oração inclui o conceito de súplica de alguém em posição inferior a alguém que se encontra em posição superior, logo, a idéia do primeiro exigir do segundo é absurda. Se fosse possível aceitar a idéia de exigências na oração esta seria totalmente descaracterizada.
Jo 4:9 e 10 – “Disse-lhe, pois, a mulher samaritana: Como, sendo tu judeu, me pedes de beber a mim, que sou mulher samaritana? (porque os judeus não se comunicam com os samaritanos). Jesus respondeu, e disse-lhe: Se tu conheceras o dom de Deus, e quem é o que te diz: Dá-me de beber, tu lhe pedirias, e ele te daria água viva”.
Vocês já viram alguém sedento exigir água? Eu nunca soube de tal caso.
Jo 16:23 a 24 e 26 – “E naquele dia nada me perguntareis. Na verdade, na verdade vos digo que tudo quanto pedirdes a meu Pai, em meu nome, ele vo-lo há de dar. Até agora nada pedistes em meu nome; pedi, e recebereis, para que o vosso gozo se cumpra. Naquele dia pedireis em meu nome, e não vos digo que eu rogarei por vós ao Pai”.
I Jo 5:14 a 16 – “E esta é a confiança que temos nele, que, se pedirmos alguma coisa, segundo a sua vontade, ele nos ouve. E, se sabemos que nos ouve em tudo o que pedimos, sabemos que alcançamos as petições que lhe fizemos. Se alguém vir pecar seu irmão, pecado que não é para morte, orará, e Deus dará a vida àqueles que não pecarem para morte. Há pecado para morte, e por esse não digo que ore”.
Percebam que o critério para a resposta da oração é que tal oração esteja submissa e conforme a vontade de DEUS, logo uma exigência de nada adiantaria.
Bom, a substituição do verbo pedir pelo exigir não passou também pelo teste de aplicabilidade em outros textos. O que concluímos disso que a doutrina da Confissão Positiva está errada e carece de toda e qualquer tipo de base compatível como cristianismo. Ela é simplesmente o inverso do que devemos aprender, ou seja, abrir mão da nossa vontade e darmos lugar à vontade de Deus nas nossas vidas.

Fontes: Estudo “Pedir ou Exigir” do ipet.com.Br e vários outros sites.

Notas:
(1) A Sedução do Cristianismo, pg 268.
(2) Retirado da Internet - http://br.geocities.com/ipnatal
(3) Revista Eclésia, Ano V, Nº 67, Junho de 2001, pg 26.
(4) A paz Interior, pg 14-15, 8a. edição, Record, Rio de Janeiro - 1979.
(5) Linhares, Pg. 16, 18.
(6) Somos Deuses? P. 28
(7) Bíblia de Genebra, p.732

Antônio Pereira da Costa Júnior é pastor da Igreja Congregacional em Machados - Pe. É palestrante e pesquisador na área de Apologética em geral, Bacharel em Teologia pelo S.T.E.C. (Campina Grande). Contato: Rua: Manoel João, 79. CEP: 55-740-000, Machados - Pe. Fone: (0xx81) 3649-1225. E-mail: rev.junior@bol.com.br
Pr. Antônio Pereira da Costa Júnior
-Francisco Belvedere Neto
- Bíblia Sagrada, ERC. Ed. Vida, S. Paulo, 1982.
- GONDIM, Ricardo. O Evangelho da Nova Era. Abba, S. Paulo, 1993.
- HANEGRAAFF, Hank. Cristianismo em Crise. CPAD, Rio, 1996.
- ROMEIRO, Paulo. Super Crentes. Mundo Cristão, S. Paulo, 1993.
Victor Hugo Ramallo, pastor
Coordenador Geral do IPET
- Norman Geisler, Thomas Howe, Manual Popular de Dúvidas, Enigmas e “Contradições da Bíblia”.

1 - Curso Fé - Lição IV - O Nome de Jesus (R. R. Soares, publicado como encarte na revista Graça) Volta ao texto
2 - Diccionario expositivo de palabras del Nuevo Testamento, pg. 149 do volume "M" (W. E. Vine, Libros CLIE - 1984)

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