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Lição 5, A Obra Salvífica de JESUS CRISTO, escrita, 4Tr17, Pr. Henrique, EBD NA TV

ição 5, A Obra Salvífica de JESUS CRISTO
4º Trimestre de 2017 - Título: A Obra da Salvação - JESUS CRISTO é o Caminho, e a Verdade e a Vida
Comentarista: Pr. Claiton Ivan Pommerening, Assembleia de DEUS de Joinvile, SC
Complementos, Ilustrações e Vídeos: Pr. Luiz Henrique de Almeida Silva - 99-99152-0454

Slides da Lição 5 - A obra salvífica de JESUS CRISTO - Pr Henrique de Luiz Henrique de Almeida Silva

TEXTO ÁUREO
"E, quando JESUS tomou o vinagre, disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito." (Jo 19.30)
τελεω teleo - CONSUMADO
1) levar a um fim, finalizar, terminar
1a) que passou, que finalizou
2) realizar, executar, completar, cumprir, (de forma que o realizado corresponda àquilo que foi dito; ordem, comando, etc.)
2a) com especial referência ao assunto tema, cumprir os conteúdos de um comando
2b) com referência também à forma, fazer exatamente como ordenado, e geralmente envolvendo a noção de tempo, realizar o último ato que completa um processo, realizar, cumprir
3) pagar
3a) de tributo
"Está consumado” Jo 19.30 CRISTO satisfez a justiça de DEUS pela morte por todos para pagar pelos pecados do eleito. Estes pecados nunca poderão ser punidos outra vez já que isto violaria a justiça de DEUS. Os pecados podem ser punidos apenas uma vez, seja por um substituto ou por você mesmo. Para quem se arrepende e crê no evangelho, é evidente. Dic.Strong = com acréscimo do Pr. Henrique

VERDADE PRÁTICA
A obra salvífica de CRISTO nos deu o privilégio de achegarmo-nos a DEUS sem culpa e chamá-lo de "Pai".

LEITURA DIÁRIA
Segunda - Mt 27.29,30 Um evento de humilhação em nosso favor
Terça - Mt 27.39,40 Blasfemado por nossa causa
Quarta - Lc 23.34 O perdão imerecido, JESUS ofereceu na cruz
Quinta - Ef 2.13,14 Pelo sangue de CRISTO nos aproximamos de DEUS
Sexta - Rm 3.24 Fomos justificados mediante a obra salvífica de CRISTO
Sábado - Gl 2.18-20 Fomos crucificados com CRISTO: vivamos uma vida santa

LEITURA BÍBLICA EM CLASSE - João 19.23-30
23 - Tendo, pois, os soldados crucificado a JESUS, tomaram as suas vestes e fizeram quatro partes, para cada soldado uma parte, e também a túnica. A túnica, porém, tecida toda de alto a baixo, não tinha costura. 24 - Disseram, pois, uns aos outros: Não a rasguemos, mas lancemos sortes sobre ela, para ver de quem será. Isso foi assim para que se cumprisse a Escritura, que diz: Dividiram entre si as minhas vestes e sobre a minha túnica lançaram sortes. Os soldados, pois, fizeram essas coisas. 25 - E junto cruz de JESUS estava sua mãe, e a irmã de sua mãe, Maria, mulher de Clopas, e Maria Madalena. 26 - Ora, JESUS, vendo ali sua mãe e que o discípulo a quem ele amava estava presente, disse à sua mãe: Mulher, eis aí o teu filho. 27 - Depois, disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E desde aquela hora o discípulo a recebeu em sua casa. 28 - Depois, sabendo JESUS que já todas as coisas estavam terminadas, para que a Escritura se cumprisse, disse: Tenho sede. 29 - Estava, pois, ali um vaso cheio de vinagre. E encheram de vinagre uma esponja e, pondo-a num hissopo, lha chegaram à boca. 30 - E, quando JESUS tomou o vinagre, disse: Está consumado. E, inclinando a cabeça, entregou o espírito.

OBJETIVO GERAL - Explicar que a obra salvífica de CRISTO nos deu o privilégio de achegarmo-nos a DEUS sem culpa e chamá-lo de Pai.

OBJETIVOS ESPECÍFICOS
Apresentar o significado do sacrifício de CRISTO;
Explicar como se deu a nossa reconciliação com DEUS;
Discutir a respeito da redenção eterna

PONTO CENTRAL - A obra salvífica de JESUS CRISTO foi única e perfeita.

Resumo da Lição 5, A Obra Salvífica de JESUS CRISTO
I - O SACRIFÍCIO DE JESUS
1. O sacrifício completo.
2. O sacrifício meritório.
3. O sacrifício remidor.
II - A NOSSA RECONCILIAÇÃO COM DEUS PAI
1. O fim da inimizade.
2. A eliminação da causa da inimizade.
3. A vivificação.
III - A REDENÇÃO ETERNA
1. O estado perdido do pecador.
2. A redenção do pecador.
3. Uma redenção plena.

SÍNTESE DO TÓPICO I - O sacrifício de JESUS foi completo, meritório e remidor.
SÍNTESE DO TÓPICO II - A nossa reconciliação com o Pai é resultado direto do sacrifício de JESUS CRISTO.
SÍNTESE DO TÓPICO III - A redenção eterna nos é oferecida por intermédio de JESUS CRISTO.

PARA REFLETIR - A respeito da identidade do ESPÍRITO SANTO, responda:
Como podemos afirmar que o sacrifício de JESUS foi completo?
Nenhum outro sacrifício, tanto o de animais no AT quanto o de seres humanos na história das nações pagãs, com vistas a alcançar a salvação do homem, teve o êxito de apagar os pecados do passado, do presente e do futuro. Somente o sacrifício de CRISTO foi completo nesse sentido, a ponto de anular uma aliança antiga para inaugurar um novo tempo de relacionamento com DEUS, estabelecendo uma aliança nova, superior e perfeita.
Que ideia foi desenvolvida na sociedade judaica do AT?
Na sociedade judaica do AT, desenvolveu-se uma ideia de mérito por intermédio do sistema de sacrifícios de animais. Bastava apresentar uma vítima inocente no Templo e a pessoa satisfazia a sua própria consciência.
Por que foi necessária a nossa reconciliação com DEUS?
Essa reconciliação foi necessária porque o nosso relacionamento com o Altíssimo estava rompido, visto que o homem pecador não pode ter comunhão com o DEUS santo.
Quando fomos vivificados por DEUS?
Uma vez reconciliados com DEUS, fomos vivificados por Ele quando estávamos mortos em ofensas e pecados, um estado espiritual de quem se encontra longe de DEUS. Assim, o ESPÍRITO SANTO operou em nós, produzindo vida espiritual como fonte transbordante, injetando em nós sede pela presença de DEUS, fazendo-nos uma fonte de água viva, nos enviando para produzir muitos frutos no Reino de DEUS e capacitando-nos para que todos conheçam a salvação em CRISTO JESUS.
O que é redenção?
A redenção é o ato de remir, isto é, libertar, reabilitar, reparar e salvar algo ou alguém.

CONSULTE - Revista Ensinador Cristão - CPAD, nº 72, p38.

Resumo da Lição 5, A Obra Salvífica de JESUS CRISTO
I - O SACRIFÍCIO DE JESUS
Todos pecaram e todos estavam predestinados a irem para o lago de fogo e enxofre e viverem eternamente sem DEUS, sem paz e sem salvação. (Rm 3.23).
E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte. Apocalipse 20:14
E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo. Apocalipse 20:15
Com o sacrifício perfeito, único, definitivo e eterno de CRISTO um novo destino foi dado para cada ser humano, foi tornado possível pela graça de DEUS mediante a fé neste sacrifício de JESUS, esse destino é a Nova Jerusalém, na Nova Terra. Vida eterna com DEUS.
A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu DEUS, e dele nunca sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu DEUS, e o nome da cidade do meu DEUS, a nova Jerusalém, que desce do céu, do meu DEUS, e também o meu novo nome. Apocalipse 3:12.
E vi um novo céu, e uma nova terra. Porque já o primeiro céu e a primeira terra passaram, e o mar já não existe. Apocalipse 21:1

1. O sacrifício completo.
- O sacrifício de JESUS foi único, eterno, perfeito e suficiente.
Nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção. Hebreus 9:12
Mas este, havendo oferecido para sempre um único sacrifício pelos pecados, está assentado à destra de DEUS, Hebreus 10:12
Que não necessitasse, como os sumos sacerdotes, de oferecer cada dia sacrifícios, primeiramente por seus próprios pecados, e depois pelos do povo; porque isto fez ele, uma vez, oferecendo-se a si mesmo. Hebreus 7:27
De outra maneira, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo. Mas agora na consumação dos séculos uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo. Hebreus 9:26
O povo israelita aprenderam a pecar e oferecer sacrifícios para depois pecarem de novo e oferecerem sacrifícios novamente para serem purificados. Por isso o sacrifício de animais se tornou obsoleto, sem efeito, sem eficácia.
Isso é semelhante aos católicos romanos que pulam carnaval e depois colocam cinza na testa, já pensando no Sábado da aleluia onde vão pular carnaval de novo e se atolarem no pecado de novo.
Por isso foi necessário uma Nova Aliança no sangue de JESUS para, de uma vez por todas, haver purificação de pecados. Agora não podemos mais viver em pecado. Em muitas igrejas ditas evangélicas, o povo anda pecando e se reconciliando toda semana ou em toda ceia e depois voltam a pecar as mesmas coisas. è o mesmo que os israelitas faziam. No arrebatamento não sobe quem vive na prática do pecado.
Porque é impossível que o sangue dos touros e dos bodes tire os pecados. Hebreus 10:4
Já o sangue de JESUS nos purifica de todo pecado e nos proporciona o recebimento do ESPÍRITO SANTO para nos ajudar a vencer o pecado e não cairmos mais nas armadilhas desse mesmo pecado.
Nem por sangue de bodes e bezerros, mas por seu próprio sangue, entrou uma vez no santuário, havendo efetuado uma eterna redenção. Hebreus 9:12
Que não necessitasse, como os sumos sacerdotes, de oferecer cada dia sacrifícios, primeiramente por seus próprios pecados, e depois pelos do povo; porque isto fez ele, uma vez, oferecendo-se a si mesmo. Hebreus 7:27
De outra maneira, necessário lhe fora padecer muitas vezes desde a fundação do mundo. Mas agora na consumação dos séculos uma vez se manifestou, para aniquilar o pecado pelo sacrifício de si mesmo. Hebreus 9:26 - O sacrifício de JESUS foi único, eterno, perfeito e suficiente.
A lei não conseguiu levar o homem a salvação, não foi eficaz. Antes,a lei revelou a perversidade do coração humano e condenou-o, ao invés de salvá-lo. Assim, o pecador vendo-se perdido sentiu a necessidade de um salvador. A lei condena, mas a graça mostra o caminho para a salvação - JESUS.
A lei é boa, o problema é o homem que não consegue cumpri-la. (E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom. Romanos 7:12).
De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a CRISTO, para que pela fé fôssemos justificados. Gálatas 3:24
Separados estais de CRISTO, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído. Gálatas 5:4
Veio, porém, a lei para que a ofensa abundasse; mas, onde o pecado abundou, superabundou a graça; Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por JESUS CRISTO nosso Senhor. Romanos 5:20,21

2. O sacrifício meritório.
Os judeus acreditavam que o cumprimento da lei lhes traria salvação, mas, pelo contrário, a lei revelaria que ninguém conseguiria cumpri-la integralmente. Sendo que na própria lei dizia que quem desobedecesse um só dos mandamentos estaria condenado, nenhum ser humano poderia ser salvo (Porque qualquer que guardar toda a lei, e tropeçar em um só ponto, tornou-se culpado de todos. Tiago 2:10).
A salvação não é por obras, mas pela graça (JESUS morreu em nossos lugar, levando nossos pecados e ressuscitou Isaias 53) - A nossa fé nisso nos torna salvos. Não fizemos nada para sermos salvos. Só acreditamos no que JESUS já fez (Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós, é dom de DEUS. Não vem das obras, para que ninguém se glorie Efésios 2:8,9).
Esse é o problema de judeus e religiosos de todas as religiões (inclusive evangélicos sem noção) - Não merecemos nada de DEUS. Essa doutrina do merecimento tem atrapalhado a muitos. Por isso muitos crentes não recebem batismo no ESPÍRITO SANTO e nem dons - querem merecer - Isso é absurdo diante de DEUS.
As seitas e religiões falsas todas têm isso em comum. Doutrina do merecimento. Sejam os judeus e Adventistas pela guarda da lei e seus preceitos, ou os espíritas pelas boas obras (incluindo aqui os católicos romanos que também são espíritas - consultam mortos e acreditam que uma morta possa lhes perdoar e interceder por eles), sejam os islâmicos ou muçulmanos pelas esmolas, jejuns, ou seja, cumprimento do alcorão, sejam os hindus, budistas, etc... todos estão tentando merecer a salvação. Não sabem que é isso mesmo que os impede de a receber.
Só pode ser salvo quem se deixa convencer pelo ESPÍRITO SANTO do pecado, da justiça e do juízo. O homem precisa se reconhecer pecador para ser salvo. Precisa saber que não merece ser salvo e que existe um juízo para quem vive na prática do pecado.
Mas todos nós somos como o imundo, e todas as nossas justiças como trapo da imundícia; e todos nós murchamos como a folha, e as nossas iniqüidades como um vento nos arrebatam. Isaías 64:6

Os judeus queriam merecer a salvação por oferecerem sacrifícios de animais, mas só JESUS tem mérito na salvação dos homens.

3. O sacrifício remidor.
O pecado é ofensa a DEUS. (Pois assim como por uma só ofensa veio o juízo sobre todos os homens para condenação, assim também por um só ato de justiça veio a graça sobre todos os homens para justificação de vida. Romanos 5:18).
O pecado separa o homem de DEUS - é uma barreira que impede a comunicação do homem com DEUS. (Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso DEUS; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça. Isaías 59:2).
Existem dois tipos de tristezas espirituais - Uma gera a morte outra gera a vida. Porque a tristeza segundo DEUS opera arrependimento para a salvação, da qual ninguém se arrepende; mas a tristeza do mundo opera a morte. 2 Coríntios 7:10.
DEUS quer que todos sejam salvos e apresenta o salvador a todos os que O invocarem - Que quer que todos os homens se salvem, e venham ao conhecimento da verdade. Porque há um só DEUS, e um só Mediador entre DEUS e os homens, JESUS CRISTO homem. 1 Timóteo 2:4,5.
DEUS proveu a nossa reconciliação com Ele através de JESUS. Nossos pecados foram levados sobre JESUS, nosso juízo Ele sofreu em nossos lugar - Isto é, DEUS estava em CRISTO reconciliando consigo o mundo, não lhes imputando os seus pecados; e pôs em nós a palavra da reconciliação. 2 Coríntios 5:19
Verdadeiramente ele tomou sobre si as nossas enfermidades, e as nossas dores levou sobre si; e nós o reputávamos por aflito, ferido de DEUS, e oprimido.
Mas ele foi ferido por causa das nossas transgressões, e moído por causa das nossas iniqüidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Isaías 53:4,5
O sacrifício de JESUS é remidor porque por sua morte (vale para todos, mas só recebe cada um de nós que o aceitamos como Salvador e Senhor) fomos libertados do poder do pecado ou perdoados por todos eles. O sacrifício de JESUS é remidor também porque através desse sacrifício fomos desobrigados do compromisso de ir à cruz pagar por nosso pecado; nossa dívida foi quitada. Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz. Colossenses 2:14.

II - A NOSSA RECONCILIAÇÃO COM DEUS PAI
1. O fim da inimizade.
Nossa situação passada era terrível. guiados pela carne - Nossos pensamentos nos dominavam - Inimigos dos homens e de DEUS - Filhos da Ira - Sem Intercessor Junto a DEUS.
Entre os quais todos nós também antes andávamos nos desejos da nossa carne, fazendo a vontade da carne e dos pensamentos; e éramos por natureza filhos da ira, como os outros também. Efésios 2:3
Porque também nós éramos noutro tempo insensatos, desobedientes, extraviados, servindo a várias concupiscências e deleites, vivendo em malícia e inveja, odiosos, odiando-nos uns aos outros. Tito 3:3

Vivíamos em inimizade contra DEUS. ELE não nos ouvia. Estávamos separados de DEUS pela barreira do pecado. Não tínhamos intercessor junto ao PAI para nos reconciliar com Ele.
Ora, nós sabemos que DEUS não ouve a pecadores; mas, se alguém é temente a DEUS, e faz a sua vontade, a esse ouve. João 9:31
Mas as vossas iniqüidades fazem separação entre vós e o vosso DEUS; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça. Isaías 59:2
Pecando homem contra homem, os juízes o julgarão; pecando, porém, o homem contra o Senhor, quem rogará por ele? Mas não ouviram a voz de seu pai, porque o Senhor os queria matar. 1 Samuel 2:25
Não há entre nós árbitro que ponha a mão sobre nós ambos. Jó 9:33 (figura do advogado de defesa que punha a mão no ombro do acusado e no ombro do acusador para os levar a paz - Jó não tinha, pois JESUS ainda não havia morrido por nós na cruz).

No Passado, O Que Éramos:
Antes De Aceitarmos A CRISTO, Como Éramos? Esse É O Nosso Passado. Tanto Para Quem Nasceu Num Lar Evangélico, Como Para Quem Nunca Ouviu Falar Do Evangelho, Não Importa, Todos Pecaram E Destituídos Estávamos Da Glória - Rm 3.23.
Estávamos Mortos Em Ofensas E Em Pecados (V.1)
Morte=Separação De DEUS
Início Da Morte Na Terra = Adão (Ver Gn 3 = O Pecado E Gn 5 Filho De Adão = Imagem De Adão.)
Daí Em Diante As Mortes Se Manifestam = Morte Espiritual (ESPÍRITO Separado De DEUS = Morto Para DEUS), Moral (Alma = Só Quer Aprender E Fazer O Que É Contrário A DEUS) E Física (Corpo = Só Quer Fazer O Que Lhe Dá Prazer = Comer,Beber, Dormir E Sexo).
Os Pecados São Frutos Do Pecado Que Herdamos De Adão, São Ofensas A DEUS, São Delitos Que Merecem Castigo, Merecem Punição.
Andávamos Segundo O Curso Do Mundo (V.2)
É Seguir Conforme O Pensamento Humano, É O Viver Segundo A Moda, Moda Esta Que É Direcionada E Planejada Por Satanás, Através De Seus Súditos, Principalmente Lésbicas E Gays (Costureiros E Marchands).
Fazíamos A Vontade Da Carne (V.3)
É A Natureza Inclinada Ao Pecado, Que Atende Aos Desejos (Concupiscência) Degradantes Do Pecado. É A Vontade Subjugada Ao Pecado. A Carne Cobiça Contra O ESPÍRITO.
Éramos Filhos Da Ira (V.3)
A Ira De DEUS É Uma Reação Natural E Automática De Sua Santidade Contra O Pecado. É Uma Barreira Espiritual Que Sua Natureza Santa E Eterna Mantém Contra O Pecado. Assim Como DEUS Ama, Ele Castiga E Repreende A Quem Ele Ama E Aborrece Aquele Que O Aborrece E Lhe É Infiel.

O que causava nossa separação e inimizade com DEUS? O Pecado (uma árvore interna que produz frutos ruins, pecados - semente maligna herdada de Adão que a conseguiu desobedecendo a DEUS).
Assim, quando JESUS leva sobre Ele nossos pecados e tudo o que nos separava de DEUS, a amizade com DEUS é reatada, o amor é reaceso, a intimidade é renovada, nossas petições passam a ser ouvidas, Nosso advogado está ao lado do PAI intercedendo por nós. Agora não temos só um intercessor, mas dois, um no céu e outro na Terra. Glória a DEUS!
O ESPÍRITO SANTO nos ajuda a conhecer esta salvação por sua intervenção sobrenatural - Convence-nos do pecado, da justiça e do juízo. Assim somos impulsionados a nos arrependermos e nos convertemos (isso é voluntário e somente possível pela fé).
E é o que alguns têm sido; mas haveis sido lavados, mas haveis sido santificados, mas haveis sido justificados em nome do Senhor JESUS, e pelo ESPÍRITO do nosso DEUS. 1 Coríntios 6:11
Cheguemo-nos com verdadeiro coração, em inteira certeza de fé, tendo os corações purificados da má consciência, e o corpo lavado com água limpa, Hebreus 10:22
Quem é que condena? Pois é CRISTO quem morreu, ou antes quem ressuscitou dentre os mortos, o qual está à direita de DEUS, e também intercede por nós. Romanos 8:34
Portanto, pode também salvar perfeitamente os que por ele se chegam a DEUS, vivendo sempre para interceder por eles. Hebreus 7:25
E da mesma maneira também o ESPÍRITO ajuda as nossas fraquezas; porque não sabemos o que havemos de pedir como convém, mas o mesmo ESPÍRITO intercede por nós com gemidos inexprimíveis. Romanos 8:26
Em quem também vós estais, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação; e, tendo nele também crido, fostes selados com o ESPÍRITO SANTO da promessa; Efésios 1:13

Não podemos nos desviar dessa dádiva para não voltarmos para a inimizade passada.
Se, na verdade, permanecerdes fundados e firmes na fé, e não vos moverdes da esperança do evangelho que tendes ouvido, o qual foi pregado a toda criatura que há debaixo do céu, e do qual eu, Paulo, estou feito ministro. Colossenses 1:23
Portanto, convém-nos atentar com mais diligência para as coisas que já temos ouvido, para que em tempo algum nos desviemos delas. Hebreus 2:1
Os quais se desviaram da verdade, dizendo que a ressurreição era já feita, e perverteram a fé de alguns. 2 Timóteo 2:18
Porque já algumas se desviaram, indo após Satanás. 1 Timóteo 5:15
Vede que não rejeiteis ao que fala; porque, se não escaparam aqueles que rejeitaram o que na terra os advertia, muito menos nós, se nos desviarmos daquele que é dos céus; Hebreus 12:25

2. A eliminação da causa da inimizade.
Como o pecado (que é a causa da inimizade com DEUS) foi eliminado? (evidente, da vida dos que se arrependem e aceitam a JESUS como único salvador e Senhor).
O preço foi pago por CRISTO, no Calvário. O sangue de JESUS foi derramado por nós. Sangue da Nova e Eterna Aliança. Fomos purificados. DEUS mesmo providenciou isso.
Porque fostes comprados por bom preço; glorificai, pois, a DEUS no vosso corpo, e no vosso espírito, os quais pertencem a DEUS. 1 Coríntios 6:20
Fostes comprados por bom preço; não vos façais servos dos homens. 1 Coríntios 7:23
Mas agora em CRISTO JESUS, vós, que antes estáveis longe, já pelo sangue de CRISTO chegastes perto. Efésios 2:13
Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de JESUS CRISTO, seu Filho, nos purifica de todo o pecado. 1 João 1:7
Ao qual DEUS propôs para propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça pela remissão dos pecados dantes cometidos, sob a paciência de DEUS; Romanos 3:25
Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que por tradição recebestes dos vossos pais, Mas com o precioso sangue de CRISTO, como de um cordeiro imaculado e incontaminado, 1 Pedro 1:18,19

O pecado não pode mais ter domínio sobre nós. Mas se pecarmos (por descuido, por falta de vigilância - não quem vive no pecado), então temos um advogado junto ao pai para interceder por nós e DEUS nos perdoará certamente. Se andarmos no ESPÍRITO, sendo dominados por Ele, dirigidos por Ele, orientados por Ele, então o pecado não nos dominará, não nos vencerá. Assim permaneceremos em amizade com DEUS. Temos que sermos inimigos do mundo (sistema pecaminoso) e suas concupiscências (desejos, ambições).
Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências; Nem tampouco apresenteis os vossos membros ao pecado por instrumentos de iniqüidade; mas apresentai-vos a DEUS, como vivos dentre mortos, e os vossos membros a DEUS, como instrumentos de justiça. Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estais debaixo da lei, mas debaixo da graça. Romanos 6:12-14
Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça.1 João 1:9
Digo, porém: Andai em ESPÍRITO, e não cumprireis a concupiscência da carne. Porque a carne cobiça contra o ESPÍRITO, e o ESPÍRITO contra a carne; e estes opõem-se um ao outro, para que não façais o que quereis. Mas, se sois guiados pelo ESPÍRITO, não estais debaixo da lei. Gálatas 5:16-18
Adúlteros e adúlteras, não sabeis vós que a amizade do mundo é inimizade contra DEUS? Portanto, qualquer que quiser ser amigo do mundo constitui-se inimigo de DEUS. Tiago 4:4

3. A vivificação.
Para o crente e a igreja, a doutrina do ESPÍRITO SANTO é altamente prioritária e indispensável, uma vez que o próprio título “ESPÍRITO SANTO” denota regeneração, recriação, vivificação, dinamismo, espiritualidade (Jo 6.63; 3.6b; Tt 3.5). O mesmo título denota santidade, santificação (“SANTO”).
Somos salvos não somente pela "lavagem da regeneração", nas também pela "renovação do ESPÍRITO SANTO" (Tito 3:5. Vide também Col. 3:10; Rom. 12:2; Efés. 4:23; Sal. 51:10). A essência da regeneração é uma nova vida concedida por DEUS Pai, mediante JESUS CRISTO e pela operação do ESPÍRITO SANTO.
O segundo Homem é do céu (1 Cor. 15:47). Sua vida era de cima (João 8:23); sua passagem pelo mundo representa a vitória sobre o pecado, e os resultados de sua vida foram a vivificação da raça (1 Cor. 15:45). Aquele que nenhum pecado cometera e que salva o seu povo dos seus pecados, necessariamente teria que ser gerado pelo ESPÍRITO SANTO.

JESUS NOS TRANSPORTA DA SITUAÇÃO DE MORTE ETERNA PARA A SITUAÇÃO DE VIDA ETERNA.
Na verdade, na verdade vos digo que quem ouve a minha palavra, e crê naquele que me enviou, tem a vida eterna, e não entrará em condenação, mas passou da morte para a vida. João 5:24
Para que, assim como o pecado reinou na morte, também a graça reinasse pela justiça para a vida eterna, por JESUS CRISTO nosso Senhor. Romanos 5:21

Vivificação, ou viver para a justiça; e o que é isso?
(1) É andar “...em novidade de vida” (v. 4). Novidade de vida supõe novidade de coração, pois do coração procedem as saídas da vida, e não há nenhuma maneira de fazer com que o rio seja de água doce a não ser fazendo com que a fonte seja. Na Escritura, andar é colocado como o curso e padrão da conduta, que deve ser novo. Andar segundo novas regras, em direção a novos fins, a partir de novos princípios. Fazer uma nova escolha do caminho. Escolher novas trilhas nas quais caminhar. As velhas coisas devem passar e tudo se tornar novo. O homem é o que ele não era e faz o que não fazia.
(2) É estar vivo “...para DEUS, em CRISTO JESUS, nosso Senhor” (v. 11). Conviver com DEUS, ter consideração por Ele, deleite nele, preocupação pelo nome dele; em todas as ocasiões, ter a alma voltada em direção a Ele como em direção a algo agradável, no qual ela obtém satisfação: isto é estar vivo para DEUS. A vida da alma para com DEUS é o amor dele reinando no coração. Anima est ubi amat, non ubi animat – A alma está mais onde ela ama do que onde ela vive. É ter as afeições e os desejos vivos para com DEUS. Ou, vivendo (nossa vida na carne) para DEUS, tendo a sua honra e glória como nossa finalidade e a sua palavra e vontade como nossa regra – reconhecê-lo em todos os nossos caminhos e sempre ter os nossos olhos voltados para Ele; isso é viver para DEUS. “...em CRISTO JESUS, nosso Senhor”. CRISTO é a nossa vida espiritual; não há nenhum viver para DEUS a não ser através dele. Ele é o Mediador; não se pode receber nada confortador de DEUS, nem existe respeito aceitável para com DEUS, a não ser em e através de JESUS CRISTO; nenhuma comunicação entre almas pecadoras e um DEUS SANTO, a não ser mediante o Senhor JESUS. Através de CRISTO como o autor e o mantenedor dessa vida; através de CRISTO como a cabeça de quem recebemos influência vital; através de CRISTO como a raiz pela qual recebemos seiva e nutrição, e assim vivemos. No viver para DEUS, CRISTO é tudo em todos.
(3) É o “...apresentai-vos a DEUS, como vivos dentre mortos” (v. 13). A própria vida e essência da santidade repousam em nossa própria dedicação ao Senhor, entregando-lhe nosso próprio ser (2 Co 8.5). “Entregai-vos a Ele, não apenas como o vencido entrega-se ao vencedor, porque não pode resistir por mais tempo; mas como a esposa se apresenta ao marido, para quem é seu desejo, como um aluno se apresenta diante do professor, o aprendiz diante de seu mestre, para ser ensinado e guiado por ele. Não entregueis os vossos bens a Ele, mas vós mesmos; nada menos que todo o vosso ser”; parastesate heautous, accommodate vos ipsos Deo – acomodai-vos a DEUS; assim Tremellius, a partir do Siríaco. “Não apenas submetei-vos a Ele, mas sujeitai-vos a Ele; não somente apresentai-vos a vós mesmos a Ele definitivamente, mas estai sempre prontos a servi-lo. Apresentai-vos a Ele como a cera para o selo, para assumir qualquer impressão, para serdes, terdes e fazerdes o que lhe agrada”. Quando Paulo disse: “Senhor, que queres que faça?” (At 9.6), foi quando ele se entregou a DEUS. Como vivos dentre mortos. Apresentar uma carcaça morta para um DEUS vivo não é agradá-lo, mas escarnecer dele: “Apresentai-vos como aqueles que estão vivos e úteis para alguma coisa, um “...sacrifício vivo” (Rm 12.1). 1. A evidência mais certa de nossa vida espiritual é a nossa própria dedicação a DEUS. Convém àqueles que vivem dentre os mortos (pode-se entender de uma morte na lei), que são justificados e libertos da morte, entregarem-se a si mesmos àquele que os tem redimido.
(4) É apresentar os nossos “...membros a DEUS como instrumentos de justiça”. Os membros de nosso corpo, quando afastados do serviço do pecado, não devem ficar inativos, mas devem ser usados no serviço de DEUS. Quando o homem forte e armado é despojado, deixe aquele que tem direito dividir os despojos. Embora os poderes e faculdades da alma sejam os objetos imediatos da santidade e da justiça, os membros do corpo devem ser instrumentos; o corpo deve estar sempre pronto para servir a alma no serviço de DEUS. Assim (v. 19), “...apresentai agora os vossos membros para servirem à justiça para a santificação”. Deixa-os estar sob a direção e o comando da justa lei de DEUS, e daquele princípio da própria justiça que o ESPÍRITO, como santificador, planta na alma. “...justiça para a santificação”, a qual implica crescimento, progresso, e o fundamento obtido. Como todo ato pecaminoso confirma o hábito pecaminoso e faz a natureza cada vez mais inclinada ao pecado (por isso é dito aqui que os membros de um homem natural servem “...à maldade para a maldade” – um pecado torna o coração mais disposto para outro), também cada ato gracioso confirma o hábito gracioso; um dever nos prepara para outro; e quanto mais fizermos, mais poderemos fazer por DEUS. Nossa justiça prestimosa é eis hagiasmon – como uma evidência da santificação.
VIVIFICAÇÃO - Tem a ver com a natureza da santificação, o que ela é e em que consiste. Em geral, ela compreende duas coisas: mortificação e vivificação – morrer para o pecado e viver para a justiça, expresso alhures por despir-se do homem velho e vestir-se do novo, deixar de praticar o mal e aprender a fazer o bem.

III - A REDENÇÃO ETERNA
1. O estado perdido do pecador.
A REALIDADE DO PECADO
É uma chocante realidade, muitas vezes escondida: O crente também peca. Embora nascido de novo e sem direito a pecar, pois a semente do pecado não mais mora em si, mesmo assim o crente descuidado peca por não vigiar e nem manter íntima comunhão com o ESPÍRITO SANTO que nele habita. Temos a natureza divina (ou seja, somos filhos de DEUS, habitação do ESPÍRITO SANTO), mas se não tomarmos cuidado, acabamos de novo nas garras de Satanás.

Conseqüências do pecado
O pecado é tanto um ato como um estado. Como rebelião contra a lei de DEUS, é um ato da vontade do homem; como separação de DEUS, vem a ser um estado pecaminoso. Segue-se uma dupla conseqüência: o pecador traz o mal sobre si mesmo por suas más ações, e incorre em culpa aos olhos de DEUS. Duas coisas, portanto, devem distinguir-se; as más conseqüências que seguem os atos do pecado, e o castigo que virá no juízo. Isto pode ser ilustrado da seguinte maneira: Um pai proíbe ao filho pequeno o fumar cigarros, e fá-lo ver uma dupla conseqüência: primeira, o fumar fá-lo-á sentir-se doente; segunda, ser castigado pela sua desobediência. O menino desobedece e fuma pela primeira vez. As náuseas que lhe sobrevêm representam as más conseqüências do seu pecado, e o castigo corporal subseqüente representa o castigo positivo pela culpa. Da mesma maneira as Escrituras descrevem dois efeitos do pecado sobre o culpado: primeiro, é seguido por conseqüências desastrosas para sua alma; segundo, trará da parte de DEUS o positivo decreto de condenação.

A). Fraqueza espiritual.
(a) Desfiguração da imagem divina. O homem não perdeu completamente a imagem divina, porque ainda em sua posição decaída é considerado uma criatura à imagem de DEUS (Gên. 9:6; Tia. 3:9) — uma verdade expressa no provérbio popular: "Há algo de bom no pior dos homens." Maudesley, o grande psiquiatra inglês, sustenta que a majestade inerente da mente humana evidencia-se até mesmo na ruína causada pela loucura. Apesar de não estar inteiramente perdida, a imagem divina no homem encontra-se muito desfigurada. JESUS CRISTO veio ao mundo tornar possível ao homem a recuperação completa da semelhança divina por ser recriado à imagem de DEUS. (Gál. 3:10.)
(b) Pecado inerente, ou "pecado original". O efeito da queda arraigou-se tão profundamente na natureza humana que Adão, como pai da raça, transmitiu a seus descendentes a tendência ou inclinação para pecar. (Sal. 51:5.) Esse impedimento espiritual e moral, sob o qual os homens nascem, é conhecido como pecado original. Os atos pecaminosos que se seguem durante a idade de plena responsabilidade do homem são conhecidos como "pecado atual". CRISTO, o segundo Adão, veio ao mundo resgatar-nos de todos os efeitos da queda. (Rom. 5:12-21.) Esta condição moral da alma é descrita de muitas maneiras: todos pecaram (Rom. 3:9); todos estão debaixo da maldição (Gál. 3:10); o homem natural é estranho às coisas de DEUS (1 Cor. 2:14); o coração natural é enganoso e perverso (Jer. 17:9); a natureza mental e moral é corrupta (Gên. 6:5, 12; 8:21; Rom. 1:19-31); a mente carnal é inimizade contra DEUS (Rom. 8:7, 8); o pecador é escravo do pecado (Rom. 6:17; 7:5); é controlado pelo príncipe das potestades do ar (Efés. 2:2); está morto em ofensas e pecados (Efés. 2:1); e é filho da ira (Efés. 2:3).
(c) Discórdia interna. No princípio DEUS fez o corpo do homem do pó, dotando-o, desse modo, de uma natureza física ou inferior; depois soprou em seu nariz o fôlego da vida, comunicando-lhe assim uma natureza mais elevada, unindo-o a DEUS. Era o propósito de DEUS a harmonia do ser humano, ter o corpo subordinado à alma. Mas o pecado interrompeu a relação de tal maneira que o homem se encontrou dividido em si mesmo; o "eu" oposto ao "eu" em uma guerra entre a natureza superior e a inferior. Sua natureza inferior, frágil em si mesma, rebelou-se contra a superior e abriu as portas de seu ser ao inimigo. Na intensidade do conflito, o homem exclama: "Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?" (Rom. 7:24.) O "DEUS de paz" (1 Tess. 5:23) subjuga os elementos beligerantes da natureza do homem e santifica-o no espírito, alma e corpo. O resultado é a bem-aventurança interna — "justiça, e paz, e alegria no ESPÍRITO SANTO" (Rom. 14:17).

B). Castigo positivo.
"No dia em que dela comeres certamente morrerás" (Gên. 2:17) "O salário do pecado é a morte" (Rom. 6:23). O homem foi criado capaz de viver eternamente; isto é, não morreria se obedecesse à lei de DEUS. Para que pudesse "lançar mão" da imortalidade e da vida eterna, foi colocado sob um pacto de obras, figurado pelas duas árvores — a árvore da ciência do bem e do mal e a árvore da vida. Desse modo, a vida estava condicionada à obediência; enquanto Adão observasse a lei da vida teria direito à árvore da vida. Mas desobedeceu; quebrou o pacto de vida, e ficou separado de DEUS, a Fonte da vida. Desde esse momento, teve a morte o seu inicio e foi consumada na morte física com a separação da alma e do corpo. Mas notamos que o castigo incluía mais do que uma morte física; a dissolução física era uma indicação do desagrado de DEUS, do fato que o homem estava sem contato com a Fonte da vida. Ainda que Adão se tivesse reconciliado mais tarde com o seu Criador, a morte física continuaria de acordo com o decreto divino: "No dia em que dela comeres certamente morrerás." Somente por um ato de redenção e de recriação o homem teria outra vez direito à árvore da vida que está no meio do paraíso de DEUS. Por meio de CRISTO a justiça é restaurada à alma, a qual, na ressurreição, é reunida a um corpo glorificado.
Vemos, então, que a morte física veio ao mundo como castigo, e, nas Escrituras, sempre que o homem é ameaçado com a morte como castigo pelo pecado, significa primeiramente a perda do favor de DEUS. Assim, o pecador já está "morto em ofensas e pecados" e no momento da morte física ele entra no mundo invisível na mesma condição. Então no grande Julgamento o Juiz pronunciará a sentença da segunda morte, que envolve "indignação e ira, tribulação e angústia" (Rom. 2:7-12). De maneira que "a morte", como castigo, não é a extinção da personalidade, e, sim, o meio de separação de DEUS. Há três fases desta morte: morte espiritual, enquanto o homem vive (Efés. 2:1; l Tim. 5:6); morte física (Heb. 9:27); e a segunda ou morte eterna (Apoc. 21:8; João 5:28, 29; 2 Tess. 1:9; Mat. 25:41).
Por outro lado, quando as Escrituras falam da vida como recompensa pela justiça, isso significa mais do que existência, pois os ímpios existem no inferno. Vida significa viver em comunhão com DEUS e no seu favor — comunhão que a morte não pode interromper ou destruir. (João 11:25, 26.) é uma vida que proporciona união consciente com DEUS, a Fonte da vida. "E a vida eterna é esta: que te conheçam a ti só (em experiência e comunhão) por único DEUS verdadeiro, e a JESUS CRISTO, a quem enviaste" (João 17:3). A vida eterna é uma existência perfeita; a morte eterna é uma existência má, miserável e degradada.
Notemos que a palavra "destruição", usada quanto à sorte dos ímpios (Mat. 7:13; João 17:12; 2 Tess. 2:3), não significa extinção. De acordo com o grego, perecer ou ser destruído, não significa extinção e sim ruína. Por exemplo: que os odres "estragam-se" (Mat. 9:17) significa que já não servem como odres, e não que tenham deixado de existir. Da mesma maneira, o pecador que perece, ou que é destruído, não é reduzido ao nada, mas experimenta a ruína no que concerne a desfrutar comunhão com DEUS e a vida eterna. O mesmo uso ainda existe hoje; quando dizemos: "sua vida está arrumada", não queremos dizer que o homem está morto, e, sim, que perdeu o verdadeiro alvo ou objetivo da vida.

2. A redenção do pecador.
No AT, DEUS, o REDENTOR, liberta o povo de situações de cativeiro (Is 43.14), sofrimentos (Jr 14.8), morte (Jó 19.25), pecado (Is 44.22; 59.20). 2)
No NT, DEUS, por meio do pagamento de um preço, isto é, da morte de CRISTO na cruz, compra para uma vida de nova liberdade a pessoa que era escrava do pecado e da LEI.
A REDENÇÃO
A Bíblia também emprega a metáfora do resgate ou da redenção para descrever a obra salvífica de CRISTO. O tema aparece muito mais freqüentemente no Antigo Tes­tamento que no Novo. O tema aparece muitas vezes no Antigo Testamento, referindo-se aos ritos da "redenção" no tocante às pessoas ou aos bens (cf. Lv 25; Rt 3 e 4, que empregam a palavra hebraica ga'al). O "parente redentor" funciona como um go'el. O próprio Javé é o Redentor (heb. go'el) do seu povo (Is 41.14; 43.14), e eles são redimidos (heb. ge'ulim, Is 35.9; 62.12). O Senhor tomou medidas para redimir (heb. padhah) os primogênitos (Êx 13.13~15). Ele redimiu Israel do Egito (Êx 6.6; Dt 7.8;13.5) e também os remirá do exílio (Jr 31.11). As vezes DEUS redime um indivíduo (SI 49.15; 71.23); ou um indivíduo ora, pedindo a redenção divina (SI 26.11; 69.1 8), Mas a obra divina na redenção é primariamente moral no seu escopo. Em alguns textos bíblicos, a redenção claramente diz respeito aos assuntos morais. Salmos 130.8 diz: "Ele remirá Israel de todos as suas iniqüidades". Isaías diz que somente os "remidos", os "resgatados", andarão pelo chamado "O caminho SANTO" (Is 35.8,10). Diz ainda que a "filha de Sião" será chamada "povo santo, os remidos do Senhor" (62.11,12).
No Novo Testamento, JESUS é tanto o "Resgatador" quanto o "resgate"; os pecadores perdidos são os "resgatados". Ele declara que veio "para dar a sua vida em resgate [gr. lutron] de muitos" (Mt 20.28; Mc 10.45). Era um "livramento [gr. apolutrõsis] efetivado mediante a morte de CRISTO, que libertou da ira retributiva de DEUS e da penalidade merecida do pecado". Paulo liga nossa justificação e o perdão dos pecados à redenção que há em CRISTO (Rm 3.24; Cl1.14, apolutrõsis nestes dois textos). Diz que CRISTO "para nós foi feito por DEUS sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção" (1 Co 1.30). Diz também que CRISTO "se deu a si mesmo em preço de redenção [gr. antilutron] por todos" (1 Tm 2.6). O Novo Testamento demonstra claramente que Ele proporcionou a redenção mediante o seu sangue (Ef 1.7; Hb 9.12; 1 Pe 1.18,19; Ap 5.9), pois era impossível que o sangue dos touros e dos bodes tirasse os pecados (Hb 10.4). CRISTO nos comprou (1 Co 6.20; 7.23, gr. agorazõ) de volta para DEUS, e o preço foi o seu sangue (Ap 5.9).
Sendo que as palavras subentendem o livramento de um estado de escravidão mediante o pagamento de um preço, então, de que fomos libertos? A contemplação dessas coisas é motivo de grande alegria! CRISTO nos livrou do justo juízo de DEUS que realmente merecíamos, por causa dos nossos pecados (Rm 3.24,25). Ele nos livrou das conseqüências inevitáveis de se quebrar a lei de DEUS, que nos sujeitava à ira divina. Embora não façamos tudo quanto a Lei requer, já não estamos debaixo de uma maldição. CRISTO tomou sobre si essa maldição (Gl 3.10,13). A sua redenção conseguiu para nós o perdão dos pecados (Ef 1.7) e nos libertou deles (Hb 9.15). Ele, ao entregar,se por nós, remiu-nos "de toda iniqüidade [gr. anomia]" (Tt 2.14), mas não para usar a "liberdade para dar ocasião à carne" (Gl 5.13) ou como "cobertura da malícia" (1 Pe 2.16). (Anomin é a mesma palavra que Paulo usa em 2 Tessalonicenses 2.3, ao referir-se ao "homem do pecado"). O propósito de CRISTO ao redimir-nos é "purificar para si um povo se especial, zeloso de boas obras" (Tt 2.14).

Pedro diz que "fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que, por tradição, recebestes dos vossos pais" (1 Pe 1.18). Não podemos ter certeza de quem são os "pais". Seriam pagãos, judeus, ou ambos? Ambos, provavelmente, pois o Novo Testamento considera fúteis os modos pagãos (At 14.15; Rm 1.21; Ef 4.17) e também vê certa futilidade nas práticas externas da religião judaica (At 15.10; 12.16; 5.1; Hb 9.10,25,26; 10.3,4). Haverá, também, uma redenção final dos gemidos e dores da era presente quando acontecer a ressurreição, e veremos o resultado de termos sido adotados como filhos de DEUS mediante a obra de CRISTO na nossa redenção (Rm 8.22,23).
Os evangélicos crêem que o Novo Testamento ensina haver CRISTO pago o preço pleno do resgate para nos libertar. Sua é a obra objetiva da expiação, cujos benefícios, quando aplicados a nós, não deixam nada a ser completado por nós. É uma obra definitiva, não poderá ser repetida. Uma obra incomparável, que jamais será imitada ou compartilhada por outros. (Teologia Sistemática - Stanley M. Horton - CPAD pags. 356-358).
SANGUE DE JESUS -
1. Ele purifica de todo pecado (1 Jo 1.7).
2. Ele redime do poder do pecado (Ef 1.7).
3. Ele nos resgata do fútil procedimento diabólico legado por nossos pais (1 Pe 1.18-19).
4. Ele produz paz com DEUS (Cl 1.20).
5. Ele dá justificação diante de DEUS (Rm 5.9).
6. Ele nos aproxima de DEUS, a nós que "antes estávamos longe" (Ef 2.13).
7. Ele nos santifica (Hb 9.13-14).
8. Ele nos dá acesso livre à presença direta de DEUS (Hb 10.19).

REDENÇÃO - Comprar por preço algo. JESUS realizou nossa
redenção. O preço pago foi seu sangue. Levítico 25 fala sobre o parente
próximo que comprava seu parente que estava escravizado. O preço era
calculado de acordo com os anos que faltavam para o dia do Jubileu, quando
então estaria livre. Também a bíblia nos revela que o empregado que amava o
dono muitas vezes não queria sair livre e permanecia escravo. = Assim JESUS
nos comprou com seu sangue, mas tem escravo do pecado que ama tanto seu
senhor que não quer ser livre e permanecerá preso, mesmo tendo sido
comprado.
Redenção é o ato ou efeito de redimir ou remir, que significa libertação, reabilitação, reparo, salvação. É o ato de adquirir de novo, de resgatar, de tirar do poder alheio, do cativeiro.
A palavra redenção vem de: Lutron (grego), preço de soltura, resgate, preço de ... O significado de redenção é libertar pagando um preço
Grego: λυτρωσις [lutrôsis] (Substantivo feminino). De: λυτροω [lutroô]. Redenção, livramento, resgate, libertação mediante o pagamento de uma soma. λυτρωσις

REDENÇÃO (Wycliffe)
Livramento de alguma forma de escravidão com base no pagamento de um preço por um redentor (q.v.). Redenção é um conceito básico para a visão bíblica da salvação. No AT, a redenção está integralmente associada à vida familiar, social e nacional de Israel. Um indivíduo israelita poderia agir como um redentor, pagando um resgate para a libertação de um escravo (Lv 25.48ss.), para recuperar um campo (Lv 25.23ss.), ao invés de sacrificar um macho primogênito (Êx 13.12ss.), e em favor de alguém que de outra forma seria condenado à morte (Êx 21.28 ss.).
Logo no início do AT, o Senhor DEUS revelou a si mesmo como agindo de forma redentora em favor do homem. Jacó invocou a DEUS como aquele “que me livrou de todo o mal” (Gn 48.15,16). DEUS declarou sua intenção de livrar Israel da servidão no Egito, dizendo: *Vos resgatarei com braço estendido” (Êx 6.6). Na maioria dos casos no AT onde é feita referência à atividade redentora de DEUS, a libertação efetuada é de natureza física e não espiritual (por exemplo, a libertação de Israel do Egito e da Babilônia). Mesmo estas libertações, porém, trazem em si um significado espiritual em que a libertação indicava que DEUS havia perdoado o pecado ou os pecados que diretamente ou indiretamente ocasionaram a calamidade. Em pelo menos um caso (Sl 130.8) a redenção referida é claramente de natureza espiritual, isto é, trata-se de uma redenção do pecado.
No NT, a redenção é estritamente uma atividade divina que é realizada por JESUS CRISTO e através dele (Ef 1.7; Gl 3.13; 4,5). Embora a atividade redentora de CRISTO tenha as suas manifestações físicas (por exemplo, a cura das enfermidades), seu principal significado é o resgate espiritual dos pecadores que estão escravizados no pecado (Mc 10.45). A libertação do pecador é assegurada com base no preço de resgate pago a DEUS Pai por JESUS CRISTO em sua morte na cruz (Tt 2.14; Hb 9.12; 1 Pe 1,18,19). A perfeição da obra redentora de CRISTO é claramente declarada no NT (Hb 9.25-28). No entanto, a experiência de redenção do indivíduo redimido só estará completa na segunda vinda de CRISTO (Lc 21.28; Rm 8.23; Ef 1.14).

3. Uma redenção plena.
O PERDÃO AO NOSSO ALCANCE
O crente não pode e nem deve pecar, pois não pertence ao reino das trevas e sim da luz, não é filho da ira, mas de DEUS. O crente deve ir até ao sangue para não pecar, mas se pecar, deve imediatamente pedir perdão a DEUS (se o pecado for oculto) e pedir perdão à igreja (se o pecado for Publico). Deve o crente acreditar no perdão de DEUS por causa da intercessão de nosso advogado que é JESUS. Assim procedendo o pecado não terá domínio sobre nós. A bíblia diz: "Não deis lugar ao Diabo" e também: "Resisti ao Diabo ele fugirá de vós".
A santidade de DEUS não comunga com o pecado, pelo contrário, o castiga e exerce juízo sobre ele, decretando a morte ao pecador e morte de cruz.
Quando JESUS morreu na cruz, estava morrendo nossa morte, em nosso lugar, era uma substituição, um castigo em nosso lugar.
A ira de DEUS foi aplacada por esse sacrifício de JESUS, por isso temos paz com DEUS e somos aceitos por ELE.
A SATISFAÇÃO DA JUSTIÇA DIVINA
O advogado defende seu cliente e o livra do juízo, ou do castigo, mesmo que este seja realmente merecedor desse castigo. Quando o nosso justo Juiz, que é DEUS, nos julgou, decretou a pena de morte, mas, nosso advogado, mesmo sabendo que merecíamos esse juízo, decidiu morrer em nosso lugar, levou a nossa pena sobre ele. Por isso somos declarados justos, santos.
Sendo assim, JESUS foi a propiciação nossa junto a DEUS, ou seja, nosso substituto na pena de morte e morte de cruz que DEUS nos condenou devido a nosso pecado.
JESUS não morreu por alguns poucos privilegiados da predestinação tão discutida e tão confundida, mas fez um único sacrifício, de uma vez por todas, por todos os pecados, de todos os seres humanos que já nasceram nessa terra.
LIVRES DO PECADO
Como temos um dono, que é DEUS, devemos viver para agradar-lhe e não para agradar-nos a nós mesmos. Agradamos a DEUS vivendo sua Palavra e não apenas a ensinando ou pregando-a como fazem os hipócritas que não vivem o que pregam, mas, ao contrário: quando pregam ou ensinam, pregam e ensinam para si mesmos, pois, vivem em transgressões, em pecados diversos. Guardemos os mandamentos de DEUS em nosso coração e os coloquemos em prática em nossa vida quotidiana e não em tábuas ou livros, com a desculpa de que não sabíamos ou com a desculpa de que somos fracos. Esforça-te e tem bom ânimo, pois o dia do arrebatamento está mais perto do que imaginamos.

Temos um Advogado, perante o Pai e a sua santa lei. Nosso propósito amoroso deve ser o de viver para agradá-lo.
Demonstremos a DEUS o nosso amor, sejamos filhos dignos de elogios do PAI e não de seu juízo.

Porque verdadeiramente contra o teu santo Filho JESUS, que tu ungiste, se ajuntaram, não só Herodes, mas Pôncio Pilatos, com os gentios e os povos de Israel; At 4:27
ISSO NOS MOSTRA QUE NÃO SÓ OS JUDEUS CONDENARAM JESUS. GENTIOS TAMBÉM.
Quem condenou JESUS foram os mesmos que o condenariam hoje, ou seja, todos os povos. ---- Nós todos.
Por isso ELE morreu por todos.
Rm 3.23. Todos pecaram.
2 Co 5.15 ---- E ele morreu por todos, para que os que vivem não vivam mais para si, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou.

CONCLUSÃO
O SACRIFÍCIO DE JESUS - O sacrifício foi completo, único, eterno, suficiente, perfeito. Nas diversas religiões vemos um outro tipo de sacrifício chamado “meritório”. Neste, as pessoas procuram se auto-justificarem por suas obras ou por sacrifícios de animais ou de pessoas.
O sacrifício remidor de JESUS nos purificou por seu sangue vertido na Cruz.
A NOSSA RECONCILIAÇÃO COM DEUS PAI - O fim da inimizade aconteceu quando JESUS removeu a barreira, levando sobre Ele mesmo o juízo que nos estava proposto.
A eliminação da causa da inimizade se deu quando JESUS pegou sobre ele nossos pecados (a causa da inimizade), ou seja, fez um sacrifício vicário (substituto).
A vivificação é um processo de vida em abundância que nos é concedida por CRISTO mediante o ESPÍRITO SANTO que daí para frente nos guiará em santidade.
A REDENÇÃO ETERNA - O estado perdido do pecador é deplorável. Filho da ira. Condenado ao lago de fogo e enxofre. Sem promessas de liberdade.
A redenção do pecador se deu quando CRISTO nos comprou com seu sangue.
Uma redenção plena deu início quando JESUS nos comprou, mas só terá seu ápice quando formos arrebatados para estarmos para sempre com Ele na glória, na Nova Jerusalém, em corpos transformados.

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